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Levanta-te, minha amada, Formosa minha, vem a mim! Vê o inverno: já passou! Olha a chuva: já se foi As flores florescem na terra, O tempo da poda vem vindo, e O canto da rola está se ouvindo em nosso campo. Cântico dos Cânticos A palavra hebraica Pêssach, significa originalmente saltar, passar por cima. Pêssach é a festa da liberdade, chamada pela literatura religiosa de " O Tempo de Nossa Liberdade". Pêssach acontece no primeiro dia de Lua cheia, iniciando-se ao entardecer de 14 de Nissan ( março-abril), o primeiro mês do ano agrícola, o início da Primavera, e dura sete dias. Pêssach não é apenas uma lembrança da saída do Egito. Ela representa a promessa da libertação definitiva de Israel e das Nações. Ela é o anúncio da libertação messiânica, quando o povo estará livre de todas as perseguições, de todas as coisas que escravizam o ser humano. Este é um fato presente na memória e na história; ela aconteceu lá no Egito e acontece hoje no esforço que o ser humano faz para libertar-se das estreitezas e busca cada vez mais a humanização. Na Hagadá (narração) de Pêssach encontramos: "Em cada Geração, cada homem deve considerar a si mesmo como se ele tivesse saído do Egito". Portanto, cada celebração de Pêssach tem o mesmo valor e atualidade do fato ocorrido naquela noite. Pêssach é a Festa da identidade judaica. Para as crianças, a leitura da Hagadá dá a possibilidade de perceber a sua identidade: reconhecer a que povo pertence, a sua história e constatar a sua esperança. Pêssach desperta no adulto, a interrogação fundamental sobre sua existência. O indivíduo coloca a si mesmo a pergunta fundamental feita por D'us a Adão no Paraíso: Onde estás? (De onde és?) O Judaísmo não é apenas uma religião. Judaísmo é adesão incondicional a um povo, à sua história e ao seu destino. |
Por meio de reflexões procuraramos não só conhecer o Judaísmo, senão desenvolver vivências em nossas tradições.
quarta-feira, abril 02, 2014
Mensagem de Pêssach
terça-feira, abril 01, 2014
Mensagem atual de Pêssach
Da Escravidão da Diáspora para a
Verdadeira Liberdade
Na tradição judaica e na história, Pêssach é uma das festas caracterizadas por sua diversidade e seus vários significados. É uma festa que comemora saída da escravidão e o Êxodo do Egito; é a festa de unidade nacional do nosso povo no caldeirão da angústia e salvação; a festa da grandeza da família Judaica que conhece a maravilha de estar junta como uma família; é a festa da primavera, na qual o florescimento da natureza simboliza a renovação e o despertar de um povo que se encanta com a vida. Acima de tudo é a festa de liberdade, a liberdade de cada Judeu e a liberdade do povo Judeu.
Não obstante, é responsabilidade de cada um de nós, educador e pedagogo, dirigente e ativista em educação em todo lugar, perguntarmos a nós mesmos se cumprimos na prática, em nossas vidas, esta liberdade e o êxodo da escravidão para a salvação; Somos realmente livres? Pode um Judeu ser completamente livre quando ainda vive em um país estrangeiro? Liberdade não significa a habilidade de uma pessoa para viver e trabalhar no seu país no contexto de idioma, cultura, tradição e costumes, entregues a ele por seus antepassados, que também constituem os elementos básicos de verdadeira e completa liberdade?
Quando nos sentamos juntos na noite do Seder, nós e nossos filhos, lembramo-nos que somente na Terra de Israel e no Estado de Israel é possível deixar de ser escravo da Diáspora completamente e alcançar a verdadeira liberação interna e externa, junto com o resto de nosso povo que veio de todos os cantos da terra para a Terra Prometida, da mesma maneira que nossos antepassados fizeram quando saíram de Egito.
Jametz: Una lección de humildad
Tomemos harina de trigo. Mezclémosla con agua. Hagamos una masa y dejémosla reposar unos cuantos minutos a temperatura ambiente. Al poco tiempo comprobaremos que la masa comienza a inflarse y agrandarse. A este fenómeno se lo llama en hebreo Jimutz, o sea, fermentación. La masa fermentada es Jametz.
