quinta-feira, janeiro 05, 2012

O valor dos livros

Longa Vida Para os Livros

Rabino Chefe da Inglaterra,

Professor Jonathan Sacks

clip_image002clip_image003Certa vez, quando David Blunkett era Secretário de Estado para a Educação, ele mencionou que estava dedicando o ano escolar vindouro a uma campanha pela educação. Perguntou-me se eu teria algum ditado judaico sobre instrução. Respondi que o início do ano acadêmico quase sempre coincide com as Grandes Festas Judaicas, o Ano Novo e o Dia da Expiação. Durante toda aquela época rezamos a D'us para que “nos inscreva no Livro da Vida”. Quando os judeus pensam em vida, pensam num livro. Para nós, ler é viver.

Então fui surpreendido com o forte apelo de Caitlin Moran feito em agosto daquele ano para que as bibliotecas locais fossem poupadas do programa de corte de gastos do governo. “Bibliotecas”, disse ela, são “catedrais da mente; hospitais da alma; parques temáticos da imaginação. Numa ilha fria, chuvosa, são os únicos espaços públicos abrigados onde você não é um consumidor, mas sim um cidadão. Um ser humano com cérebro e coração, com desejo de ser elevado, em vez de um consumidor com um cartão de crédito.”.

Que frase linda e verdadeira. É impossível exagerar até que ponto os judeus são – a frase vem do Alcorão – um “povo do livro”. Tenho argumentado que o Judaísmo tomou a forma que tem por causa de uma das maiores revoluções na tecnologia da informação, a invenção do alfabeto em oposição aos sistemas baseados em sinais da escrita cuneiforme mesopotâmica e dos hieróglifos egípcios.

Desde o início, o Judaísmo se tornou uma religião na qual a educação era o ato fundamental. Ensina teus filhos, diz Moshe muitas e muitas vezes.

Para entender aqueles sistemas a pessoa tinha de memorizar centenas de símbolos, o que significa que apenas uma minoria podia fazê-lo. O resultado foram às elites literatas e as sociedades hierárquicas. O primeiro alfabeto, Proto-Semítico, que apareceu no Deserto do Sinai há 38 séculos, tinha pouco mais de vinte símbolos. Pela primeira vez nascia a possibilidade de uma sociedade de instrução universal. Isso foi o que Profeta Ishaiahu (Isaias) quis dizer quando declarou: “Todos os seus filhos serão instruídos sobre o Eterno e grande será a paz de seus filhos.”.

Desde o início, o Judaísmo se tornou uma religião na qual a educação era o ato fundamental. Ensina teus filhos, diz Moshe muitas e muitas vezes. “Ensina-os”, diz nossa prece mais sagrada, o Shemáh, “quando estiveres sentado em casa ou viajando numa jornada, quando te deitares e quando te levantares.” O Talmud considera o estudo como um ato religioso ainda mais elevado que a prece.

O objeto mais sagrado no Judaísmo é um livro, o Rolo da Toráh. A reverência que prestamos a ele é impressionante. Ficamos em sua presença como se fosse um rei, dançamos com ele como se fosse uma noiva, e se, D'us não o permita, for profanado ou danificado sem chance de recuperação, nós o enterramos como se fosse um parente falecido.

De alguma forma essa reverência se transferiu para os livros em geral. Descartes disse “Penso, logo existo.” Os judeus dizem: “Aprendo, portanto eu sou.” Essa reverência pelo estudo continuou com os judeus por mais que tenham se tornados afastados da religião.

Há muitos tipos de pobreza que devemos tentar eliminar, mas o empobrecimento intelectual talvez não seja o mais profundo e debilitante de todas as pobrezas.

Sergey Brin, cofundador do Google, certa vez disse que vinha “de uma daquelas famílias de judeus russos que esperavam que até o encanador tivesse um Ph.D.”

Então eu repito a descrição de Caitlin Moran sobre os livros como portões – “cada livro que se abre era tão empolgante quando Alice colocando seu anel de ouro na porta.” Um livro notável é uma jornada que amplia a vida da mente. É uma ideia que jamais devemos perder. As bibliotecas são um elemento essencial de uma boa sociedade. Elas democratizam o conhecimento, dando-nos igual acesso ao legado da humanidade. Há muitos tipos de pobreza que devemos tentar eliminar, mas me pergunto se o empobrecimento intelectual talvez não seja o mais profundo e debilitante de todas as pobrezas.

