domingo, janeiro 16, 2011

O Sionismo: O grande amor que palpita dentro de cada judeu

“Alegre-se o monte de Sião; alegrem-se as filhas de Judá (Iehudáh)  por causa dos teus juízos.” Salmos 48:11

Israel e Marc Chagall

Sião (Sión) ou Tzion, a colina sobre a qual foi erigido o Templo de Jerusalém e que mais tarde se converteria no símbolo da própria Jerusalém. O filósofo austríaco de origem judaica Nathan Birnbaum foi quem aplicou pela primeira vez o termo sionismo a esse movimento, em 1890[1].

· Sionismo

A origem da palavra "Sionismo" é o termo bíblico "Sião", usado geralmente como um sinônimo de "Jerusalém" (Ierushalaim) e da Terra de Israel (Erets Israel). O Sionismo é uma ideologia que expressa o profundo anelo dos judeus de todo o mundo por sua pátria histórica - Sião, a Terra de Israel.

"Para o judeu, a palavra Sião tem um significado muito profundo que toca e envolve a sua alma e os seus sentimentos. É, talvez, difícil descrever este sentimento que se traduz no amor já definitivamente incorporado durante séculos ao patrimônio religioso, cultural e afetivo e está enraizado no seu próprio ser".

· Sionismo bíblico

A aspiração pelo retorno à sua pátria foi sentida pela primeira vez pelos judeus exilados na Babilônia há cerca de 2500 anos atrás - uma esperança que subseqüentemente se concretizou. "Junto aos rios da Babilônia nos assentamos e choramos, lembrando-nos de Sião" Salmo 137:1. Desta forma, pode-se dizer que o Sionismo político, que se consolidou no século XIX, não inventou nem o conceito nem a prática do retorno. Ao contrário, ele adaptou uma idéia muito antiga e um movimento constantemente ativo às necessidades e ao espírito de seu tempo.

"Levantar-te-ás e terás piedade de Sião; é tempo de te compadeceres dela, já é vinda a sua hora; porque os teus servos amam até as pedras de Sião, e se condoem do seu pó. Todas as nações temerão o Nome do Senhor, e todos os reis da terra a sua glória" (Salmo 102:13-15).

Sião ou Tzion, em hebraico, significa local ensolarado, ou exposto ao sol; monte ensolarado. O Monte Sião é uma elevação em Jerusalém com 765 metros acima do nível do mar. Fica na parte sudoeste da Cidade antiga. Ao leste está o vale central e, ao sul, o vale de Hinon. Este monte foi conquistado pelo exército israelense em 18 de maio de 1948, na guerra de "libertação" ou "Independência" do Estado de Israel.
A palavra Sião é usada na Bíblia com quatro significados. Concentrar-nos-emos na palavra no que ela significa para o povo judeu. Os quatro sentidos são:

1) - Sião, com referência a um monte (Salmo 78:68).

2) - Sião, representando a cidade de Jerusalém (II Samuel 5:7; Salmo 48:1,2; 60:14).

3) - Sião, referindo-se ao povo judeu, seus anseios e aspirações quando no exílio, pela libertação nacional e soberania (Salmo 137:1-6; Jeremias 30:17; 50:4-5).

4) - Sião, como expressão daquela realidade espiritual eterna que D’us tem buscado desde o princípio. Este é o significado mais importante (Salmo 50:1,2; Isaias 35:10). O Sionismo nos fala sobre o grande amor que palpita dentro do peito de cada judeu por sua pátria - Sião - e também da necessidade que há em seu coração em retornar à sua terra e a sua gente! Sião é o anseio principal do povo de Israel na diáspora (dispersão)!

· O Sionismo histórico

O conceito fundamental do pensamento Sionista se expressa na Declaração de Independência de Israel (14 de Maio de 1948), que declara:

“A Terra de Israel foi a terra natal do Povo Judeu. Aqui se formou sua identidade espiritual, religiosa e política. Foi aqui que, pela primeira vez, os judeus se constituíram em Estado, criaram valores culturais de significação nacional e universal e deram ao mundo o eterno Livro dos Livros”.

