quinta-feira, março 28, 2013

Halajáh de la Semana: La Cuenta del Omer -- Sefirat HaOmer.

LA CUENTA DEL OMER

Sefirat HaOmer Calendar is made of Brazilian Rosewood, Ebony, and Gilded Silver. It was designed and crafted by Catriel Sugarman of Jerusalem, Israel

Está escrito en la Toráh: Y contaréis para vosotros desde el día siguiente del Shabat, del día en que habéis ofrecido el ómer, siete semanas completas (Vaikra – Levitico 23,15). Afirman nuestros sabios (Talmud Babilónico, Tratado Menahot 65b) que el día siguiente al Shabat a que hace referencia el versículo es el día siguiente al primer día de Pesaj, pues también el día festivo recibe el apelativo de Shabat. Debido a esto es que comenzamos a contar el ómer a partir de la noche del dieciséis de Nisan, o sea la segunda noche de Pesaj, lo cual constituye un precepto de la Toráh que se extiende siete semanas, o sea cuarenta y nueve días, hasta la festividad de Shavuot.

De todas formas, siendo que está escrito: Contaréis para ustedes siete semanas desde el comienzo de la siega de la hoz en las mieces, comenzaréis a contar siete semanas (Devarim – Deuterónomio 16,9), el precepto del ómer comienza con la siega del cereal en épocas en que se hallaba construido el sagrado templo para ofrecer la ofrenda correspondiente; sin embargo en la actualidad, en las que lamentablemente no disponemos de nuestro Templo el precepto de la cuenta del ómer permanece sólo como una institución rabínica en recuerdo del sagrado Templo. Por lo tanto, en el texto de "leshem Yjud." que prologa la cuenta del ómer es apropiado omitir el párrafo que dice “y contaréis para ustedes como está escrito en la Toráh” pues en la actualidad dicha cuenta no es un precepto de la Toráh (y aún cuando de acuerdo a la opinión de RaMbaM* y otros comentaristas no existe relación alguna entre la cuenta del ómer y la cosecha del grano por lo que la cuenta del ómer se consideraría un precepto activo de la Toráh incluso en la actualidad, de todas formas a los efectos halájicos no se dictamina según esta opinión sino como lo legisla Maran en el Shuljan Aruj, donde afirma que la cuenta del ómer en la actualidad es un precepto rabínico, pues así lo sostienen Rab Hay Gaón, Tosafot, Rabenu Asher, Rashba, Ran, y otros).

El precepto de la cuenta del ómer se refiere a cada uno de los días del ómer - que median entre Pesaj y Shavuot - por lo que pronunciamos la bendición correspondiente cada día previo a la cuenta. Sin embargo, según la opinión de la obra Halajot Guedolot la persona que omite uno de los días la cuenta del ómer no puede continuar bendiciendo los días siguientes ya que la cuenta debe realizarse en forma consecutiva y si omite un día pierde la secuencia numérica y por lo tanto no se considera una cuenta consecutiva.

A los efectos halájicos asumimos que aún si dejó de contar uno de los días puede continuar con la cuenta, sin embargo, debido a la regla halájica que establece “safek berajot lehakel” - ante la duda en una bendición evitamos pronunciar el nombre divino en vano - tomamos en cuenta la opinión de la obra Halajot Guedolot y por lo tanto quien haya olvidado un día la cuenta del ómer podrá continuar la misma sin embargo deberá omitir la correspondiente bendición.

El tiempo para la cuenta del ómer es la noche. Si hubiese olvidado en la noche contar el ómer podrá contarlo durante el día omitiendo la bendición, y a partir del día siguiente podrá continuar contando con la bendición correspondiente.

Las mujeres que deseen contar el ómer podrán hacerlo sin pronunciar la bendición. Cualquier duda, preguntar que desarrollaré el tema con más detalles al respecto.

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* RaMbaM – Rabí Moshe ben Maimón, conocido como Maimónides – Rabino, Filosofo y Medico del siglo XII, autor de varias obras: Guia de los Perplejos y Mishne Toráh.

