domingo, fevereiro 16, 2014

Seguro de Vida de acuerdo a la Halajá

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Pregunta: Es permitido adquirir un seguro de vida?

Respuesta: La pregunta se fundamenta en el hecho de la confianza que la persona debe tener en que D-os es quien provee el sustento, y si bien la persona puede realizar el esfuerzo necesario para su trabajo, en definitiva debe confiar en D-os como la fuente de su sustento. Por lo tanto también sus herederos dependen de la voluntad divina, y aunque la persona les transfiera un seguro de vida para afianzar su futuro, si D-os decide que ellos no tendrán un buen pasar, pueden perder todo su dinero por lo tanto no tiene sentido para un judío poseer un seguro de vida. Por otro lado, el adquirir un seguro de vida aparenta una actitud de falta de confianza en D-os que les provee a todas las criaturas sus necesidades. Asimismo, quien adquiere un seguro de vida, en cuya póliza se describen situaciones graves o penosas, como enfermedades, accidentes, etc. puede considerarse esto como un llamado a la adversidad, permitirle al satán que presente un futuro aciago que quizás no estaba destinado.
Ya vimos en la entrega anterior, que D-os dispuso que el mundo debe manejarse según la naturaleza que El mismo creó, no se puede confiar o apoyarse en milagros para la subsistencia. Por ello la persona puede realizar los esfuerzos necesarios para lo relacionado con su sustento. Y lo que afirma el Talmud (Sotá 48) de que los hombres piadosos confían en D-os y no se preocupan por el sustento del mañana pues depositan en el Todopoderoso todas sus expectativas, se trata de una actitud relegada a una minoría de hombres piadosos que poseen una total y absoluta fe en el Creador. Pero para la mayoría de los mortales, aún cuando entienden y confían en la influencia del Creador en el destino del hombre, pueden realizar los esfuerzos necesario no sólo para ganarse el sustento sino también para formarse una posición económica más sólida, aún si poseen los suficiente para su sustento actual.
El Meiri, en su comentario sobre el libro de Mishle (cap. 19, 21) explica que la persona debe confiar en D.os en todas sus cuestiones y no suponer que su capacidad o habilidad le permiten alcanzar logros. Debe actuar de forma que pueda alcanzar su sustento pero confiar en que D-os es quien en definitiva le permite ganarlo, y no suponer que D-os le enviará lo necesario sin que realice el esfuerzo humano que debe invertir de su parte, pues el mundo no fue creador para funcionar por medio de milagros. Por lo tanto el hombre debe hacer el esfuerzo necesario y agilizar sus accionar, pues la disposición y la agilidad son virtudes en el hombre, no la pesadez o la pereza. Siempre, como decimos teniendo como premisa que D-os es en definitiva quien provee al hombre de lo que debe recibir.
Por ello, escribió Rabí Ovadia Yosef, z"l que la persona puede adquirir una póliza de seguros y con ello no transgrede ninguna prohibición de la Torá, pues en definitiva él deposita su confianza en D-os y sólo realiza el esfuerzo o toma la iniciativa de hacer lo humanamente posible para ganarse el sustento y el de sus herederos.
Y así escriben los Tosafot (Baba Kama 70) en nombre de Rabenu Tam, sobre la prohibición de prestar dinero con interés a un gentil. Esta es una prohibición de origen rabínico para evitar que la persona se involucre con el gentil, sin embargo, escribe Rabenu Tam, en la actualidad que vivimos entre los gentiles y toda nuestra actividad comercial se lleva a cabo entre gentiles y no existe otra forma de comerciar. Asimismo los judíos debían pagar altas tasas de impuestos o gravámenes a los príncipes o terratenientes, por ello todo el comercio que realizaban difícilmente les alcanzaba para su subsistencia. Por ello los Tosafot escriben que no rige hoy la prohibición de prestarle al gentil con interés. Y así lo dictaminan el Tur y el Sh. Aruj cap. 159. De ello se desprende que la persona puede realizar lo necesario según las leyes naturales de la vida y el comercio y no debe atribuir todo a la acción divina que le proveerá el sustento.
Y así lo sostienen otras autoridades contemporáneas como el Lehem Shelomo quien incluso escribe que propio tío contrató una póliza de seguro y si ello supondría alguna prohibición de ninguna forma lo hubiese hecho.
En conclusión, se puede contratar una póliza de vida siempre y cuando se haga según lo establece la halajá.