“Depois de forçado a exilar-se de sua terra, o Povo Judeu lhe permaneceu fiel em todos os países de sua dispersão, nunca deixando de orar por ela, na esperança de a ela regressar e restabelecer sua liberdade política."

Um dos conceitos básicos do Sionismo é o de ser a Terra de Israel o local de nascimento histórico do Povo Judeu, e a convicção de que a vida judaica em qualquer outro lugar é uma vida no exílio. Moisés Hess expressa essa idéia em seu livro Roma e Jerusalém (1844):

"Dois períodos forjaram o desenvolvimento da civilização judaica: o primeiro, após a libertação do Egito, e o segundo, o retorno da Babilônia. O terceiro ocorrerá com a redenção do terceiro exílio."

Durante os séculos de duração da Diáspora, os judeus mantiveram um relacionamento forte e singular com sua pátria histórica, manifestando sua saudade de Sião através do ritual e da literatura. Quando ora, o judeu se volta para o Oriente, na direção da Terra de Israel. Na oração matutina, ele diz "Trazei-nos em paz dos quatro cantos do mundo e dirigi-nos à nossa terra". Durante as orações há algumas frases que se repetem várias vezes: "Abençoado sede Vós, Senhor, construtor de Jerusalém"; "Abençoado sede Vós, Senhor, que retornais Vossa presença a Sião". A oração de graças após as refeições inclui uma benção que termina com uma prece pela reconstrução de "Jerusalém, a Cidade Santa, em breve, em nossos dias". Na cerimônia de casamento, o noivo se compromete a "elevar Jerusalém ao ápice de nossa alegria". Na circuncisão recita-se o salmo "Se eu te esquecer, ó Jerusalém, que se resseque a minha mão direita". Em Pêssach, todo judeu declara: "No próximo ano em Jerusalém". O anseio do Povo Judeu por retornar à sua terra se expressou também em prosa e em verso, em hebraico e nas outras línguas faladas pelos judeus no correr dos séculos, idish na Europa Oriental e ladino na Espanha.

· Quando se fala em Sião:

O judeu se reporta instantaneamente à cidade de Jerusalém. Ele se transporta ao monte da santidade, isto é, do templo, ao santuário do Eterno na Terra Santa, na Terra de Israel. Ele relembra entre os seus antepassados, o pai do seu povo, o patriarca Abrão e o sacrifício do seu filho Itzchak. Ele, na elevação de Moriá, revive as glórias da presença divina no "Shechinah" no Templo do Senhor; brota no seu coração o desejo ardente de visitar tão significativo lugar, por se encontrar gravado de mil maneiras na sua mente e nos seus sentimentos a frase milenar tantas vezes repetida nas suas preces: "no próximo ano em Jerusalém!"

Falar de Sião é ir fundo no coração do judeu, relembrando a terra prometida, Canaã, conquistada e perdida tantas vezes e agora novamente em seu poder pela infinita misericórdia do Todo-Poderoso.

Afloram, nos pensamentos do povo, os lindos Salmos que David cantou, exaltou "a cidade de David", sua Jerusalém.

Sião, com o passar dos tempos, veio a se tornar um símbolo, uma esperança de retorno do povo judeu da Diáspora, para a sua terra e sua pátria. A Terra de Israel sem Jerusalém é como um lar sem filhos; um jardim sem flores, um sino que não retine porque não tem badalo. É um corpo sem coração.

Sião, como sinônimo de Jerusalém, tantas vezes perdida para seus inimigos, e outras vezes destruída e queimada e novamente reconstruída como uma "fênix" que sobreviveu e renasceu das cinzas pelo poder e misericórdia divina, tem um estranho poder de atração sobre o coração judeu, como a pequena limalha é atraída por um potente imã. O nome Sião está indissoluvelmente associado também à vinda do Messias, do Seu grande amor pela cidade a ponto de chorar por ela e seus habitantes.