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segunda-feira, março 25, 2013

Mensagem de Pêssach – 5773/2013

HAPPY PASSOVER

חג שמח

pesaj-humor1

HAPPY PÊSSACH

Nissan 5773 – Ano 2013

Veigdata libnchá, e relataras a teus filhos, vechol dor vador chaiav Adam lirot et atsmo keilu hu iatsá mimitsraim, em cada geração, cada judeu deve sentir como se ele mesmo tivesse saído do Egito. Recordando que a palavra mitsraim – Egito, pode ler-se em hebraico mudando as vogais como metsarim – angustia.

Em esta noite devemos liberar-nos do faraó, para sair da angustia, da tristeza; o faraó representa, aquelas coisas que nos oprimem, nos escravizam, e não nos deixa ser felizes. O Chamets representa aquilo que obstaculiza nosso crescimento interior, que nos paralisa e não nos permite enxergar nossos verdadeiros valores; a Matsá pelo contrario, a sensibilidade, que esta a nosso alcance para sentir que devemos fazer pequenas porem importantes mudanças para destruir as pirâmides, cruzar o mar vermelho, e encontrar a liberdade em o mensagem Eterno e Divino de nossa Toráh.

Que a festividade de Pêssach, os fortaleça os encontre unidos, e com bênçãos em cada lar, que suas mesas sejam fartas e que o a partir a Matsá, aprendamos o valor de compartir.

Que sejam todos abençoados

Pêssach Casher Vessameach.

Rabino Ruben Najmanovich e família

domingo, março 24, 2013

Pêssach e a sua essência

Pêssach e a sua essência

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Desde séculos, os cabalistas têm entendido que para atingir um nível de iluminação e conhecimento, temos que abandonar as explicações tradicionais dos adeptos da assim chamada corrente principal e retornar ao significado e propósito da festividade. Os sábios confiaram nas leis de causa e efeito para quebrar os muros de idéias erradas que têm prevenido tantas pessoas de tomarem proveito da riqueza e positividade que a festa de Pêssach tem para oferecer. A significação de Pêssach é resultado e efeito do mês hebraico de Nissan (provem da palavra Nes = Milagre), que é a causa primária da liberdade que é tão freqüentemente associada com esta festa especial. Portanto, não há razão para celebrar tradicionalmente Pêssach como a ocasião que marca a libertação do Povo Judeu.

Pêssach nos proporciona uma oportunidade de perceber que podemos e devemos hoje alcançar liberdade irrevogável em nossas vidas individuais.

A servidão à qual estamos sujeitos vem de várias formas: uma pessoa ou um país pode estar sobrecarregado pelo peso de dívidas. Um casamento pode ser uma fortaleza que alguns tentam deixar e na qual outros querem entrar. Podemos nos livrar da servidão da insegurança, da carência, do medo, dos litígios. As muitas faces da servidão enchem nossa vida, não reconhecida como tal. Perdemos noção do amanhã. Podemos ser escravos ao penhorar nossa esperança.

Quando há esperança no coração, mesmo num momento difícil e triste, um melhor amanhã surge no horizonte, levantando o espírito e sustentando os passos.

Estamos cegos para os aspectos e as situações nas quais não precisam ser necessariamente partes do quebra-cabeça de nossas vidas. Porque não enxergamos os verdadeiros horizontes. Pêssach nos libera das ataduras de nossa capacidade de enxergar.

Às vésperas do primeiro Pêssach da História, quando D'us prometeu que a redenção viria, Ele usou a seguinte expressão: "Farei um pedut entre Meu povo e os egípcios" (Shemot VIII:19). Há divergências entre os comentaristas sobre a tradução de pedut, se quer dizer "separação" ou "libertação". Na verdade, veremos que é a combinação de ambas.

Mais adiante na Toráh, Rashi nos ensina que há um amanhã imediato e um a longo prazo. Em termos gerais, todos os povos sonham com a Redenção, assim como o escravo sonha com sua liberdade.