John Donne escreve que “Toda a humanidade é de um autor, e é um volume.” Ele relacionou isto com a morte: “Quando um homem morre, um capítulo não é arrancado do livro, mas traduzido num idioma melhor.” No Judaísmo, preferimos pensar sobre a vida. Cada um de nós é uma letra no livro de D'us. Como uma letra, não temos um significado por nós mesmos, mas juntados a outros em famílias, comunidades e nações, formamos sentenças de parágrafos e nos tornamos parte da história de D'us.

Isaac Bashevis Singer disse certa vez: “D'us é um escritor e nós somos seus coautores.”

Que jamais venhamos a perder nosso amor pelos livros e pela vida.

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  • Este escrito teve algumas correções e também se ajeitou alguns conceitos, isto foi feito pelo Rabino Prof. Ruben Najmanovich, com a colaboração de Lawrence Kilshaw

Pensamentos a respeito do Shabat (em espanhol)

Prontamente estes mesmos artigos serão publicados em Português.

Muito Obrigado!!!

Shabat - Heschel 1 Vers. Impr.

Shabat - Heschel 2 Vers. Impr.

Shabat - Heschel 3 Vers. Impr.

quarta-feira, janeiro 04, 2012

O Judaísmo e a Ciência – 3ª Parte

¿Quién dijo que la Tierra es

redonda?

¿tierra redonda?

Cualquier ser humano medianamente informado sabe que en la antigua Grecia dominaba la convicción de que la Tierra tenía forma plana; y que tres ballenas de tamaño cósmico le servían de apoyo al espacio. Otras civilizaciones sostenían que no era sino sobre elefantes que nuestro "planeta" descansaba. Así también, nadie dudaba de que los terremotos se debían al movimiento eventual de esos pilares y sostenes zoológicos. Intolerable por su "falta de lógica" se consideraba a la idea de una tierra esférica, un planeta "flotante" (con todo lo que ello implica).

Luego de las travesías de Colon, inmovible en su certeza de la redondez terrestre, reconocieron los hombres de ciencia que toda la sabiduría anterior, basada en la contraria teoría (anteriormente expuesta), era equivocada. Sin embargo, el común de la gente, la mayoría, continuaron viviendo bajo la sombra del error. A lo largo del tiempo la esferidad de la tierra acabo por afirmarse, y recibió en las últimas generaciones el indiscutible sello de la ciencia. (Si aun caben dudas, de más esta decir que sobran pruebas que desmienten la hipótesis de un plano planeta basado sobre animales).

Sin embargo hay que reconocer que en la antigüedad, a causa de la carencia de tecnología, conocimientos e instrumental, no había razón para no suponer que la tierra era plana (o cualquier otra ocurrencia). Mas todavía si se tiene en cuenta que la idea de un planeta redondo implicaba el engorroso inconveniente de hombres, en cierto lugar del mundo, parados cabeza abajo (Newton, por supuesto, aun no había nacido).
...Pero; en el Zohar Hakadosh, pilar de la Cabaláh, escrito hace más de 2000 años, estaba ya registrada la aseveración de la real forma del planeta tierra y la gravedad, y con lujo de detalles.
Dice en Zohar, Vaikrá daf (pagina) 10a:

"El mundo gira y, a su vez, tiene forma esférica. Sobre él, sus habitantes están de pie y cabeza abajo. Y todas las criaturas de la Tierra, que viven en distintos puntos de ella, tienen apariencias distintas: en color de piel, rasgos faciales, etc. El sol determina cambios climáticos en cada zona [estaciones], y además alumbra una parte mientras la otra permanece en la oscuridad. Hay lugares iluminados siempre y que no se encontrará en ellos noche sino en períodos de tiempos cortos [los polos]. Porque así está escrito en los Salmos (Tehilim - Salmos 139): "Te agradezco por las luminarias y son sorprendentes Tus obras". Y este secreto es transmitido por la sabiduría de la Toráh".

De este fragmento del Zohar se desprende algunas ideas considerables:


1. Una tierra esférica.
2. Habitantes en toda la extensión de su territorio.
3. La fuerza de la gravedad.
4. Diferenciación de razas de acuerdo a sus características físicas.
5. Relación entre hábitat natural y características físicas.
6. Distinción entre noche y día unitemporales.
7. Sectores en que reina la luz durante gran parte del año incesantemente, o sea, los polos terrestres.

