quinta-feira, março 15, 2018

Nisan: BENDICIÓN A LOS ÁRBOLES





BENDICIÓN A LOS ÁRBOLES

La persona que durante los días del mes de Nissan observa árboles en su época de floración, debe pronunciar la siguiente bendición: Baruj Ata……Melej Ha´Olam..Shelo Hiser Beolamó Kelum, Ubará Bo Beriot Tobot Veilanot Tobot Lehanot bahem bene Adam –Bendito Tu Eterno…..Rey del Universo, que no ha hecho faltar nada en Su mundo, y Creó criaturas buenas y árboles buenos para que disfruten las personas-.
Nuestros sabios instituyeron esta bendición pues la floración es algo que se renueva cada año, y el hombre puede observar como de los árboles marchitos vuelven a salir flores (Rabí Aharon Haleví en su obra Pekudat Halvyim; ver Talmud Berajot 43b). Esta bendición se debe pronunciar una sola vez por año, no más.
Incluso las mujeres deben pronunciar la bendición de los árboles. Y aún cuando las mujeres están exentas de observar los preceptos que poseen un tiempo determinado para su cumplimiento – Mitzvat Asé Shehazeman Gueramá-, de todas formas, la bendición de los árboles deben pronunciarla. El motivo para ello, es similar al que explica en la obra Ture Eben con respecto al precepto del ofrecimiento de las primicias de la tierra en el sagrado Templo, el cual incluso las mujeres observaban, aún cuando a partir de Janucá ya no se pueden ofrendar las primicias, por lo que se consideraría un precepto determinado por el tiempo, sin embargo no es considerado como tal pues sólo se incluyen en esta categoría de Mitzvat Ase´Shehazeman Gueramá aquellos preceptos que no pueden cumplirse por limitación del mismo precepto, sin embargo las primicias no pueden ofrecerse a partir de Janucá pues ya no es común hallar frutos en el campo, y si encontraríamos frutos durante ésta época en el campo serían días aptos para el ofrecimiento de las primicias.
Lo mismo aplica a la bendición de los árboles, ésta sería adecuado pronunciarla todo el tiempo, sin embargo en épocas de Nissan es cuando se produce la floración. Por lo tanto, no es el tiempo el que determina la pronunciación de la bendición sino que se trata de una condición de la misma, por ello también las mujeres pueden pronunciar la bendición de los árboles, y en la próxima halajá aclararemos distintos aspectos de esta bendición.
Este año, 5778, Rosh Jodesh Nisán acontece en Shabat, y como tratamos de pronunciar la bendición de los árboles el mismo día de Rosh Jodesh, debemos analizar si esta bendición se la puede pronunciar en Shabat.
 Veamos, el Talmud (Sucá 37) enseña en nombre de Rabba que sobre el mirto en al árbol, antes de arrancarlo, se puede pronunciar la bendición de los aromas para olerlo, sin embargo, no se puede pronunciar la bendición sobre el fruto del citrón – etrog-. La diferencia radica, según explica el citado talmud, mientras el mirto es una planta aromática destinada sólo al aroma por lo tanto no hay temor de que la arranque, sin embargo, el etrog que es un fruto existe el temor de que, inconscientemente lo arranque al tratar de olerlo. De aquí que no exista prohibición con respecto a la bendición de los árboles en Shabat pues esta se pronuncia sobre la primera floración y por lo tanto no existe el temor de que se vaya a arrancar nada. Asimismo, al pronunciar esta bendición sólo la recitamos y no necesitamos tocar ni acercarnos al árbol.

quarta-feira, março 14, 2018

Pêssach 5778: Primeiras 4 Leis Fundamentais





Pêssach

Os nossos sábios estabeleceram que se deve iniciar o estudo das leis de Pêssach trinta dias antes da festa, para que a pessoa chegue preparada para o chag (festa), ou seja, bem informada sobre as inúmeras regras vigentes nesses dias.
 
A proibição de chamêtz (fermentados das cinco espécies – trigo, cevada, aveia, centeio e espelta) em Pêssach aparece quatro vezes na Toráh, resultando em quatro modalidades:

        Não comer ou ter proveito do chamêtz em Pêssach.
        Que não haja chamêtz na propriedade de um judeu em Pêssach.
        Que um judeu não veja chamêtz em sua propriedade em Pêssach.
        Anular todo chamêtz e levedura da propriedade do judeu antes de Pêssach.


Proibição do Chamêtz

Desde o meio-dia de 14 de Nissan até o final de Pêssach é proibido comer e ter proveito de chamêtz. Nossos sábios acrescentam duas horas antes do meio-dia a esta proibição. A partir do momento em que a festa de Pêssach propriamente dita se inicia, aplicam-se as proibições de não se ver e não se encontrar ("bal ieraê uval imatzê) chamêtz. Essas proibições continuam até o final do chag (festa) e obviamente expiram ao seu fim.
 
Já que é uma grave proibição da Toráh, os sábios proibiram comer ou ter qualquer outro proveito do chamêtz de um judeu que não foi vendido da maneira halachicamente correta antes do chag (como traremos em breve) e permaneceu em sua propriedade durante o Pêssach.
 