A chave que destranca as portas da cadeia mesma que nos prende longe da libertação que teve lugar no Egito há tantos anos atrás pode ser encontrada no livro do Êxodo, na Bíblia. "Esse mês será para vós princípio dos meses, seja ele para vós o primeiro dos meses do ano" (Êxodo, 12:2). Esta é a primeira menção Bíblica como o Rosh haChodashim, o primeiro, a cabeça, ou a fonte de todos os meses. As palavras chaves no versículo do Êxodo citado são "para vós". Com esta frase, o controle e o conceito de liberdade mudou na época do Êxodo, do Egito, deixando os filhos de Israel, e com eles toda a humanidade, em controle.

Toda pessoa cuja vida seja obscurecida pela miséria busca a luz no horizonte distante, porque não compreende que livre se é quando se muda. A questão é, se está apenas preocupada com o imediato, em curto prazo, ou traçou metas maiores na vida. Será que leva também em conta o amanhã distante ou sua visão é limitada somente àquilo que enfrenta no momento? Ocorre-lhe incluir dias mais felizes para os que ainda nascerão?

Verdadeiros fundadores de nações sempre pensam mais à frente de sua geração, inspirados pela idéia de que estão estabelecendo uma república para o futuro, com base nos princípios e ideais de liberdade e justiça para todos.

Quando o Todo-Poderoso prometeu a redenção de nosso povo, não tencionava abranger apenas o futuro visível. Ele foi muito mais além; D'us tinha em mente o grande e glorioso amanhã, que garantiria a liberdade para toda a humanidade, em época de benevolência, livre de qualquer sofrimento, com todos cumprindo Sua lei.

Agora é possível entender melhor a tradução de pedut - separação e liberdade; na verdade uma coisa só. A "Separação" nos ensina que há uma diferença básica entre o conceito de liberdade apenas para romper as correntes imediatas, e a outra imagem exaltada de liberdade que pretende libertar o homem para sempre.

Esta liberdade só é eficaz quando regida pela lei e justiça, pela Toráh e seus ensinamentos eternos. Isto é válido para qualquer pessoa, em cada lugar e em todas as épocas.

Este é o mapa completo para todos os tempos ainda por vir.

Possamos expandir nossos horizontes, dedicando-nos a trazer liberdade e paz para os que estão distantes e conforto para o próximo. Que cada um de nós, identifique a liberdade com a essência do judaísmo, descubrindo a mesma em nossa Toráh. Pêssach Casher Vessameach

Pêssach: Seu fundamento

Pêssach

Sua idéia Central

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Fora de contar a saída do Egito, a semana de Pêssach tem uma idéia central, que se você absorver, entendeu todo o esquema e vai sentir muito mais prazer em cumprir as leis e mitsvot de Pêssach, que são muitas poucas e tem seu propósito.

Toda a idéia do Pêssach é a não fermentação da matsá.

Seja quadrada ou redonda, feita a mão ou a máquina, a matsá não pode ter fermento e não pode assar mais de 18 minutos seguidos, senão cresce.

As palavras "mitsvot" e "matsot" estão escritas iguais na Toráh.

Se olharmos para dentro da nossa alma, constataremos que o orgulho, a vaidade, o ódio, a inveja, a cobiça e a fofoca são produtos da fermentação dos nossos egos.

A matsáh, chatinha e que não cresce, nos ensina como tem de ser nossa postura perante as mitsvot, sejam elas do homem para D'us (como Shabat, cashrut, tefilin) ou do homem para com o seu próximo (como não roubar, não mentir, não fofocar).

O homem verdadeiramente livre é aquele que consegue dominar a fermentação do próprio ego. O escravo está aferrado a seu egocentrismo e não vê que quem esta à sua frente é uma criatura feita por HaShem.