Los Sabios de Israel no ignoraban entonces que este modo de pensar era suyo propio y que resultaría extraño a los sabios de las demás naciones; es por eso que al final del párrafo definieron estas consideraciones en calidad de secreto. Además, señalan que el origen de estos conocimientos no es resultado de investigaciones sino de una transmisión bíblica, recibida en el Monte Sinaí, por D's, el creador y arquitecto del planeta y el cosmos y todo lo existente; lo que vemos y lo que nos está oculto; lo que sabemos y lo que aun no hemos descubierto.

¿Cuántas estrellas hay en la constelación Pléyades?

En esta constelación distanciada a 300 años luz de la tierra, distinguimos, a simple vista en una noche clara y despejada, seis estrellas. Una visión muy aguda permite ver siete y tal vez ocho. Por eso consideraron los astrónomos durante muchas generaciones que las pléyades eran ocho estrellas.

Sin embargo en el año 1609 gracias al telescopio diseñado por Galileo Galilei comenzó a pensarse que el numero de estrellas de tal constelación era un tanto mayor.

En los últimos años, con la ayuda del radiotelescopio se descubrió que está compuesta de más de cien (ver "Ejercito Celestial" pag. 134, astrónomo Dr.N.Vidal y Enciclopedia Judaica, pag. 674.).

En el Talmud, Tratado de Berajot 58b dice lo siguiente:

"Cómo son las Jimhá (pléyades). Dijo Shmuel: como cien estrellas [la conforman]. Hay quienes dicen que están concentradas y muy cercanas unas de otras, pero hay quienes opinan que están dispersas".

(Consultar también la exegesis de Rashi).

El Talmud fue escrito hace aprox. 1500 años. Como es de suponer, en aquella época aun no habían telescopios, por lo menos, no oficialmente. (vean articulos anteriores a este0

Los investigadores de astronomía no judíos no aceptaban de manera totalmente las palabras del Talmud; incluso intentaban refutarlas con todos los medios posibles. Sin embargo los Sabios del Talmud se mantuvieron firmes en su posición. Esto es porque tenían la convicción de que los conocimientos que poseían provienen del Creador del universo, que incluye también a las pléyades, y quién mejor para decir qué y cuántas cosas hay en el universo, que su propio Creador...

Este conocimiento lo recibieron los Sabios de Israel de boca de sus mayores y estos de sus mayores ininterrumpidamente hasta Moshe Rabenu que lo recibió de D´s en el Monte Sinaí.

terça-feira, janeiro 03, 2012

O Judaísmo e a Ciência – 1ª Parte.

¿Quién inventó el telescopio?

judaismo e telescopio

Impresionante. Por medio de un tubo hueco con un mínimo de dos vidrios preparados especialmente y colocados de manera correcta se logra observar claramente objetos que se encuentran a grandes distancias y que, a simple vista, siquiera son divisorios. Obviamente nos referimos al telescopio.
Según nuestros registros (los que quienes han escrito la historia nos quisieron legar) dicho sorprendente instrumento fue inventado por el famoso y censurado científico italiano Galileo Galilei (1563-1642).

Algo sabido y reconocido es que el pueblo judío brindo a la humanidad numerosos distinguidos astrónomos y estudiosos y conocedores del cosmos, muchos de ellos rabinos y sabios de la Tora, quienes obtuvieron sus conocimientos estelares en las fuentes bíblicas y talmúdicas.

Uno de los mayores exponentes, a modo de ejemplo, es el gran Tanaita, Presidente del Sanedrín (parlamento y suprema corte rabínica de Israel), Raban Gamliel de Yavne. La Mishnáh en el tratado de Rosh Hashanáh comenta que era una persona por demás versada en astronomía, que poseía en su altillo una especie de "observatorio" con cuadros y gráficos de los distintos cuerpos celestes y sus alternativas posicionales, según la época del año.

Cabe la pregunta> ¿Como sabia Raban Gamliel todo esto? ¿De donde obtuvo las imágenes y mapas de planetas distantes, la luna y las estrellas? Difícilmente haya tenido acceso a alguna moderna enciclopedia o atlas de astronomía, o halla navegado por el web site de la NASA y accedido a las fotos de última generación obtenidas por el radiotelescopio "Hubble"...

El Talmud, en el Tratado Eruvin, hoja 43b, nos comenta lo siguiente:

"Raban Gamliel tenía un tubo hueco con el que, cuando miraba a través de él, podía ver a distancia de dos mil codos tanto por mar como por tierra. Con el mismo tubo le era posible averiguar tanto la profundidad de un valle como la altura de una palmera".