Sião foi o palco e o principal centro de luta entre a luz e o poder das trevas. Muitos conquistadores por ela lutaram, mas milhares e milhares de israelitas abnegados, durante os séculos pelejaram e deram suas vidas para manterem-na em seu poder. Sião e Jerusalém são dois nomes imortalizados e eternizados. Por sua vez, entre os cristãos, desde longa data, as palavras Sião e Jerusalém são lembradas, cantadas, exaltadas, em hinos de louvor e adoração a D’us, por diferentes denominações. “Como cidade eterna, lar dos salvos, prometida por D’us e a seus fiéis seguidores, ela é ansiada e desejada como o alvo a ser alcançado, Jerusalém reconstruída".


[1]"Sionismo."

quinta-feira, janeiro 13, 2011

NÃO DESISTA DE SER FELIZ

NÃO DESISTA DE SER FELIZ

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J0101864

        

Faça como as abelhas: vá às flores e despreze os espinhos.
Só há um meio de ter virtude: desejar tê-la.
Não deixe a pressa da vida contaminar você.
Não se canse de compreender, não se canse de respeitar, não se canse de amar...
A alegria é ar, é som, é vida. Mantenha o seu bom humor.
O passar dos anos não depende de você.
Mas passá-los da melhor maneira, sim.
A vida agitada impede o ser humano de ver o verdadeiro valor das coisas pequeninas.
Não se preocupe em viver muito. Preocupe-se em viver bem o seu dia a dia.
O segredo da juventude é pensar que o melhor da vida é o dia de hoje.
Festeje cada dia de sua vida, pois a cada amanhecer você tem a oportunidade de renascer.
Não espere que a verdade, a bondade, a calma, a fé... venham do lado de fora. Descubra- as dentro de você.
Por fora de toda sombra, há luz.
Não deixe que o ontem nem o amanhã estraguem o seu hoje.
O ontem já passou e o amanhã não chegou.
Você não pode pescar toda sua felicidade com uma rede, mas pode pescá-la com um anzol, dia após dia, um pouquinho de cada vez.
Mude você não os outros. Mude agora e não amanhã.
Não perca tempo para se sentir melhor e feliz.
Os milagres de Deus dependem da decisão do seu coração.
Não se consegue nada sem fé.
Não desista nunca de ser feliz.

quarta-feira, janeiro 12, 2011

E falando de Toráh (Lei de Moises)…. Numerologia, bom Guematria..sabém!?

Guematria – Numerologia

1ª Parte.

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O primeiro que devemos conhecer, para ingressar ao fascinante mundo da numerologia, é o valor numérico que corresponde a cada letra do Alfabeto Hebraico. A continuação colocamos uma tabela completa, do valor de cada letra do alfabeto hebraico.

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Vale sinalar, que existem muitos outros sistemas de cálculo e combinações de letras, que permitem que se estabeleça com aquilo que foi anunciado. Alguns de eles são "intercambio de letras em ordem inversa”, "cálculo do número, raiz", etc.

Vale indicar, que existem muitos outros sistemas de calculo e combinação de letras, que se combinam com o anunciado. Alguns deles são o “intercambio de letras em ordem inverso”, entre outros. O método conhecido como Guematria é uma das 32 formas de interpretação da Toráh (A Lei de Moises), assim diz no Talmud (Literatura Rabínica).

Em especifico a etimologia da palavra Guematria, tem algumas explicações ou interpretações. Alguns dizem que sua raiz provem do grego, referendo-se mais especificamente a “geometria”, que para hebraico a palavra tem um sentido mais abrangente, incluindo qualquer tipo de cálculos. Porem expressam outros que a palavra Guimatria, é uma palavra composta formada em dois “gama” e tria, dando lugar que gama é a terceira letra do alfabeto grego, que a sua vez tem similitude com Guimel também terceira letra, porem do alfabeto hebraico. Indicando sua metodologia.