Por isso celebramos o Seder juntinhos, cada um contando a saga da saída do Egito em sua própria língua e linguagem, as crianças participam, a Toráh fala dos quatro filhos em volta da mesa e não exclui ninguém e temos a mitzváh de convidar um pobre ou alguém que esteja sozinho, tudo isso para celebrarmos a libertação da nossa bondade.

Essa é a idéia central de Pêssach.

Se você a captou, vai se sentir um homem Livre!

Víspera de Pesaj

ANULACIÓN Y ELMINACIÓN DEL HAMETZ

busqueda del jametz

La noche del catorce de Nisán, este año,  el domingo 24 de Marzo por la noche, se revisa el Hametz a la luz de una vela de cera o parafina, como lo han instituido nuestros sabios.

Si no posee una vela podrá utilizar una linterna pequeña que pueda introducir en los distintos recovecos de la casa y los bolsillos de las vestimentas. Le revisión debe ser hecha en todas las habitaciones de la casa, incluso en aquellas en las que posee la certeza que nunca ingresó con hametz. También deben revisarse el estacionamiento privado, el automóvil, el jardín, el balcón, etc.

Las ropas que tras haber sido enviadas a la tintorería se colocaron en el armario o closet de la casa, no es preciso que se revisen sus bolsillos ya que de haber existido algún vestigio de Hametz el mismo quedó inutilizado con los artículos de limpieza utilizados en la tintorería, y todo Hametz que se descompone o inutiliza antes de Pesaj pierde su condición de alimento prohibido.

El tiempo para comenzar la revisión es tras veinte minutos de la puesta del sol. Sin embargo, si hubiera transcurrido este lapso puede de todas formas realizar la revisión. Media hora antes de la revisión no está permitido comer "cabetzá" de pan o torta -aprox. 56 grs.-; menos de esta medida así como frutas o arroz se puede comer.

Tras la bediká -revisión-, se debe anular verbalmente el Hametz. Esta anulación debe pronunciarse en el idioma que se comprenda pues de lo contrario la misma carece de valor. A continuación, el texto original de la bediká y su traducción al español. Kal Hamirá deika virshuti dela hazité udela vi´arté, libtil velehevé queafra de ar´a – Que todo hamets existente en mi poder, no visto y no eliminado, sea anulado y considerado como el polvo de la tierra . Se acostumbra a repetir el texto de la revisión tres veces. En la última repetición se acostumbra agregar libtil veleheve hefker queafra de ar´a - sea considerado el hametz fuera de mi posesión.

Aquella persona que conserva Hametz en Pesaj anula un precepto positivo, como está escrito: Y anularéis el hametz de vuestras moradas. Y asimismo trasgrede un precepto negativo, pues está escrito: Y no se verá para ti hametz.Por lo tanto, nuestros sabios decretaron (Pesajim 28ª) que el hametz de un judío que fue conservado en Pesaj se prohíbe su usufructo después de la festividad, tanto para la persona que lo conservó como para otros.

El que sabe de cierto hametz que fue conservado en Pesaj debe poner en conocimiento a las demás personas para que eviten trasgredir esta prohibición rabínica. Por lo tanto, las personas observantes no deben adquirir ningún producto hametz después de Pesaj sino en locales que vendieron los alimentos prohibidos antes de Pesaj por medio del rabinato local o las personas designada para tal fin por una autoridad rabínica reconocida.

Cómo debe ser exterminado el Hametz? Se quema, o se pulveriza y se lo dispersa al viento o en un río. La costumbre indica incinerar el Hametz la víspera de Pesaj. El Hametz que fue arrojado a la basura no es necesario que sea incinerado.

Algunos acostumbran esconder en la casa diez trocitos de Hametz, bien envueltos, para que los encuentre la persona que realizará la bediká. Quienes así acostumbran deben registrar los lugares en los que fue escondido el Hametz para evitar que alguno de estos paquetitos se extravíe.

