sexta-feira, julho 22, 2016

Balak: À escolha de ser



Balak  
(Números 22:2-25:9)
 
Está na Porção da Torá desta Semana:
É agradável ser inteligente e talentoso. Mas há algo que é mais importante ser - bom. Na Porção da Torá desta Semana, nós conhecemos Bilam. Ele era um super gênio, muito poderoso e carismático e extremamente talentoso. Mas, foi o pior entre os seres humanos que já viveram. Por quê? Porque ele usou todos seus talentos egoistamente para ferir os outros. A Torá ensina que a verdadeira medida do valor de uma pessoa não é o seu talento, mas a bondade de seu coração.
Para Bilam, um profeta não-judeu, foi concedido um nível de profecia perto do nível de profecia de Moisés. O Todo-Poderoso deu à Bilam estes poderes de forma que as nações do mundo não podem dizer em algum ponto no futuro, "Se nós tivéssemos um profeta como Moisés, nós teríamos aceitado a Toráh também e teríamos vivido de acordo com o que ela diz." Bilam é um personagem intrigante – que se deixa dirigir, arrogante e egoísta. Infelizmente, não muito diferente de muita gente entre o gênero humano.

quinta-feira, julho 21, 2016

Para refletir

Três Ideias para Meditar




Ação e Reação

Nossos sábios nos ensinam que o mundo é regido pela lei da ação e da reação. Toda ação humana gera uma reação correspondente nas esferas elevadas. Aquele que pratica chessed (bondade) atrai uma influência de chessed sobre o mundo inteiro, e ele próprio gozará dessa bondade, fruto de sua ação.

Quem está ao seu lado?

O ser humano, por natureza, é influenciado pelo meio. Portanto, deve aproximar-se dos justos e estar sempre na companhia dos sábios para absorver sua conduta, afastando-se das pessoas más para não ser influenciado por seu comportamento. O rei Salomão disse a esse respeito: “Aquele que está com os sábios adquirirá sabedoria, porém aquele que se une aos insensatos será exterminado (com eles)” (Provérbios – Mishlê 13,20. De autoria do rei Salomão).
Também está escrito: “Feliz é a pessoa que não se deixa levar pelos conselhos dos perversos, não permanece no caminho dos pecadores e não senta na reunião dos zombadores” (Salmos 1,1).

Saiba quando falar

Diz-se do Rabino Yehuda Hanassi (Rabenu Hakadosh) que, em toda sua vida, ele nunca pronunciou palavras supérfluas. “Longe dessa conduta exemplar, as conversações da maioria das pessoas são supérfluas. Mesmo para as necessidades do corpo, não é necessário estender-se muito em palavras”. Nossos sábios nos advertiram a esse respeito: “O muito falar provoca o pecado” (Talmud, Yoma 19b). Também disseram: “Não há nada melhor para o corpo do que o silêncio” (Pirkei Avot 1,17).