A Toráh, no Chumash Shemot (Livro Êxodo), nos ordena eliminar o chamêtz de nossas propriedades como preparação para Pêssach até a metade do dia 14 de Nissan. Não é somente proibido comer, mas também não se deve possuir ou deixar o chamêtz em sua propriedade. A partir daquele momento, todo aquele que não eliminou e/ou anulou o chamêtz está descumprindo esta Mitzvá Ativa (Mitzvat Assê). A partir do início de Pêssach, transgride também a proibição de "Bal Yeraê” (“não será visto chamêtz").

Anulação do Chamêtz

Da linguagem utilizada pela Toráh aprendemos que a proibição de encontrar chamêtz na propriedade de um judeu se refere somente ao chamêtz deste. O chamêtz que pertence a um não judeu ou chamêtz abandonado ou descartado (sem donos) pode estar em sua propriedade. Portanto, aquele que tem funcionários ou empregados não judeus que vivem em sua casa, o funcionário pode manter o seu chamêtz no próprio quarto. Assim também judeus que em seu escritório trabalham não judeus podem circular sem problemas neste ambiente durante o chag, pois o chamêtz não é propriedade de um judeu.
 
Os sábios instituíram a obrigação de anular o chamêtz de duas maneiras. A primeira é a anulação oral. A segunda consiste em remover de casa e eliminá-lo. A razão pela qual não é suficiente apenas um tipo de anulação é a seguinte: talvez a pessoa não anule o chamêtz de todo coração, ou, se anular de todo coração, pode ser que deixe em casa e venha acidentalmente a comer durante o Pêssach. Portanto, como medida de precaução e rigor, os sábios fixaram os dois tipos de anulação.

Verificação do Chamêtz


Para erradicar o chamêtz de casa deve-se cumprir a mitzvá de "verificação do chamêtz". Este mandamento se cumpre imediatamente após Arvit (Oração Noturna) do décimo quarto dia de Nissan (véspera de Pêssach). A obrigação recai primordialmente sobre o pai da casa e, se ele não puder, deverá nomear sua esposa ou um de seus filhos maiores de 13 anos (bar mitzvá) como responsáveis pela verificação, a ser feita logo no início da noite. Para que a pessoa não se esqueça de realizá-la, os sábios proibiram começar alguma atividade ou fazer uma refeição meia hora antes do horário da verificação. É proibido até mesmo começar a estudar Torá meia hora antes da verificação, pois há o receio de a pessoa continue estudando e acabe por esquecer de cumprir a obrigação.
 
Antes de iniciar a verificação do chamêtz, faz-se a benção "Baruch Ata A-donai E-lohenu Mêlech Haolam Asher Kideshanu Bemitzvotav Vetzivanu Al Biur Chamêtz" (Bendito és Tu, ó Senhor, Rei do Universo, que nos santificou com Seus mandamentos e nos ordenou a eliminar o chamêtz). A eliminação do chamêtz ocorre, porém, somente no dia seguinte, mas uma vez que o processo começa com a verificação, fazemos a bênção neste momento. Quem se esqueceu de recitar a bênção antes e lembrou no meio da verificação, se ainda não a terminou pode recitar a bênção no momento em que lembrar. Deve-se ter o cuidado de não falar assuntos não relacionados à verificação desde o momento em que proferiu a bênção até terminar a verificação. Se a pessoa tratar de assuntos não relacionados à verificação, deverá recitar a benção novamente.

Quem vai passar Pêssach fora de casa, viajando antes da noite da verificação do chamêtz, deverá verificar a casa na noite anterior à viagem, mas sem fazer a benção, pois esta é feita apenas na verificação que é realizada na noite de 14 de Nissan. Portanto, a pessoa que tenha mais uma casa (por exemplo, em outra cidade), deve verificar o chamêtz antes de Pêssach nas duas casas. Caso não seja possível verificar as duas na noite de 14 de Nissan, deve verificar uma delas nos dias anteriores a 14 de Nissan (sem recitar a bênção) e a casa na qual estará na noite de Pêssach deverá verificar na noite de 14 de Nissan fazendo a bênção.
 
Todo lugar em que a pessoa está acostumada a entrar com chamêtz, ou objetos que costumam conter ou guardar chamêtz, devem ser verificados. Portanto, deve-se verificar bolsas/mochilas onde por vezes colocamos comida, o bolso das roupas das crianças e, é claro, também os carros.
 
A verificação se faz com a luz de uma vela. Quem teme que a vela possa causar um incêndio ao verificar determinados lugares, pode verificar estes locais com uma lanterna. O costume é espalhar pela casa dez pedaços de chamêtz. Há quem explique que isto é para garantir que quem faz a procura encontrará chamêtz e assim sua bênção não terá sido em vão. Deve-se anotar e lembrar bem dos locais onde foram colocados os pedaços de chamêtz, para que não ocorra uma falha e um dos pedaços fique na casa durante o chag, D'us nos livre.