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Agradecemos a nuestro Maestro Rav. Ovadia Yosef Shlita

terça-feira, março 19, 2013

Kidush: En la noche de Pesaj

KIDUSH

LA NOCHE DE PESAJ

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El orden ritual que seguimos la noche de Pesaj Kadesh -kidush, santificación sobre el vino-,Urhatz -lavado de manos sin bendecir-, Carpas -apio untado-, Yahatz -división de las Matzot-, Maguid -relato de Pesaj-, Rohtza -lavado ritual de manos con bendición-, Motzi-Matza -bendición sobre las Matzot-, Maror -hierbas amargas-, Corej -atado de hierbas y matzá- Shuljan Orej -cena festiva-, Tzafun -se prueba el trozo final de Matza- Barej -se pronuncia la bendición final sobre las matzot-, Halel -alabanza final-, Nirtza -aceptación del orden realizado-, fue instituido por el gran sabio Rash"i (Shelomo Itzjaki s. XI) y tradicionalmente es seguido por todas las comunidades judías y se edita hasta la actualidad en distintos libros y hagadot que se publican.

En la actualidad todas estas publicaciones poseen detalles y comentarios sobre el orden ritual de esta noche y por lo tanto son de excelente ayuda para seguirlo sin inconvenientes. Sugerimos la hagadá de Pesaj "Hazon Ovadia" de Rabí Ovadia Yosef, Shlit"a, la cual fue redactada en un lenguaje claro y accesible y posee toda la guía halájica que requiere esta noche.

El vino sobre el que se pronunciará la bendición correspondiente esta noche así como el Kidush, debe estar procesado según la halajá y contener en su mayor parte jugo puro de uvas.

Los vinos que poseen agregados de agua, azúcar, saborizantes, etc. los cuales constituyen la mayor parte de los mismos, pierden la condición halájica de vino y por lo tanto su bendición es la de "sheacol nihiya bidbaró", como cualquier bebida refrescante con sabor a vino que posee sólo un diez por ciento de jugo de uvas.

Incluso aquellos vinos que se hallan bajo la supervisión de órganos de Kashrut sumamente respetables, no son considerados halajicamente vino para los sefaradim a menos que posean la cantidad suficiente de uva pura según lo requiere Maran en el Shuljlan Aruj. Y aún cuando las etiquetas poseen la leyenda "Boré Perí Haguefen según Maran Habet Yosef", no se debe confiar en las mismas pues no siempre responden a la opinión de Maran aceptada tradicionalmente por las autoridades rabínicas sefaraditas que requieren una mayoría de jugo de uva puro para considerarlo "haguefen".

Algunas bodegas exigen en su producción una mayoría de jugo de uva tanto por cuestiones de calidad como por requerimiento halájico, por ej. en Israel bodegas "Carmel", "Ramat Hagolan", "Castel", y otras cuyos vinos responden a la bendición es "haguefen" sin ningún tipo de dudas. También los vinos procesados bajo la supervisión de cuerpo de Kashrut "Bet Yosef" son considerados halájicamente "haguefen" y aptos para el Kidush tanto de Pesaj como de Shabbat.

La cantidad de vino que se debe consumir en cada copa de las cuatro que se beben la noche de Pesaj es de 81 grs. -reviit- los cuales deben consumirse ininterrumpidamente. Si hubiese bebido la mayoría del reviit, o sea 41 grs será eventualmente suficiente y no necesita volver a tomar.

La persona a la que se le dificulta beber vino y bebe sólo la mayoría del reviit como vimos más arriba, debe tratar de beber en el tercer o el cuarto vaso un reviit íntegro, 81 grs. para poder recitar la bendición final del vino sin duda alguna.

La persona que por motivos médicos o de otra índole no puede beber vino, puede cumplir su obligación con jugo de uva.

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Agradecemos a nuestro Maestro Rav. Ovadia Yosef Shlita

sexta-feira, março 15, 2013

Pêssach: Resumo de leis e costumes.

Pêssach

Pessach Sameach

Leis de Pêssach

Durante os oito dias de Pêssach, somente se pode comer pão ázimo (Matsáh), comemorando assim a saída do Egito que, ao ser tão precipitada, não deu tempo aos judeus para esperarem que o pão fermentasse.