El hombre, el individuo libre, vive expuesto a una sobredimensión de sí mismo. La sociedad moderna -en su afán de hacernos buenos consumidores- nos entrena al egocentrismo y al hedonismo. El sujeto que todo lo tiene dispone de un poder que fácilmente degenera en arrogancia.
Desde siempre nuestros sabios compararon al Jametz con la soberbia. A la masa que por si misma comienza a agrandarse con el nombre que engrandece su ego.
En Pésaj, con el mismo esmero que eliminamos todos los restos de Jametz de nuestras casas, debemos borrar todo vestigio de soberbia de nuestros corazones.
¿Qué es la humildad?
La humildad no es rebajarnos o humillarnos. Es asumir nuestra verdadera dimensión y concientizarnos de nuestro espacio en este mundo.
Humildad es saber nuestros límites. Respetar los derechos del prójimo. Reconocer a Quién nos ha dado todo lo que tenemos.
La humildad es la esencia de la autoestima, de la paz con uno mismo. El soberbio es un ser vacilante que busca desesperadamente compensar su inseguridad personal con la aprobación de los terceros. Es dependiente del aplauso ajeno.
Sólo el humilde es verdaderamente libre. El soberbio se adapta a sus propias carencias, se niega la libertad de corregirse. La arrogancia es un Faraón que tiraniza nuestras vidas, pues condena a nuestra personalidad al estancamiento.
Humildad es recordar que en el prójimo hay un ser humano igual a nosotros, que merece dignidad y respeto, que tiene derecho a ser escuchado y comprendido.
El soberbio es egocéntrico, esclavo de sus propios intereses, sólo le importa el otro en función de sÍ mismo.
La humildad nos coloca en nuestro lugar exacto también frente al Creador: El mundo es un granito de arena en el infinito universo, y el ser humano, un granito de arena en esta gigantesca tierra. “ A Dios respeta y Sus mandamientos guarda porque ese es todo el hombre” (Kohelet)
La arrogancia es la principal barrera entre el hombre y Dios: El soberbio no puede tolerar la presencia de Alguien que le enseñe “lo que debe hacer con su vida”.
El orgullo es una película de plata detrás de un cristal: no nos permite ver más allá de nuestra propia imagen.
Pésaj es una lección intensiva de humildad: debemos aprender a vivir en libertad sin caer en la arrogancia.
segunda-feira, março 17, 2014
Amor a Terra de Israel
Seleções de comentários clássicos da Toráh, expressando a relação especial do Povo Judeu e Erets Israel
Ein Guedi
A Antiga Ein Gedi foi a área desolada a onde David e seus acompanhantes se esconderam das tropas do Rei Shaul que os perseguia.
Lá David teve a oportunidade de matar seu adversário real que entrou na caverna a onde David estava escondido. Mas ao invés de assassinar seu perseguidor, David secretamente cortou a ponta do casaco do Rei Shaul para poder provar posteriormente que tal situa cão existiu.
A Ein Gedi moderna foi estabelecida em 1949 como ponto de fortificação perto da onde era então a fronteira com a hostil Jordânia. A beleza natural da área foi descrita em Shir HaShirim (Cânticos dos Cânticos) 1:14 aonde o Rei Salomão descreve as parreiras de Ein Gedi cobrindo as montanhas da redondeza.
O historiador romano Plini posteriormente lamentou que Ein Gedi, assim como Jerusalém, foi transformado uma "pilha de cinzas". Mas o Profeta Yechezkiel (47:10) previu que Ein Gedi seria abençoada com abundancia de peixes, símbolo da eventual restauração da Terra Sagrada.
Pekiin
Muitas estórias tratam desta vila no norte de Israel.
A Nova Pekiin foi estabelecida como comunidade judaica em 1955, perto da Antiga Pekiin, com população de drusas, cristãos e poucos judeus.
Uma tradição e que a comunidade judaica de Pekiin nunca foi exilada da Terra Sagrada.
Revoltas árabes em 1936 forçaram os judeus de Pekiin a deixarem suas casas fugindo para artes mais seguras do pais e apenas poucos deles retornaram.