Mais ainda a posição do famoso legislador Rabino Iosef Caro, que nasceu 1488 em Espanha, falecendo 1575 em Safed (Tsfat – Israel), que diz o seguinte: A palavra “Guimatria” é composta por duas palavras: Guei (vale) e mituria (da montanha), isto da uma idéia de que quando nos confrontamos com algo que não compreendemos, como se estaríamos de frente a uma montanha, a Guimatria é um vale de compreensão.


Vejamos agora, algumas aplicações da numerologia prática:

É conhecido, o que diz nossas fontes: "A Israel Escolheu (O Criador) de entre os povos"

Contemplaremos isto a través de um cálculo numerológico:

A primeira palavra da Toráh é:

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BERESHIT = No Inicio

A mesma suma 913

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Calculemos agora o valor das palavras:

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Israel Bachar Behamim

O significado de isto é: "A Israel Escolheu de entre os povos".

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Podemos observar que a primeira palavra da Toráh é: בראשית   (BERESHIT), e que O Criador escolheu a Israel de entre todos os povos, tem o mesmo valor numerico.


Sabido é também, que logo de haver escolhido ao povo de Israel, O Criador lhe entregou os 613 preceitos que foram criados por Ele, antes da criação do universo.

Vejamos isto segundo a numerologia

Os 613 preceitos antecederam ao mundo

A primeira palavra da Toráh é:

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O valor numérico de בראשית (BERESHIT) é:

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Vejamos agora o valor numérico da palavra TARIAG* KODEM HAOLAM

*Tariag é a forma escrita de representar o numero 613.

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TARIAG KODEM HAOLAM

Por tanto seria a explicação: 613 (pelos preceitos) antecederam a criação do mundo. É dizer que o mundo esta sustentado na idéia que se devem cumprir os preceitos para ter um mundo equilibrado para viver.

El significado de isto é: Os 613 (pela quantidade de preceitos, que são estabelecidos dentro do Código de Vida Judaico), antecederam ao mundo.

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Então vejamos que a palavra בראשית (Bereshit – No inicio, soma 913), enquanto a sentencia תרי"ג קודם העולם [Os 613 (pela quantidade de preceitos, que são estabelecidos dentro do Código de Vida Judaico), antecederam ao mundo] suma 914.

Procederemos a aplicar o sistema que se chama, a incorporação do "Colel" – Absolutamente compreensível, que equivale ao número de palavras utilizadas.

Neste caso a palavra utilizada foi uma: בראשית- Bereshit

A continuação somaremos a 913 o valor 1, e nos fica que בראשית(Bereshit) + 1 = 914.

Por tanto já observamos que na primeira palavra da Toráh encontramos um indicio de que os 613 preceitos antecederam a criação do universo.


Resta-nos saber de donde se sabe que O Criador crio os 613 preceitos básicos exclusivamente:

A primeira palavra da Toráh é

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O valor numérico de  בראשית é:

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Vejamos agora o valor numérico de: (Tariag Iatsar -תרי"ג יצר)

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Que significa: "613 preceitos Crio", a palavra Iatsar, tem a mesma idéia de Ietsira, formação, Haolam Ietsira, um mundo de formação

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Tem o mesmo valor que a palavra Bereshit - בראשית

Concluímos que podemos observar que os 613 preceitos constam no primeiro vocábulo da Toráh.

terça-feira, janeiro 11, 2011

A Cabaláh da Verdade

A Verdade

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Os discípulos de um rabino, famoso por sua erudição e finura, perguntaram a causa pela qual acostumava esclarecer a verdade, contando uma história.

Ele respondeu:

- Isso eu posso explicar contando uma parábola sobre a própria parábola.

“Um dia, a Verdade andava visitando os homens, sem roupa e sem adornos, tão nua como o seu nome. E todo mundo que a via dava-lhe as costas, de medo ou vergonha, e ninguém a cumprimentava. Assim, a Verdade percorria aos confins da Terra, rejeitada e desprezada.

Uma tarde, muito abalada e triste, a verdade encontrou a parábola, que estava andando feliz com um vestido muito bonito e colorido.

- Verdade... Por que estás tão abatida? - Perguntou a Parábola.