Não somente está proibido ingerir Chamets durante Pêssach senão inclusivamente a sua possessão está proibida, pelo que devemos despojar-nos de qualquer alimento Chamets antes da véspera da festa.

“Chamets”: Denomina-se Chamets a toda a substância fermentada, procedente dos cinco cereais principais: trigo, cevada, espelta, aveia e centeio. Segundo a Halacháh (Lei Judaica) a fermentação produz-se com o contacto da água com estes cereais, ao cabo de dezoito minutos em condições normais.

Alimentos Chamets são, por exemplo: pão, macarrão, bolachas, cerveja, whisky, etc.

A proibição do Chamets inclui também outras categorias:

“Seor”: Levedura e todo o agente fermentante.

“Taarobet Chamets”: Qualquer comestível que contenha, ainda que na mesma proporção, algum ingrediente Chamets.

O arroz, o milho, os grãos, os legumes em geral e outros cereais que não pertencem às cinco espécies, não se consideram Chamets. Ainda assim, as comunidades ashquenazitas costumam privar-se deles: também algumas comunidades do Norte de África têm por costume privar-se do arroz, temendo não poder revisá-lo como corresponde separando-o dos grãos de cereais com os quais vem geralmente misturado.

“Chamets não comestível”: Todos os produtos não comestíveis adquiridos antes de Pêssach, ainda que contenham derivados de Chamets (tintas, pomadas para sapatos, goma de pegar, etc.), podem-se usar devido, precisamente, a que não são comestíveis, como também não são comestíveis, o sabão, os perfumes, etc. Todos estes produtos cosméticos estão permitidos, exceto aqueles artigos de sabor agradável, em especial os de uso oral, como os dentríficos ou os lápis labiais, os quais não se devem utilizar até estar seguros de que não possuem nenhum ingrediente Chamets nas suas fórmulas.

Os medicamentos de consumo oral, como as pastilhas, xarope, sacarina, etc. não se podem ingerir até estar confiantes de que não possuem nenhum ingrediente Chamets, devido a que na confecção de muitos de eles- em especial as pastilhas- usa-se amido de trigo como solidificador. Em caso de gravidade, obviamente, pode-se tomar qualquer medicamento (nestes casos, recomenda-se consultar o Rabino da comunidade).

“Alimentos sem Chamets”: É impossível detalhar uma lista de alimentos permitidos, já que a elaboração dos mesmos varia de lugar para lugar, de tempos em tempos e de firma para firma. Tomemos como ilustração o café que, normalmente está permitido, pois não possui nenhum tipo de Chamets, mas que em alguns países, vem misturado com grãos de cevada, que é completamente Chamets (Gamur), pelo que se deve consultar o Rabino da comunidade, no que respeita a cada um destes casos em particular.

“Hagalat Kelim”: Os utensílios que usamos durante todo o ano para Chamets não devem ser utilizados desde a véspera de Pêssach, até finalizada a Festa; se os limpa bem e se guardam bem num lugar fechado. Hoje em dia está ao alcance de quase todos provê-se uma vasilha especial para Pêssach.

Entretanto, para aqueles que não é possível, poderão usar a vasilha normal depois do processo da Hagadáh (escaldadura), exceto os utensílios de porcelana ou cerâmica que não são susceptíveis de escaldar (“Keli Cheres”).

Devido a que são múltiplos os casos e os detalhes, assim como os costumes sobre este procedimento, aconselhamos a consultar a autoridade rabínica da comunidade.

“Bedicat Chamets”: Com antecipação à véspera de Pêssach deve-se limpar a fundo toda a casa de maneira a que não fique chamets na nossa propriedade.

Na noite entre 13 e 14 de Nissan, aproximadamente vinte minutos depois do sol posto, realiza-se a Bedicá, ou seja, a procura minuciosa dos restos de chamets que puderam ter ficado nas nossas propriedades (casa, loja, automóvel, etc.).