Outra tradição e relacionada a antiga sinagoga restaurada em 1837. Duas pedras gravadas
posicionadas lado a lado aparentemente foram trazidas de Jerusalém e a legenda afirma que caíram de lado como forma de lamento pela destruição do Templo.
Mas certamente a narração mais famosa e de casas na caverna aonde o grande sábio Talmúdico Rabi Shímon Bar Iochai e seu filho Elazar se esconderam dos romanos por treze anos, miraculosamente sobrevivendo com água da fonte e uma arvore de alfarrobeira enquanto que totalmente absorvidos no estudo de Toráh.
Tiberias
A cidade famosa na costa do Lago Kineret, as vezes chamada a Capital da Galileia, tem uma historia interessante relacionada ao seu nome e destino.
Existem diferentes versões em fontes clássicas sobre a origem do nome Tiberias. O Midrash (Bereshit Rabáh 23:1) atribui ao Imperador Romano Tibério que a nomeou em sua honra. Porem, no Talmud (Meguiláh 6a) o nome original da cidade e chamado Rakat e explicações oferecidas ao nome hebraico Tiveria são tabur - umbigo - da terra (pois apos a destruição de Jerusalém a Comunidade judaica principal era na Galileia) ou tova riasa - linda vista.Tiveria era o local e grandes yeshivot e a ultima das dez sedes do Sanhedrin.
Nossos sábios (Rosh HaShanáh 31a) explicam que representou o ponto mais baixo na historia desse corpo glorioso correspondendo talvez a abaixo ao nível do mar) e que a redenção do Povo Judeu começara com o restabelecimento do Sanhedrin lá antes que retorne a Jerusalém.
A Tiveria moderna e uma comunidade judaica ativa que atrai muitos turistas locais e estrangeiros para visitar o Kineret ou visitar os túmulos de Rabbi Meir, Maimonides e outros tzadikim famosos.
domingo, março 02, 2014
O origem dos sobrenomes, no Judaismo
É de conhecimento geral que sobrenomes como Cohen, Levy e Katz são praticamente exclusivos dos judeus e que Gross, Schneider, Schwartz e Weiss comumente também indicam famílias judias. Os sobrenomes do povo judeu originaram uma importante fonte de conhecimento sobre história e cultura judaicas.
De acordo com o segundo capítulo de Bereshit, no início dos tempos, todas as coisas vivas foram trazidas a Adam para que ele as nomeasse. A vida era obviamente mais simples quando havia apenas dois de cada espécie. De fato, mesmo o nome de Adam é uma das palavras hebraicas para homem; e a Bíblia regularmente se refere a sua esposa como haishá - "a mulher."
À medida que as pessoas se multiplicavam, contudo, e se tornou necessário distinguir uma da outra, surgiram nomes próprios. E quando estes não mais eram suficientes, várias formas de nomear foram adicionadas, mostrando ascendência, profissão, origem ou alguma outra característica que diferenciasse os diversos Yossefs, Aharons ou Miriams que viviam numa única comunidade. Desta forma, na Bíblia, encontramos parentesco para ambos, judeus (Yehoshua ben [filho de] Nun, e não-judeus (Balak ben Tsipor, Bil'am ben Beor), bem como nomes que incorporavam uma série de antepassados - Côrach ben Yits'har ben Kehat ben Levi. Durante o período talmúdico encontramos Yochanan, o Sapateiro; Hillel, o Babilônio; Gamliel, o Ancião; Aba Arika, o Alto.
Os modernos sobrenomes hereditários remontam ao fim da Idade Média e, entre os judeus, uns poucos séculos mais tarde. Começaram com as famílias reais, ansiosas por identificar a si mesmas com um famoso ancestral ou propriedades. Quando os nobres imitaram a realeza e a plebe os nobres, os sobrenomes estabeleceram-se por toda a Europa.
Embora judeus emancipados tomassem sobrenomes em reconhecimento a sua assimilação cultural, os judeus em geral primeiramente resistiram à tendência. Mas à medida que as cidades e as nações começaram a organizar arquivos oficiais, tornou-se óbvio que apelidos de família permanentes eram essenciais à eficiência; e dos judeus foi exigido que adotassem sobrenomes em um país após o outro - na Áustria em 1787, França em 1808, Prússia em 1812.