quarta-feira, fevereiro 12, 2014

Histórias curtas para refletir

O Amor

Um pescador certa vez pescou um salmão. Quando viu seu extraordinário tamanho, exclamou: "Que peixe maravilhoso! Vou levá-lo ao Barão! Ele adora salmão fresco."
O pobre peixe consolou-se, pensando: "Ainda posso ter alguma esperança."
O pescador levou o peixe à propriedade do nobre, e o guarda na entrada perguntou: "O que tem aí?"
"Um salmão", respondeu o pescador, orgulhoso.
"Ótimo", disse o guarda. "O Barão adora salmão fresco."
O peixe deduziu que havia motivos para ter esperança. O pescador entrou no palácio, e embora o peixe mal pudesse respirar, ainda estava otimista. Afinal, o Barão adora salmão, pensou ele.
O peixe foi levado à cozinha, e todos os cozinheiros comentaram o quanto o Barão gostava de salmão. O peixe foi colocado sobre a mesa e quando o Barão entrou, ordenou: "Cortem fora a cauda, a cabeça, e abram o salmão."
Com seu último sopro de vida, o peixe gritou em desespero: "Por que você mente? Se realmente me ama, cuide de mim, deixe-me viver. Você não gosta de salmão, gosta de si mesmo!"

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Reflexão

Uma mãe levou o filho pequeno ao fundo de um vale, e disse: "Grite as palavras: 'Eu te odeio'!" De repente, ele ouviu o som assustador de "Eu te odeio, Eu te odeio, Eu te odeio!" ecoando pelo vale.
Ela voltou-se para o filho e pediu: "Agora grite as palavras 'Eu Te Amo' o mais alto que puder."
Ele gritou com todas as forças: "Eu te amo!" De repente, ouviu: "Eu te amo, Eu Te Amo, Eu Te Amo!" ecoando ao seu redor.
"Olhe dentro de um lago e veja um espelho de água refletindo sua imagem. Ame outra alma e seu amor se refletirá de volta para você."

terça-feira, fevereiro 04, 2014

Conquistando o Respeito dos Filhos

Conquistando o Respeito dos Filhos

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clip_image001Num mundo de crises, crise financeira, crises políticas, crises de credibilidade, a única couna que deve ficar indissolúvel é a família, e é um problema urgente a dissolução da mesma, perdendo vigência e importância como instituição. Lamentamos o desaparecimento da família judaica das fábulas, não por sentimentalismo, mas por uma avaliação realista de uma experiência pessoal. A família devotada, um apoio em meio à confusão, está desaparecendo rapidamente, até entre o povo judeu. Elemento vital para continuidade de nosso povo, esta também em crises, e não é momentânea, vai tomando impulso hiperbólico.

“O que podemos fazer?” é o lamento sofrido de pais ao verem seus filhos crescendo longe deles, indo a outra parte em busca de orientação e até mesmo afeição. Tentamos, inutilmente, recriar o antigo espírito familiar, e nos perguntamos por que não conseguimos.

A atmosfera de um lar judaico não era produzida por geração espontânea, nem evoluía num vácuo. Era produto de um processo. Um princípio guiava os mais velhos e era transmitido naturalmente aos filhos por imitação através da admiração. Cor e calor num lar judaico não consistiam de cerimoniais isolados e superficiais realizados basicamente “para as crianças”. Os pais mantinham o Judaísmo porque era importante para eles. O estilo da Toráh, enfatizando responsabilidades junto com privilégios, ensinando e praticando o autocontrole, era seguido entusiasticamente pelos adultos, e depois pelos mais jovens.

Talvez inconscientemente, o filho reconhecia e admirava pais com um ideal que eles adotavam, e vínculos entre as gerações eram forjados e fortalecidos.

A Toráh já nos educa dizendo: “Respeita teu pai e tua mãe e observa meus Shabatot”[1].

Pais que merecem respeito serão respeitados, e merecerão isso “observando meus Shabatot”, vivendo por princípios e não por autoindulgência e conveniência. No fundo os filhos não podem respeitar pais que os acompanham, que os deixam “decidir”. A evasão de responsabilidade por parte dos pais não encoraja a autoconfiança por parte dos filhos.