Al referirnos a Raban Gamliel: ¿no estaremos hablando del verdadero inventor del telescopio, 1600 años antes de lo registrado...?

segunda-feira, janeiro 02, 2012

O Judaísmo e a Ciência – 2ª Parte.

El Talmud y las vacunas

Talmud y Vacunação
Uno de los descubrimientos científicos que trajo la salvación a millones y millones de personas en el mundo, a tal punto de convertirse en la primera causa de salvación de vidas, es aquel al que llego el Dr. Louis Pasteur: el método de inmunización y erradicación de enfermedades virales por vacunación, es decir: las vacunas. Este método, introduce la curación de enfermedades virales por intermedio de la misma bacteria que la provoca.

El Dr. Pasteur comenzó, como es sabido, sus experimentos con la curación de la rabia. Al haber tenido un rotundo éxito, aun por sobre sus expectativas, paso a implementar el trata amiento en otras enfermedades, también exitosamente.
Ahora bien, en el libro "Meboh Shearim", cuyo autor es Ben Doro, amigo del Dr. Pasteur, trae un comentario a modo de anécdota de haber oído que al ser el doctor Pasteur un gran amigo del Rabino Dr. Israel Ravinowicz, recibió de este las ideas básicas para sus posteriores investigaciones.
El asunto seria así: El Rabo Dr. Israel Ravinowicz - habitante de Paris- comenzó, como es sabido, a traducir el Talmud al francés y su traducción llego a manos del Dr. Pasteur, despertando de lo allí leído su genio y posterior desarrollo científico.
Lo que leyó se encuentra en el Tratado Yoma, pagina 84a:
"Quien fue mordido por un perro loco (rabioso) hay que darle de comer del hígado del perro".
El Dr. Foster, sorprendido, a partir de allí comenzó a experimentar, con los resultados por todos conocidos.
Si la leyenda acerca de la amistad entre el Rabí Dr. Ravinowicz y el Dr. Pasteur es cierta o no, y que si de la traducción de uno nació la iniciativa de investigación del otro, es verdad: no lo sabemos.
Lo que sí es cierto e indiscutible es que nuestra sagrada Toráh, en el Talmud, nos enseña la formula contra la rabia, y de allí, el secreto de las vacunas.
Ante cualquier duda, consulte a su medico... o a su rabino...

domingo, janeiro 01, 2012

Una Carta Abierta al Escupidor de Beit Shemesh - ¿Cómo te atreves?

¿Cómo te atreves?

¿Cómo te atreves a escupirle a una niña de 8 años y aterrorizarla mientras camina hacia la escuela? No me importa cómo esté vestida, escupir, el abuso verbal y las amenazas de violencia no pueden ser toleradas.

¿Cómo te atreves a llamarte judío jaredí, temeroso de D's? Tus despreciables actos son diametralmente opuestos al judaísmo. Eres un matón, un pandillero cuya conducta, en las palabras de la declaración de la Agudat Israel de Estados Unidos, “está más allá de los límites del comportamiento decente y moral ¡judío!”.

¿Cómo te atreves a ponernos en una situación en la que necesitamos declarar fuerte y claro que condenamos tus abominables actos? No compartimos tu misma teología; nos molesta tener cualquier asociación contigo que necesite nuestra clara denuncia.

¿Cómo te atreves a vestirte como un judío religioso y crear un masivo Jilul Hashem, una profanación del nombre de Dios, en donde los mal informados judíos y no judíos de todo el mundo creen las distorsiones de los medios que dicen que de alguna manera representas a los judíos religiosos de Israel? Eres como un ladrón con kipá que cena puerco, él no puede llamarse a sí mismo un judío ‘religioso’. Te rehúsas a escuchar el liderazgo rabínico, y tus acciones están causándole un daño irreparable al pueblo judío.

¿Cómo te atreves a rechazar el camino de la Toráh de “ama a tu prójimo” para, en cambio, erigir barreras de odio e intolerancia?

¿Cómo te atreves – con tus acciones censurables – a desmotivar a los judíos que tienen curiosidad por aprender sobre su legado judío?

¿Cómo te atreves a rechazar el camino de la Toráh de “ama a tu prójimo” para, en cambio, erigir barreras de odio e intolerancia?