Ao adaptar a antiga tradição sob a qual cada judeu é identificado ou como um descendente de Aharon, o primeiro sacerdote (cohen) ou da tribo de Levi, ou do resto da nação judaica (Israel), muitas famílias chamavam a si mesmas de Cohen, Cohn, Kahn, Kahana; Levy, Levi, Levin; Israel, Iserel. Outros empregavam títulos-padrão de sinagogas como Chazan, (cantor) e Beck, de Baal Corê, ("o ledor da Torá") ou acrósticos como Katz, de Cohen Tsêdec, ("o justo sacerdote") e Segal, de Segan Leviyá ("ajudante sacerdotal").
Apesar da severa condenação do Shulchan Aruch de apelidos pejorativos, as pessoas com os mesmos nomes eram distinguidas por características físicas como Grande, Pequeno, Magro, Gordo. Isto é mais evidente em famílias com diversos primos com o mesmo nome de um avô, uma situação que resulta em nomes como Moshê der roiter ("o ruivo") em oposição a Moshê der shvartser ("o moreno").
Mas talvez os mais antigos de todos - de volta às bênçãos de Yaacov sobre seus filhos ao final de Bereshit - são aquelas designando atributos de animais: Yehudá, Gur Aryê ("jovem leão"), Binyamin, Zev ("lobo"), Naftali, Hirsch ("cervo").
Embora judeus emancipados tomassem sobrenomes em reconhecimento a sua assimilação cultural, os judeus em geral primeiramente resistiram à tendência.
Durante a Idade Média na Alemanha, era comum que um nome judaico fosse seguido por seu equivalente germânico, como Aryê Lowe ("leão"), correspondendo ao yidish Aryê Leib, Dov Ber ("urso"), Tsevi Hirsch ("cervo"), Zev Wolf ("lobo"). Este costume era aparentemente difundido, como pode ser observado em sobrenomes russos. Lev ("leão"), Volk ("lobo"), Olen ("cervo"), Medved ("urso") e mesmo o nome espanhol Lopez, do latim lupus ("lobo").
Enquanto os sobrenomes escolhidos para si mesmos eram agradáveis ou ao menos neutros, os forçosamente impostos eram freqüentemente cruéis. Motivados por amplo anti-semitismo ou o desejo de suborno, as autoridades impingiam a suas vítimas nomes como Kalb ("bezerro"), Knoble ("alho"), Schlemmer ("comilão"), Zwieble ("cebola").
Poderíamos presumir que as colônias judaicas deram origem ao árabe ibn Ezra; ao inglês, Israelson; ao alemão, Mendelssohn; ao russo, Jacobowitz; ao polonês, Abramowicz. E a este respeito é interessante notar a popularidade de um nome como David, que forma a base de Davidson, Davidowitz, Davidowicz, além de nomes que terminam em -berg ("cidade"), -berger ("da cidade"), -owitz e -ski ("de"), como Greenberg, Goldberg, Gartenberg, Neuberger, Isenberger, Moskowitz, Washavski, Poznanski.
À medida que os judeus migraram de um país para outro, por força ou por escolha, tinham constantemente de anglicizar, galicizar, hebraizar, diminuir, aumentar, dar outra grafia, reinterpretar ou simplesmente mudar nomes que antes tinham significado em outra língua.
Desta maneira, o nome descritivo Frummer ("religioso") tornou-se Farmer; Gartenberg tornou-se Gardener, ao contrário de nomes profissionais judaicos. Do mesmo modo, Shkolnik tornou-se Eshkol; Myerson, Meir; Gruen, Ben Gurion; Berg tornou-se Boroughs; Schreiber, Writer e Wright; Chayat tornou-se Hyatt ou talvez Chase.
E, por ironia, todo o propósito dos sobrenomes, o de possuir um registro permanente de laços familiares - ficou subvertido.
Quer saber mais?