Observamos que a mesa de Shabat é um forte baluarte para constituir uma família, forte, com valores, que esteja sustentado de ideias que permitam enfrentar as crises e que possa saber lidar com os êxitos.

O alicerce do lar é responsabilidade dos pais; o dever deles é serem exemplos sinceros, guias inteligentes. O respeito e reverência dos filhos criará um lar que é a maior recompensa que um pai pode ter. A Educação baseado no exemplo, dialogo, compreensão, permitira que se estabelecessem os elos da continuidade da cadeia milenar, que é o Povo Judeu, uma Luz para Gola.


[1] Levítico 19:3

quarta-feira, janeiro 15, 2014

Tu Bishvat: O homem e a natureza

O homem é como a árvore

Homem e o Arvore

Tu Bishvat é o Ano Novo das Árvores, uma festa comemorada com o cumprimento de vários costumes. Chachamenu os associam à frase: “O homem é como a ár- vore do campo”, pois a analogia entre árvore e homem é tão fundamental para nossa personalidade, que os seres humanos celebram o Ano Novo das Árvores.

Há aspectos básicos em uma árvore: raízes, tronco, galhos, folhas e frutos. As raízes não são visíveis. Entretanto, são elas que sustentam a estrutura da árvore e lhe permitem suportar fortes ventos. Pelas raízes, a árvore retira a maior parte de sua nutrição. O tronco e os galhos representam a porção maior da árvore; são a parte, onde o crescimento é refletido e são aquilo que faz a árvore atraente a quem a vê. Contudo, não são o propósito su- premo da árvore. O propósito máximo da árvore é seu fruto, pois é o fruto que beneficia o outro e contém as sementes que provêem as espécies com potencial para posteridade.

Possuímos uma símile para cada um destes aspectos em nossa personalidade. As raízes representam o potencial de fé, qualidade espiritual que liga o homem a D’us, a fonte de sua nutrição. À medida que alguém cresce e se desenvolve espiritualmente, continuamente conta com seus fortes laços de fé como apoio. O tronco, os galhos e as folhas representam o estudo da Tora e a expressão dos valores judaicos na conduta diária. Estes são os meios que permitem a alguém crescer e desenvolver. E são estas atividades que lhe geram beleza interior e o tornam atraente aos outros.

A realização suprema da pessoa, contudo, são seus frutos, seu desenvolvimento com os outros: primeiro e acima de tudo, com sua própria família, as sementes que planta, mas também com quem vive a seu redor. Por meio destes esforços, uma árvore gera outra; uma pes- soa é capaz de inspirar um colega a imitar seu exemplo, estabelecer uma base de fé.

Crescimento constante

Há uma dimensão positiva singular para o crescimento potencial das plantas. Em oposição aos animais ou humanos, cujo crescimento físico cessa a uma determinada idade, as plantas crescem continuamente; sua vida e crescimento são intrinsecamente relacionados. Em particular, tal qualidade se relaciona às árvores, pois dentro do reino vegetal são elas que crescem altaneiras em direção ao céu, exibindo o potencial de crescimento muito mais

que as outras plantas. Esta é uma qualidade que nós, humanos, devemos procurar imitar. Embora o crescimento físico possa cessar, devemos lutar por continuar a crescer intelectual e espiritualmente, sem parar de desenvolver o potencial humano.

terça-feira, janeiro 14, 2014

El relato del mes

Rabí Israel Lipkin de Salant (Rabí Israel Salanter)

Rabi Israel Salant

Precursor del "Movimiento moralista" (falleció el 25 de Shvat de 5643 - 1883)

Cierta vez, Rabí Israel de Salant se encontraba en la feria conversando con otra persona. El rabino prolongaba el diálogo con chanzas y juegos de palabras, reía a voces y se esforzaba por entretener a su interlocutor.

La gente que pasaba y lo veía, se asombraba: ¿El Rabino Israel, absorbido por el estudio de la Torá y sumido siempre en hondas preocupaciones, pierde el tiempo en palabras vanas y chanzas fútiles? Uno de ellos le preguntó el sentido de lo que veía, y el rabino respondió:

- Lo que sucede es lo siguiente. Esta persona estaba abatida por la congoja y agobiada por la melancolía. Quien logre distraerlo, le estará haciendo un gran favor.

En otra ocasión, un judío acudió a casa del Rabino Israel Salanter para consultarlo por una duda halájica. Mientras hablaban, el rabino suspiró una vez y otra. El amigo le preguntó:
-¿Por qué suspiras tanto?