- Porque eu sou tão velha e feia que os homens me evitam - disse a verdade.

- Que disparate - riu a Parábola.

- Não é por isso que os homens te evitam. Toma, veste uma das minhas roupas e veras o que acontece.

Então, a Verdade colocou-se um dos lindos vestidos da Parábola e, de repente, onde quer que fosse, era bem-vinda.”

O rabino sorriu e concluiu:

- Bem, a verdade é que os homens não gostam de encarar a verdade nua... Eles a preferem disfarçada.

A palavra em hebraico para verdade é EMET (EMT = אמת), conformada por três letras: Álef (א) a primeira letra do alfabeto hebraico, o principio do inicio, o que representa em sua forma o ser humano com seus dois braços, um esticado para cima e outro esticado para baixo, é conexão dos mundos o superior com o inferior, e a procura do encontro, do equilíbrio entre o mundo espiritual e material.

A segunda letra, Mem (ם-מ), esta letra tem duas formas: uma conhecida como Mem aberta, é utilizada no início e meio da palavra e outra fechada, que só é usado no final das mesmas. A Mem aberta indica que existem pontos referentes ao acionar do Criador, que estão ao alcance de nossa compreensão, e a Mem fechada indica o oculto e incompreensível. Nomeia-se a D’us em muitos partes com o nome de Makom (lugar), que começa com a letra Mem aberta (מ), a possibilidade de conhecer-nos através de D’us, e finaliza a palavra Makom, com letra Mem fechada (ם), já que apesar de todo sua essência, esta fechada para nós. Seu valor é 40, o número que entre outras coisas representa 40 días para formar-se o feto humano com forma completa. 40 anos é o tempo em que a pessoa chega à sabedoria.

Taf (ת), a letra Taf representa e simboliza a "verdade". Ao principio não chama atenção, porem é interessante no final. Taf: Ao contrário da análise e simbologia que representam cada letra, com a primeira letra da palavra, como por exemplo, a letra Shin(ש), e inicio da palavra sheker (mentira), shalom (harmonia). Porem o símbolo da letra Taf é dada pela última letra da palavra "Emet", a verdade. Precisamente esta é a característica geral da verdade, à primeira vista parece à mentira mais interessante. A verdade é valorizada no final.

segunda-feira, janeiro 10, 2011

A Mercedes Benz foi judia

Mercedes Benz foi judia


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Poucos recordarão, ou lhes importará recordar, aqueles desfiles nazistas, tão meticulosamente encenados na Alemanha, depois da ascensão do Hitler ao poder. As fotografias destas cenas freqüentemente mostravam ao Fuhrer parado para saudar dentro de uma gigantesca Mercêdes-Benz. Haverá-lhe dito alguém que o automóvel no que viajava, um automóvel associado com todos seus valores, foi renomado com o nome da neta de um rabino húngaro?

Não nos referimos à palavra Benz, que obviamente a deu o fundador da empresa que se uniu ao Daimler em 1926 para formar a capitalista Daimler-Benz. Os automóveis fabricados pelo Daimler desde 1901 foram chamados Mercedes, e vale a pena conhecer o motivo.

Karl Benz e Gottlieb Daimler tinham começado a trabalhar, por separado, com automóveis com motor a petróleo em 1885. Não foram os que idearam o princípio como nos quer fazer acreditar a propaganda alemã: o primeiro automóvel com motor de petróleo na história foi criado por um químico judeu de Viena chamado Siegfried Markus em 1870. Tinha criado seu automóvel por sua conta; Daimler e Benz foram apenas os primeiros em perseguir o potencial comercial da idéia.

Os automóveis que, durante o resto do século, vendiam estas duas empresas (e os franceses que progrediram muito mais rápido uma vez que começaram) eram torpes e muito pouco estáveis. Então entrou na cena do Daimler um homem chamado Emil Jellinek: tinha experiência em carreiras, em negócios, e mais que tudo, um bom cérebro. Herdou-o de seu pai Adolf, nascido em 1820 no Drslawitz (ou Drslavice ou Uhersky Brod), Hungria, e foi mais conhecido na comunidade judia do Leipzig a Viena como Rabino Aaron Jellinek, um grande estudioso, um notável místico e um brilhante pregador.