Devemos revisar todos os compartimentos, canto a canto e especialmente a dispensa e o refrigerador, bem como todo o armário onde normalmente se guarde alimentos chamets.

A procura do chamets realiza-se à luz de uma vela de cera ou parafina, devido a que a pouca luminosidade nos obriga a comprovar com minuciosidade, permitindo-nos revisar gretas ou pequenas aberturas, ou mesmo lugares aonde a luz elétrica não chega.

Costuma-se esconder dez pedaços de pão bem envoltos em papel para incentivar quem realiza a Bedicá e se esmere na procura.

Antes da Bedicá, diz-se a seguinte bênção:

“BARUCH ATÁ A-DO-NAI E-LO-HE-NU MELECH HAOLAM ASHER KIDESHANU BEMITZVOTAV VETZIVANU AL BI’UR CHAMETZ”.

“BENDITO SEJAS TU, ETERNO NOSSO D-US, REI DO UNIVERSO, QUE NOS SANTIFICASTE COM OS TEUS MANDAMENTOS E NOS ORDENASTE ELIMINAR O CHAMETZ”.

Continua-se a procura, mas sem falar. Uma bênção é suficiente para a revisão de várias propriedades (isto é, várias casas).

“Bitul”: Finalizada a Bedicá realizar-se-á a anulação (Bitul) do chamets que não se encontrou, pronunciando a seguinte fórmula: “Toda a levedura e substância fermentada que se encontre em minha propriedade, que não vi nem eliminei, seja anulada e considerada como o pó da terra”.

Depois guarda-se o chamets que se encontrou até a manhã seguinte e se disporá de um lugar adequado para a cena dessa noite e o pequeno almoço do dia seguinte, tendo o cuidado de não aspergir as migalhas de pão ou de bolachas para que não seja necessário uma segunda revisão.

“Bi’ur chamets”: Depois do pequeno almoço costuma-se queimar o chamets que sobejou (como também se pode lançar ao rio ou pelo esgoto), junto com o que encontramos na noite anterior na Bedicá, em recordação dos restos que sobravam dos sacrifícios que deviam ser queimados uma vez passado o seu tempo.

Finalmente, deve-se pronunciar, como na noite anterior, a anulação (Bitul) de maneira mais detalhada: ”Toda a levedura e substância fermentada, que vi, que eliminei ou que não eliminei, seja anulada e considerada como pó da terra”.

Desta maneira damos a entender que ainda que possa ficar algo de chamets, já não nos pertence, pois não estamos interessados nele.

“Mechirat chamets”: Os alimentos chamets que não desejamos eliminar poderão ser vendidos a um não judeu, e podem comprar-se de volta quando finalizada a festa. Esta operação comercial realiza-se individual e diretamente, ou geralmente, através do rabino da comunidade.

“Horários”: Está permitido comer chamets apenas até à quarta hora solar do dia; durante a quinta hora solar não se pode comer, mas, todavia pode-se eliminar (Bi’ur), vender (Mechirá) ou anular (Bitul). A partir do começo da sexta hora solar qualquer atividade que esteja relacionada com chamets está proibida até que termine Pêssach.

“Achilat Matsáh”: Durante a véspera de Pêssach, costuma-se não comer Matsáh até o momento do Seder, para demonstrar a diferença entre o que é permitido e o que é obrigatório e cumprir o preceito de comê-la com desejo e apetite.

“Taanit Bechorot”: Os primogênitos costumam jejuar na véspera de Pêssach em recordação da praga dos primogênitos na qual o Todo-poderoso “passach” (saltar), as casas das famílias de Israel.

A participação na conclusão de um tratado da Mishnáh ou do Talmud ou num evento festivo (Circuncisão, boda ou Seudat Mitzvá em geral) interrompe o jejum.

“Asiá Melachá”: Depois do meio dia, não se deve trabalhar a fim de consagrar todo o tempo à preparação das Matzot e o necessário para o Séder que se realizará nessa noite.

¡Pêssach Casher VeSameach!