Rabí Israel le respondió: “La manga de mi abrigo está rota y manchada, y me avergüenza que me veas así. Por analogía, me he dicho: si me avergüenza que un ser de carne y hueso vea mi ropa desgarrada y manchada, cuánto habré de avergonzarme en el mundo por venir, cuando queden al descubierto todos los jirones y manchas de mi alma, que no he podido enmendar cuando era el momento propicio.”

segunda-feira, janeiro 13, 2014

Tu Bishvat - O ano novo dos arvores

Tu Bishvat Imagen

Tu Bishvat

Fontes

beechad bishvat Rosh Hashana lailan kedivrei Beit Shamai, Beit Hilel omrim bechamisha assar ba

… No primeiro dia de shvat, comemora-se o Rosh Hashana da árvore, de acordo com Beit Shamai, e no dia quinze, de acordo com Beit Hilel… (Mishna Massechet Rosh Hashana perek alef, mishna alef)

bachamisha assar bishvat Rosh Hashana leilan…

…o décimo-quinto dia do mês de shvat é o ano novo da árvore. (Mishna Rosh Hashana 1,1)

A árvore na religião judaica

Um laço baseado em um carinho e apreço especiais se reflete no conteúdo das fontes literárias religiosas: na Bíblia, assim como no Talmud e nos midrashim. As Escrituras proíbem expressamente o abate de árvores frutíferas, inclusive em tempos de sítio ou de guerra, nos tempos que, baixo à tensão do perigo, nem sempre se é meticuloso no cuidado de hábitos ou maneiras culturais e no controle dos instintos. Não somente a vida do homem é importante no Judaísmo, como também a das árvores, especialmente aquelas que dão frutos, já que servem à sobrevivência humana. A exceção reside em que, em tempos de emergência, fica permitido o abate de árvores que não dão frutos. Podemos ver que há um trato especial para as árvores, que foram especialmente contempladas na legislação bíblica.

O Homem é comparado à árvore

Árvores frutíferas, sobre as quais a Tora tem tanto cuidado, têm sua comparação ao homem frutífero, ou seja, aquele que não vive só para si, mas sim produz e providencia alimento e sustentação para o próximo. O melhor protótipo deste é o professor, que tem o mérito e a responsabilidade de ser uma árvore frutífera, de produzir frutos doces, saudáveis, belos, e, principalmente, que contenham a semente que levará adiante esta cadeia do conhecimento e conduta.

Descrição da festa

Tu Bishvat é, em Israel, o “aniversário” oficial das árvores, comemorado no décimo quinto dia do mês de shvat. A data do ano novo das árvores foi designada por chachamenu (nossos sábios) de Israel em Tu Bishvat, seguindo sua observação à natureza. Após observar o clima e sua influência sobre a natureza, repararam que, em Israel, no mês de shvat, chovia o maior volume, comparando à quantidade do ano inteiro, e que, nesta época, as árvores, tendo absorvido a água das chuvas do ano anterior, começariam novamente a florescer e a dar frutos.

Tu Bishvat é considerado o início do ano das árvores, pois é o ponto médio do inverno em Israel: a força do frio dimi- nui, a maioria das chuvas do ano já caiu e a seiva das árvores começa a subir. Como resultado, os frutos começam a se formar. A fruta que já estava madura antes de Tu Bishvat foi nutrida na estação chuvosa anterior.

O cálculo dos anos de uma árvore é necessário para a realização das diversas mitzvot da Tora:

maasrot – o dízimo dos frutos de cada ano;

orla – proibição de comer frutas de árvores nos três primeiros anos;

revai – redenção dos frutos no quarto ano;

shmita – o ano sabático.

Este dia possui um significado especial, pois o ser humano é comparado à árvore, conforme escrito na Tora: “Pois o homem é como uma árvore no campo”.

A árvore está constantemente crescendo e, assim, devemos nós também crescer; a árvore produz frutos e, assim, de- vemos também produzir frutos. Em Tu Bishvat, devemos renovar nosso crescimento pessoal, assim como as árvores que começam a retirar umidade da terra:

raiz = em conexão à

fonte = fé

tronco, corpo principal = estudo e cumprimento da Tora

fruto, o resultado = influência positiva.