Cinco filhos teve o rabino antes que Emil nascesse em 1853; mas à medida que o jovem Emil crescia não demonstrava nenhum sinal de que queria seguir os passados do resto de sua família.
Seu pai se desesperou, já que pai não se preocuparia com corrigir os enganos de seus filhos? Rabino Aaron moveu os fios para seu filho Emil, para que possa trabalhar em Marrocos, com o consulado do Austro-a Hungria, um trabalho suficientemente respeitável.

No Tanger e Tetuán o jovem Emil demonstrou ter grande habilidade para os negócios, florescendo tão rápido que em dois anos pôde casar-se com o Rachel Gogman Cenrobert, filha de família sefaradi. Esta foi à influência que fez que nomeassem a sua terceira filha Mercedes. Quando nasceu, em 1892, ele estava vivendo na Europa, um homem endinheirado, interessado em novas tecnologias como o motor do automóvel. Logo adquiriu uma agência do Daimler, vendendo automóveis a personalidades ricas, já que eram seus amigos por seu status diplomático.

Em 1900 ocorreu um acidente durante a Semaine de Vete na Niza, que tinha sido recentemente estabelecida como a semana do esporte automotriz para o entretenimento dos ricos. Um Daimler tinha derrubado em um dos eventos principais, matando a seu condutor, e Jellinek não teve outra alternativa que reabilitar a reputação do Daimler e também melhorar o automóvel. Tinha idéias de como levá-lo a cabo, as explicou ao desenhista principal da empresa Wilhelm Maybach, e os deixou para que o façam.

Não é este o lugar de recitar as virtudes técnicas da máquina nobre que emergiu. É suficiente que o automóvel que foi apresentado na Niza em janeiro de 1901 estava tão distante de todo o resto que provavelmente foi o primeiro motor moderno para automóveis. Os espectadores e os clientes estavam convencidos, porque funcionou melhor que todo o resto, era mais suave e mais fácil de dirigir. Seu nome estava em boca de todos os pressente - mas não era Daimler.

Jellinek tinha ficado impressionado pela interpretação do Maybach de suas instruções, e os respaldou com dinheiro. Ordenou 36 exemplares do novo automóvel (vendeu o primeiro ao Barão Henry do Rothschild), mas com a condição de que seu pedido tenha exclusividade no Austro-a Hungria, Bélgica, França e os Estados Unidos. Foi mais longe até, insistindo que o nome teutónico do Daimler era a barreira psicológica maior para a venda na França e em alguns outros negociados. Onde os venderia Jellinek se chamaria Mercedes.

E assim foi; e assim permaneceu até que em 1926 se uniu ao Benz, e até o dia de hoje aparece em todos os automóveis luxuosos que fabrica esta empresa.

John Leonard Kensell Setright (inglês filhos de pais australianos) é um dos jornalistas mais distinguidos de seu país (Grã Bretanha) no item do esporte automotriz. Seu último livro é - “Siga Dirigindo! - a história social do automóvel”. Em sua edição de luxo as páginas do prefácio começam com as letras “Bet Hê” – ב"ה, que simboliza as palavras em Hebraico Baruch Hashem ou Beezrat Hashem, Bendito o Senhor ou Com o Favor de D’us.

A ideia mística do vigor

A ideia mística do vigor

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O mestre da Cabalah aproximou-se e disse a seus discípulos:

Está escrito no livro dos Salmos: “A voz do Senhor ressoa com vigor” (Salmos 29: 4).

E perguntou: “É vigor ou é força?”. Os alunos ficaram perplexos perante a pergunta. O mestre, então, docemente respondeu: “Os dois falam de energia, a energia canalizada por meio das atitudes a tomar”.

Uma vez mais, o mestre, com um sorriso em seu rosto, perguntou: “Então, de qual vigor estamos falando?”.