Me encantaría tener la oportunidad de sentarme contigo y explorar con calma los temas para llegar a un enfoque diferente que cumpla con los dictámenes de la Toráh, "Sus caminos son caminos placenteros y todas sus sendas son paz" (Proverbios 3:17).

Juntos podríamos aprender del siguiente ejemplo del gran Rosh Ieshiváh de Mir, el rabino Nosson Tzvi Finkel, de bendita memoria, y de su rebetzin:

Una pareja israelí no religiosa estuvo casada por 12 años y no podían concebir. Estaban perturbados, y decidieron aconsejarse con el renombrado Rosh Ieshiváh. Era un caluroso día de verano y la pareja golpeó a su puerta. La mujer estaba vestida con su típico atuendo de verano, es decir, no estaba vestida con recato.

La Rebetzin Finkel abrió la puerta y recibió a la pareja. “!Que bueno que hayan venido a conocer a mi marido!”. Luego se dirigió a la mujer y le dijo con calidez: “Sabes, mi marido es un gran erudito – él estudia todo el día. Cuando entro a hablar con él, por respeto, utilizo un chal. Por qué no vienes conmigo y vemos si tengo uno para ti también. Creo que incluso tengo una hermosa joya que le hará juego, y después, iremos juntas a hablarle”.

Entraron a su estudio y le contaron al rabino por qué habían venido. Al rabino Finkel le resultaba muy difícil hablar debido a los efectos debilitantes del Parkinson. Él juntó fuerzas y le dijo a la mujer: “Tú y yo tenemos mucho en común. Ambos sabemos lo que es el sufrimiento”. Comenzó a sollozar, junto a su esposa. Luego la pareja comenzó a llorar también.

El rabino Finkel habló con la pareja por un rato, consolándolos. Luego anotó sus nombres, prometiendo rezar por ellos.

Sin gritos, sin amenazas, sin escupitajos. Sólo amor, respeto y compasión de un judío por el otro.

Maimónides escribe (Leyes del Desarrollo de Carácter – Hiljot Deot, 6:7. De su Libro Mishné Toráh) que la única manera de acercar a la gente es con amor. Así es como D’s se relaciona con nosotros, y así es como Él quiere que nos relacionemos con los demás.

Abandona tu odio y elige el camino de la Toráh de calidez y entendimiento. ¿Te atreves?. Puede ser que así seas un temeroso del Criador (Irat Shamaim). El verdadero hombre de fe, es aquel con dulzura, enseña, acepta al otro, por mas diferencias que existan, y ayuda a crecer en espiritualidad, en valores, y principalmente hace de cada día, una honra al Criador, los escupitajos, insultos y agresiones, no son parte de la educación que la Toráh transmite, recuerda, si es que has estudiado, el episodio de Hillel, Shamai y el Prosélito, que Shamai frente a una pregunta, para el sin sentido, lo expulso de su casa con agresión, pero Hillel, frente a la misma pregunta de la misma persona, le dijo que toda la Toráh es enseñarnos a no hacerle a otro lo que no nos gustaría que nos hagan.

Por favor, cambia, deja de profanar la Toráh y el nombre de D’s, aprende de Hillel, y ama a tu prójimo, porque tu puedes ser próximo prójimo.

SOBRE SER JUDEU – Mel Brooks

Sobre ser judeu - sem piadas

Por: Mel Brooks

 

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Posso estar irado com D'us ou com o mundo, e estou certo de que grande parte das minhas comédias é baseada em fúria e hostilidade… Isso vem de uma sensação de que como judeu e como pessoa, eu não me encaixo na média da sociedade americana.

Sentir-se diferente, sentir-se alienado, sentir-se perseguido, sentir que a única maneira de você lidar com o mundo é rindo – porque se você não ri, vai chorar e nunca parar de chorar – isso provavelmente é responsável por os judeus terem desenvolvido tanto senso de humor.

O povo que teve o maior motivo para chorar aprendeu, mais que qualquer outro, a rir.

Baseado nas conquistas dos indivíduos judeus, nos ganhadores do Prêmio Nobel e nos heróis da cultura moderna, bem como na quantidade de atenção que os judeus recebem da mídia, você jamais acreditaria nas respostas certas: há pouco mais de 13 milhões de judeus no mundo, o que compreende menos de 1/4 de 1% da população mundial!!!

Você acha que é apenas uma coincidência? Vinte e um por cento dos ganhadores do Prêmio Nobel foram judeus, embora eles formem menos de um quarto de um por cento da população do mundo. Escolha qualquer área, e você verá que os judeus se destacaram nela.