Se você deseja pesquisar a origem de seu sobrenome, indicamos dois endereços para você:
http://www.bh.org.il/Genealogy/index.asp
Basado en un artigo de Dr. Harvey Minkoff. Adaptado de Di Yiddishe Heim
PERSISTÊNCIA
Um garoto vivia só com seu pai. Ambos tinham uma relação extraordinária e muito especial. O jovem pertencia à equipe de futebol americano da escola. Normalmente não tinha oportunidade de jogar. Bom, quase nunca! Mesmo assim, seu pai permanecia sempre nas grades fazendo companhia.
O jovem era o mais baixo da classe quando começou o segundo grau e insistia em participar da equipe de futebol do colégio. Seu pai sempre o orientava e explicava claramente que ele não tinha que jogar futebol se não quisesse realmente. Mas o garoto amava jogar futebol e não faltava em nenhum treino ou jogo. Estava decidido a dar o melhor de si e se sentia comprometido.
Durante a sua vida no segundo grau chamavam-no de “esquenta banco” porque vivia sentado como reserva...Seu pai, com espírito lutador, sempre estava atrás das grades, fazendo companhia, dizendo palavras de consolo e o melhor apoio que algum filho podia esperar!!!
Quando começou a universidade tentou entrar na equipe de futebol. Todos estavam certos que não conseguiria, mas venceu a todos, entrando na equipe. O treinador deu-lhe a notícia, admitindo que o tinha aceito porque ele demonstrava jogar de corpo e alma em cada um dos treinos e ao mesmo tempo dava a toda a equipe um grande entusiasmo.
A notícia encheu seu coração por completo. Correu ao telefone mais próximo e ligou para seu pai que compartilhou com ele a emoção.
Enviava ao pai os ingressos para todos os jogos da universidade.
O jovem atleta era muito persistente. Nunca faltou a nenhum treino ou jogo durante os 4 anos da Universidade, mas nunca teve a chance de participar de nenhum jogo.
No final da temporada, alguns minutos antes de começar o primeiro jogo das eliminatórias, o treinador lhe entregou um telegrama. O jovem pegou-o e logo depois de lê-lo ficou em silêncio...respirou fundo e tremendo disse ao treinador:
- Meu pai morreu esta manhã. Existe algum problema se eu faltar ao jogo hoje?
O treinador abraçou-o e disse:
- Fica o resto da semana de folga, filho e nem se preocupe em vir no sábado.
Chegou o sábado e o jogo não estava bom. Quando a equipe tinha 10 pontos de desvantagem o jovem entrou no vestiário, colocou o uniforme em silêncio e correu até o treinador e sua equipe, que ficaram impressionados ao ver seu companheiro regressando.
- Treinador, por favor, deixe-me jogar...eu tenho que jogar hoje, implorou o jovem
O treinador não queria escutá-lo. De nenhuma maneira podia deixar que seu pior jogador entrasse no final das eliminatórias. Mas o jovem insistiu tanto que, finalmente o treinador sentindo pena, deixou:
- OK filho, pode entrar, o campo é todo seu.
Minutos depois, o treinador, a equipe e o público não podiam acreditar no que estavam vendo. O pequeno desconhecido, que nunca tinha participado em nenhum jogo, estava sendo brilhante. Ninguém podia detê-lo no campo. Corria facilmente como uma estrela.
Sua equipe começou a fazer pontos até empatar o jogo. Nos últimos segundos do jogo, o rapaz interceptou um passe e correu todo o campo até ganhar com um touchdown. As pessoas que estavam nas grades gritavam emocionadas e sua equipe o levou carregado por todo o campo. Finalmente quando tudo terminou, o treinador notou que o jovem estava sentado quieto e só, numa esquina.
Aproximou-se e disse: - Garoto, não posso acreditar...esteve fantástico!!! Conte-me como conseguiu!?
O rapaz olhou para o treinador e disse:
- O senhor sabe que meu pai morreu..., mas sabia que meu pai era cego???
O jovem fez uma pausa e tratou de sorrir...
- Meu pai assistiu todos os meus jogos, mas hoje era a primeira vez que ele realmente podia me ver jogando...e eu quis mostrar-lhe que podia fazê-lo.
domingo, fevereiro 16, 2014
Seguro de Vida de acuerdo a la Halajá
Pregunta: Es permitido adquirir un seguro de vida?
