segunda-feira, janeiro 23, 2012

Marranos: Uma Historia que não tem fim–1ª Parte.

Bnei Anusim

Marranos

Belmonte

A Comunidade Judaica medieval na Espanha era uma das, mas antigas, florescentes e frutíferas.

Porem, a partir de 1391, com os discursos de Ferrand Martinez, em 4 de junho do corrente ano em Sevilha, começaram as matanças de Ferrand (em alusão a Ferrand Martinez, Arcediago de Ecija, que com discursos virulentos, alimentaram o ódio à fobia contra os judeus). Estes terríveis distúrbios contra os judeus tiveram lugar em varias cidades da Espanha medieval, como, Ecija, Carmona, Sevilha, Barcelona, Toledo e Córdoba.

Cem anos antes da expulsão dos Judeus da Península Ibérica, se vislumbrava um futuro sombrio, que dura para muitos até os dias de hoje, que esperam que se reconheça sua identidade.

Trás o qual seguiu-se varias ondas de conversões forçadas ao catolicismo, até 1492 e 1496, quando os judeus foram finalmente expulsos dos reinos de Espanha e Portugal respectivamente, este ultimo modifico o decreto de expulsão por uma conversão decretada que todos os judeus, a partir de Abril de 1497, eram cristãos.

Muitos destes conversos, conhecidos com o termo em hebraico de Anusim (forçados), conservaram sua identidade judaica e continuaram cumprindo secretamente algumas dos costumes e tradições de seus ancestrais. A pegada deste fenômeno, o qual durante séculos foi cruelmente perseguido pela inquisição, chega incluso até os nossos dias.

Atualmente um grã grupo de Bnei Anusim, descendentes dos Anusim, em Espanha, Portugal e America e outros países estão recuperando sua consciência de pertencia e reclamam seu direito histórico de retornar ao seio do Povo Judeu.

Chuetas – Xuetas

Em 1435, levou-se a cabo a conversão geral dos judeus de Maiorca, quando alem não tiveram a opção do exílio. Porem, um grã numero dos conversos continuo crendo e observando em secreto a antiga Lei de Moises por gerações.

Foi a finais do século XVII, quando se expor publicamente o origem judaico de um grã numero de “los de la calle” ou dito em Português: “os da rua”, punindo suas reincidências ao Judaísmo. Os descendentes destes judaizantes queimados na fogueira da Inquisição foram selados com um estigma eterno e conhecidos ate o dia de hoje como os “Chuetas - Xuetas[1]

Quinze dos sobrenomes mais comuns da ilha conformam o grupo os Chuetas ou Xuetas, que até pouco tempo mantinham a endogamia, é dizer que se casavam só entre eles, e sofriam discriminações.

Atualmente uma organização de Israel, com autoridade do Rabinato Superior de Israel, conta com um Rabino representante na Ilha Palma de Maiorca, que ajuda a guiar aos Xuetas – Chuetas que desejam retornar a suas raízes judaicas.


[1] O Xuetes (pronúncia Catalão: [ʃuətə]; singular Xueta, também conhecido como Xuetons ), foram um grupo social na ilha de Maiorca, descendentes de judeus de Maiorca, que tanto se converteu ao cristianismo ou foram forçados a manter a sua religião escondida. Eles praticavam estrita endogamia (Obrigação, para o indivíduo, de casar-se com alguém do seu grupo). De o dialeto Baleares deriva a palavra xueta, segundo alguns especialistas, a partir de juetó, diminutivo de Jueu ("judeu") que dão xuetó, um termo que também ainda sobrevive.

quarta-feira, janeiro 18, 2012

A Veracidade da Toráh

clip_image001

Como se sabe que a revelação no Monte Sinai por si só é prova da veracidade da profecia de Moshê?