Em Israel

Atualmente, no dia quinze do mês de shvat, celebra-se Tu Bishvat, o ano novo das árvores, plantando árvores e comendo frutas típicas e tradicionais de Israel, eviden- ciando a ligação íntima do povo judeu com a sua terra e seu profundo amor às árvores.

Com o começo do re-assentamento em Israel, esta festividade tornou-se a festa do plantio da árvore, que simboliza a vontade do povo de se enraizar em sua terra. Daí por diante, o plantio de árvores ficou sendo o motivo central desta festividade. Como o plantio de árvores, em volta da maioria das escolas, já se completou, esta festi- vidade recebeu um significado adicional, comemorando, também, o Dia da Preservação à Natureza, realizando o costume de sair e passear na natureza.

Israel é um dos poucos países que, neste começo do século 21, tem mais árvores do que no princípio do sé- culo passado. Desde que foi plantada a primeira árvore no Bosque Ben Shemen, em 1908, os bosques cumpriram muitas funções na história de Israel. Primeiro, e sobretu- do, cuidar das terras nacionais, proporcionando ocupa- ção a milhares de novos imigrantes que trabalharam em obras de reflorestamento. Consequentemente, o bosque e a árvore, passaram a simbolizar a volta à Terra de Is- rael.

A partir de 1949, após o surgimento do Estado de Is- rael, a Knesset - Parlamento de Israel também comemora seu aniversário neste dia.

quinta-feira, janeiro 09, 2014

La personalidad del mes Shevat

Alexander Ianai

(Falleció el 2 de Shvat)

Alexander_Jannaeus

Rey y Sumo Sacerdote Hasmoneo de 103 a 76 a.e.c., hijo de Iojanán Hurkanus.

Guerrero y conquistador, sus actividades fundamentales consistieron en la ampliación del reino de Iehudá en la zona de la llanura costera, desde el Monte Carmel hasta el río Mitzráim; la revitalización de la navegación marítima judía, el incremento de la participación judía en el comercio internacional y en el fortalecimiento de su influencia religiosa y cultural.

Conquistó gran parte de la Transjordania, de la que sólo una pequeña parte había estado en poder del reino de Iehudá hasta ese entonces, y llegó hasta las fuentes del río Jordán. Logró detener la invasión de los reyes vecinos de Chipre, Siria y el reino nabateo del sur de la Transjordania y el Néguev. Sus conquistas estuvieron acompañadas por campañas de colonización y asentamiento en los territorios ocupados, derivando a ellos los excedentes de población judía. En las zonas desérticas que le resultaba difícil fortificar por medio de la colonización, construyó grandes fortalezas, como la de Alexandron, al oeste del Jordán y la de Majvor, al este del Mar Muerto.

Sus acciones como combatiente, conquistador y colonizador lo impulsaron a concentrar las atribuciones del poder hasta transformarlo en una dictadura militar que reprimió enérgicamente cualquier oposición, sin tomar en consideración los sentimientos de la población. La forma de gobierno que impuso, su conducta privada y el clima que imperaba en su corte, que se parecían cada vez más a los de los gobernantes griegos contra los que había luchado, despertaron el intenso rechazo de los sectores fieles al espíritu del judaísmo tradicional, en primer lugar los fariseos.

A raíz del abismo abierto entre el rey y la mayor parte del pueblo, estalló la guerra civil. En la lucha, que se prolongó durante seis años, murieron unas cincuenta mil personas. Después de arduos combates, Alexander Ianai logró vencer a sus enemigos y doblegarlos por completo. A consecuencia de ello, se debilitó el estrecho lazo que unía al pueblo con la dinastía asmonea y tambaleó la estabilidad de la monarquía.

Después de su muerte el gobierno pasó a manos de su esposa, la reina Shlomtzión, que quiso garantizar al país tanto la seguridad exterior como la paz interior. A tales fines, adoptó medidas para acercar a los fariseos, que eran bien vistos por el pueblo.

La reina Shlomtzión actuó en pro del fortalecimiento de la seguridad del reino de Iehudá. Las dimensiones del ejército fueron duplicadas y se reclutó una gran cantidad de mercenarios. No emprendió nuevas guerras expansionistas y su reinado perduró en la memoria colectiva como el último período feliz de independencia y calma, antes del incremento de los conflictos internos y el comienzo de la sumisión a Roma.