No vigor ou força que há em cada um de nós, para que encontremos nossas vocações e potencialidades. Aí deve entrar a voz do Senhor, e aí ela (a voz) deve se materializar. Fixou seu olhar e expressou: “Se sabes cantar, canta a melodia que expressa o universo; se sabes correr, move os pés, e que o mundo perceba nessa corrida o dinamismo do ser; se sabes cozinhar, faz disso uma obra de arte.

Instaurou-se, então, um profundo silêncio. Os alunos tinham sua visão dividida: uma física, que olhava o infinito, e a outra, que explorava seu interior. O mestre, percebendo a confusão deles, esperou que os alunos respirassem profundamente, que meditassem. Ele estava exigindo muito deles, mas só desejava que fizessem das suas vidas uma obra de arte!

Com a luz brilhando em seu rosto, o mestre tomou a palavra e disse: A vida deve ser uma evidência de D’us, uma obra de arte”. Como está escrito no livro Deuteronômio – “Beiad chazakáh uvizroha netuiáh” (“Com mão segura e braço estendido”) –, cada um de vocês é chamado de ADM (אדם) – lê-se Adám, Adão. A primeira letra do alfabeto hebraico, Álef (א), assim como a primeira letra da palavra Adam, é o início Divino na tua pessoa. A segunda letra da palavra Adam, Dálet (ד), significa porta, abertura para o universo. E outra vez, estendendo sua mão cálida, disse: “Tu és a porta”. A terceira letra da palavra Adam, Mem (ם), é a letra essencial que se refere à Mãe e ao princípio da Fé, e com ela se constrói o Amén (אמן), isto é, assim seja. A raiz da esperança.

Isto és tu, isto é cada um de nós, isto acontece.

Isto sucede, se cada um de vocês encontrar o vigor em seu interior. E o mestre, com uma voz doce e agradável, começou a cantar uma melodia que elevou a autoestima, a força interior de seus discípulos.

sábado, janeiro 08, 2011

A Lição da Borboleta

"A Lição da Borboleta"
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Um dia, uma pequena abertura apareceu em um casulo; um homem sentou e observou a borboleta por varias horas, conforme ela se esforçava para fazer com que seu corpo passasse através daquele pequeno buraco.
Então pareceu que ela havia parado de fazer qualquer progresso.
Parecia que ela tinha ido o mais longe que podia, e não conseguia ir mais. Então o homem decidiu ajudar a borboleta: ele pegou uma tesoura e cortou o restante do casulo.
A borboleta então saiu facilmente. Mas seu corpo estava murcho e era pequeno e tinha as asas amassadas. O homem continuou a observar a borboleta porque ele esperava que, a qualquer momento, as asas dela se abrissem esticassem para serem capazes de suportar o corpo que iria se afirmar a tempo. Nada aconteceu!
Na verdade, a borboleta passou o resto da sua vida rastejando com um corpo murcho e asas encolhidas. Ela nunca foi capaz de voar.
O que o homem, em sua gentileza e vontade de ajudar não compreendia, era que o casulo apertado e o esforço necessário a borboleta para passar através da pequena abertura era o modo com que D’us fazia com que o fluido do corpo da borboleta fosse para as suas asas, de modo que ela estaria pronta para voar uma vez que estivesse livre do casulo.
Algumas vezes, o esforço é justamente o que precisamos em nossa vida.
Se D’us nos permitisse passar através de nossas vidas sem quaisquer obstáculos, ele nos deixaria aleijados. Nos não iríamos ser tão fortes como poderíamos ter sido.
Eu pedi Forca... e recebi Dificuldades para me fazer forte.
Eu pedi Sabedoria... e recebi Problemas para resolver.
Eu pedi Prosperidade... e recebi Cérebro e Músculos para trabalhar.
Eu pedi Coragem... e recebi Perigo para superar.
Eu pedi Amor... e recebi pessoas com Problemas para ajudar.
Eu pedi Favores... e recebi Oportunidades.
Eu não recebi nada do que pedi... Mas eu recebi tudo que precisava.