______________________________________________________

Moshê Maimônides (1135-1204) é reconhecido como o mais famoso dos comentaristas judeus. Escritor aclamado, filósofo, médico de renome e mestre talmúdico - este é seu legado. Como diz a antiga máxima judaica: "De Moshê (Moisés, o líder do povo judeu) a Moshê (Maimônides) nunca houve ninguém tão grandioso como Moshê!"

Acima de tudo, Maimônides foi um escritor prolífico sobre os mais importantes tópicos do judaísmo. Sua obra magna, Mishnê Toráh, (Revisão da Toráh) é considerada até os dias de hoje como a mais conceituada e completa codificação da lei judaica.

A seguir, no oitavo capítulo de sua obra Mishnê Toráh, Maimônides explica um dos mais importantes alicerces da crença judaica: a prova de que a Toráh e a profecia de Moshê são verídicas.

Os judeus não acreditaram em Moshê somente pelos milagres que realizou. Sempre que a crença da pessoa é baseada em milagres, ela terá dúvidas, pois sabe que também é possível realizar milagres através de magia ou bruxarias.

Todos os milagres realizados por Moshê no deserto não foram feitos para servir de prova da legitimidade de sua profecia, ao contrário, foram realizados com um claro objetivo. Por exemplo, era necessário afogar os egípcios, então Moshê dividiu o mar e os afundou nele; precisávamos de alimento, ele nos forneceu maná; estávamos sedentos, então ele partiu a pedra e nos concedeu água; o grupo de Kôrach se amotinou contra ele, então a terra os engoliu.

Se um profeta tentar contestar a profecia de Moshê, mesmo realizando grandes milagres, não devemos dar-lhe ouvidos. Chega-se a esta conclusão porque a profecia de Moshê não depende de milagres, pois vimos e ouvimos com nossos próprios olhos e ouvidos.

A origem de nossa crença em Moshê foi a revelação no Monte Sinai, que presenciamos com nossos próprios olhos, e ouvimos com nossos ouvidos, sem depender de outras testemunhas. Havia fogo, trovões e raios. Ele penetrou nas densas nuvens; a Voz Divina falou com Moshê e nós ouvimos: "Moshê, Moshê, vá e diga-lhes o seguinte..."

Desta maneira, a Toráh diz: "Face a face, D'us falou com você." A Toráh também declara: "D'us não fez este acordo com nossos patriarcas, mas conosco - que estamos todos vivos hoje."

Como se sabe que a revelação no Monte Sinai por si só é prova da veracidade da profecia de Moshê? A Toráh relata: "Contemple. Virei a vocês numa nuvem densa, de forma que o povo Me escute ao falar com você, então eles acreditarão para sempre em você." Isso dá a impressão que antes deste fato, eles não acreditavam nele com uma fé duradoura, mas com uma fé que dava margem a dúvidas.

Desta maneira, Moshê e o povo foram testemunhas que observaram juntas o mesmo evento; sua designação como profeta na revelação no Monte Sinai, sem a necessidade de realizar milagres adicionais.

Moshê sabia que aquele que crê em outra pessoa por causa de milagres sente apreensão, dúvidas e suspeitas. Por este motivo, ele buscou ser liberado da missão, dizendo a D'us: "Eles não acreditarão em mim." Até que D'us o informasse que esses milagres serviam apenas como medida temporária até que deixassem o Egito. Quando eles partissem, ficariam aos pés da montanha e todas as dúvidas que tivessem sobre ele seriam removidas. D'us lhe disse: "Aqui, dar-lhe-ei um sinal e eles saberão que Eu verdadeiramente o enviei desde o início, e dessa maneira, nenhuma dúvida permanecerá em seus corações."

Por isso, se um profeta tentar contestar a profecia de Moshê, mesmo realizando grandes milagres, não devemos dar-lhe ouvidos. Chega-se a esta conclusão porque a profecia de Moshê não depende de milagres, pois vimos e ouvimos com nossos próprios olhos e ouvidos.

Não acreditamos em qualquer profeta que vier depois de Moshê pelos milagres que ele realizar. Cremos nele pela mitsváh que Moshê nos ordenou: "Se ele fizer um milagre, escute-o."