Pense nos nomes de muitas figuras dos tempos atuais, responsáveis pelas maiores conquistas intelectuais da história – MARX, FREUD, EINSTEIN – e encontrará prova do veredicto bíblico: "Certamente este é… um povo sábio e inteligente." Simplesmente não há maneira de negar isto.
Os judeus são realmente inteligentes. Deve haver um motivo – e posso dar-lhe três:

HEREDITARIEDADE, AMBIENTE e UM SISTEMA ÚNICO DE VALORES.

HEREDITARIEDADE – Os historiadores têm destacado uma fascinante diferença entre judeus e cristãos. No Cristianismo, bem como em muitas outras religiões, a santidade foi identificada com ascetismo, grande espiritualidade com a prática do celibato.

Durante séculos as mentes mais notáveis entre os cristãos foram convidadas a entrar para a igreja e se tornarem sacerdotes.

Isso efetivamente condenou sua herança genética de inteligência a um fim prematuro.

Os judeus, por outro lado, levaram muito a sério o primeiro mandamento da humanidade – serem frutíferos e se multiplicarem. O sexo nunca foi visto como pecaminoso, mas sim como uma daquelas coisas criadas por D'us que Ele certamente deve ter tido em mente quando declarou, ao rever Sua obra: "Veja, tudo era muito bom."

Entre os judeus, os mais inteligentes foram encorajados a se tornarem líderes religiosos. Como rabinos, eles tinham de servir como modelos para seus congregantes como procriadores e "pais de seus países." A inteligência foi passando de geração em geração, e os judeus de hoje ainda estão colhendo os benefícios de seus ancestrais.

AMBIENTE – Se desafio e reação são as chaves para a criatividade e realização, não admira os resultados para a mente; eles têm sido desafiados mais que qualquer outro povo na terra. A escola da dureza é um maravilhoso professor. Os judeus não tiveram escolha exceto aprender a serem melhores que os outros, pois as probabilidades eram sempre contra eles.

UM SISTEMA ÚNICO DE VALORES – Ainda não abordamos o motivo mais importante de todos. Os judeus são inteligentes porque foram criados numa tradição que valoriza a educação acima de tudo, que considera o estudo a maior obrigação da humanidade, e que identifica o intelecto como a parte de nós "criada à imagem de D'us." Ser analfabeto era impensável no mundo judaico, não apenas porque era um sinal de estupidez, mas, principalmente, porque era um pecado.

Os judeus são obrigados por lei a ler a Toráh inteira todo ano, dividindo-a em seções semanais. O costume largamente seguido era quando uma criança completava três anos de idade, devia escrever com mel as letras do alfabeto hebraico, e fazer a criança aprendê-las enquanto as lambia, comparando seu significado com o sabor da doçura.

Os judeus estudavam o midrash, e lhes é ensinado: A Espada e o Livro vieram juntos do Céu, e o Eterno disse: ‘Guarde o que está escrito neste livro ou seja destruído pelo outro’.

O Tevye filosófico, aquela deliciosa criação do escritor yidish Shalom Aleichem e estrela de Um Violinista no Telhado, explicou que os judeus sempre usam chapéus porque nunca sabem quando serão forçados a viajar.

O que ele não disse, que provavelmente é mais importante, é que eles sempre asseguram de ter algo debaixo dos chapéus e dentro da cabeça – porque as posses físicas podem ser tiradas deles, mas aquilo que acumularam na mente sempre vai permanecer como a maior "mercadoria" que um judeu possui.

E você achava que Mel Brooks era apenas um homem engraçado.

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*Mel Brooks, nome artístico de Melvin Kaminsky (Nova York, 28 de junho de 1926), é um ator e cineasta americano de origem judaica. Uma das poucas pessoas que receberam um Oscar (prêmio do cinema), um Grammy (prêmio de música), um Emmy (prêmio de TV), e um Tony (prêmio de teatro). Os maiores em cada categoria.

    Algumas de suas frases célebres:

  • "Mau gosto é simplesmente dizer a verdade antes que devessem ser ditas."
  • "Olha, eu não quero parecer filosófico, mas vou dizer que se você estiver vivo tem que bater os braços e pernas, tem que pular muito, pois a vida é exatamente o oposto da morte, e, portanto, você deve pelo menos pensar barulhento e colorido, ou você não está vivo. "
  • "Aquele que hesita é pobre."
  • "Humor é apenas mais uma defesa contra o universo."