Respuesta: La pregunta se fundamenta en el hecho de la confianza que la persona debe tener en que D-os es quien provee el sustento, y si bien la persona puede realizar el esfuerzo necesario para su trabajo, en definitiva debe confiar en D-os como la fuente de su sustento. Por lo tanto también sus herederos dependen de la voluntad divina, y aunque la persona les transfiera un seguro de vida para afianzar su futuro, si D-os decide que ellos no tendrán un buen pasar, pueden perder todo su dinero por lo tanto no tiene sentido para un judío poseer un seguro de vida. Por otro lado, el adquirir un seguro de vida aparenta una actitud de falta de confianza en D-os que les provee a todas las criaturas sus necesidades. Asimismo, quien adquiere un seguro de vida, en cuya póliza se describen situaciones graves o penosas, como enfermedades, accidentes, etc. puede considerarse esto como un llamado a la adversidad, permitirle al satán que presente un futuro aciago que quizás no estaba destinado.
Ya vimos en la entrega anterior, que D-os dispuso que el mundo debe manejarse según la naturaleza que El mismo creó, no se puede confiar o apoyarse en milagros para la subsistencia. Por ello la persona puede realizar los esfuerzos necesarios para lo relacionado con su sustento. Y lo que afirma el Talmud (Sotá 48) de que los hombres piadosos confían en D-os y no se preocupan por el sustento del mañana pues depositan en el Todopoderoso todas sus expectativas, se trata de una actitud relegada a una minoría de hombres piadosos que poseen una total y absoluta fe en el Creador. Pero para la mayoría de los mortales, aún cuando entienden y confían en la influencia del Creador en el destino del hombre, pueden realizar los esfuerzos necesario no sólo para ganarse el sustento sino también para formarse una posición económica más sólida, aún si poseen los suficiente para su sustento actual.
El Meiri, en su comentario sobre el libro de Mishle (cap. 19, 21) explica que la persona debe confiar en D.os en todas sus cuestiones y no suponer que su capacidad o habilidad le permiten alcanzar logros. Debe actuar de forma que pueda alcanzar su sustento pero confiar en que D-os es quien en definitiva le permite ganarlo, y no suponer que D-os le enviará lo necesario sin que realice el esfuerzo humano que debe invertir de su parte, pues el mundo no fue creador para funcionar por medio de milagros. Por lo tanto el hombre debe hacer el esfuerzo necesario y agilizar sus accionar, pues la disposición y la agilidad son virtudes en el hombre, no la pesadez o la pereza. Siempre, como decimos teniendo como premisa que D-os es en definitiva quien provee al hombre de lo que debe recibir.
Por ello, escribió Rabí Ovadia Yosef, z"l que la persona puede adquirir una póliza de seguros y con ello no transgrede ninguna prohibición de la Torá, pues en definitiva él deposita su confianza en D-os y sólo realiza el esfuerzo o toma la iniciativa de hacer lo humanamente posible para ganarse el sustento y el de sus herederos.
Y así escriben los Tosafot (Baba Kama 70) en nombre de Rabenu Tam, sobre la prohibición de prestar dinero con interés a un gentil. Esta es una prohibición de origen rabínico para evitar que la persona se involucre con el gentil, sin embargo, escribe Rabenu Tam, en la actualidad que vivimos entre los gentiles y toda nuestra actividad comercial se lleva a cabo entre gentiles y no existe otra forma de comerciar. Asimismo los judíos debían pagar altas tasas de impuestos o gravámenes a los príncipes o terratenientes, por ello todo el comercio que realizaban difícilmente les alcanzaba para su subsistencia. Por ello los Tosafot escriben que no rige hoy la prohibición de prestarle al gentil con interés. Y así lo dictaminan el Tur y el Sh. Aruj cap. 159. De ello se desprende que la persona puede realizar lo necesario según las leyes naturales de la vida y el comercio y no debe atribuir todo a la acción divina que le proveerá el sustento.
Y así lo sostienen otras autoridades contemporáneas como el Lehem Shelomo quien incluso escribe que propio tío contrató una póliza de seguro y si ello supondría alguna prohibición de ninguna forma lo hubiese hecho.
En conclusión, se puede contratar una póliza de vida siempre y cuando se haga según lo establece la halajá.