Da mesma forma que somos ordenados a dispensar um julgamento legal, baseado em declarações de duas testemunhas (mesmo se não soubermos se eles estão dizendo a verdade ou não), é uma mitsváh dar ouvidos a este profeta, mesmo sem saber se o milagre é verdadeiro ou realizado através de mágica ou bruxaria.

Isso pode ser comparado a testemunhas que negaram um fato que foi presenciado por uma terceira pessoa. Ela terá certeza que são falsas testemunhas, já que viu com seus próprios olhos.

Por isso, a Toráh declara: "Mesmo se vier este sinal de milagre, você não deve ouvir as palavras do profeta." Ele faz milagres que negam o que você testemunhou. Como pode um milagre fazer-nos aceitar esta pessoa que vem para negar a profecia de Moshê que vimos e ouvimos

domingo, janeiro 15, 2012

O povo judeu é o nosso povo. O povo judeu é cada um de nós.

EU, VOCÊ E TODOS NÓS

Western_wall_jerusalem_night

Falando, falando, já que falamos de nós por que não falar dos outros também?

Só que vamos falar de nós judeus e dos outros judeus.

Começando do começo, vamos definir as coisas.

O que é um Cohen?

Um Cohen é um sacerdote descendente de Aarão. Os Cohaním eram os sacerdotes do Templo.

Hoje, não temos mais o Templo, mas, temos ainda, os Cohaním que possuem privilégios e obrigações.

Um Cohen é o primeiro a ser chamado quando se lê a Toráh publicamente na Sinagoga e, em certas ocasiões, os Cohaním abençoam a Congregação com a “Bircát Cohaním” (Benção Sacerdotal).

Um Cohen não pode casar com mulher divorciada, chalutsá ou convertida. Não pode ter contato com os mortos, com os necrotérios e cemitérios. É chamado primeiro à Toráh como homenagem e não pode casar com as mulheres citadas, porque, para um sacerdote, não está correto e não lida com os mortos, por causa das leis de pureza. A pesar que hoje em dia, temos alguns hefsakim na Halacháh (algumas levezas na aplicação da Lei Judaica)

Sendo um Cohen um sacerdote, o que é um rabino?

Um rabino é uma pessoa especial na comunidade, líder religioso, sabe a Lei e para a Congregação, ele deve ser como o juiz.

Tem autoridade para decidir questões referentes à esta mesma lei.

O sacerdote tinha uma relação especial com D'us, como é o caso dos Cohaním que herdaram sua condição sacerdotal de seus antepassados nomeados por D'us, na Toráh, Aarão, seus filhos e seus descendentes.

Leviím

E quem são os Leviím? É uma outra categoria de judeus.

Não foram escolhidos por D'us para serem sacerdotes, mas sim, para serem seus assistentes. E assim foi no Templo.

Depois do Cohen ser chamado à Toráh, chama-se um Levi. Uma de suas funções era ajudar os Cohaním a lavar as mãos antes da bênção sacerdotal.

A outra categoria somos nós judeus que nos dividimos em várias situações, os mais conhecidos Sefaradím, Ashquenazím e, hoje em dia, Falashas, mas ainda há outros ramos.

Existem comunidades que ainda são ou eram antigamente consideradas judaicas. Algumas de origem judaica desligaram-se da parte central do povo judeu. Pela lei, os judeus não podem casar com eles, nem comer a comida deles “que não é casher”. Enfim, o judeu mais ortodoxo, não tem nada a ver com estes outros judeus.

Primeiro, os Karaím ou caraítas. Eles saíram da parte central do povo judeu no século VIII da Era Comum. Eles seguem apenas a Bíblia Hebraica e não aceitam a Lei Oral.

Usam o hebraico nas cerimônias religiosas e, até mesmo, falam e escrevem no mesmo normalmente.

No Cairo, existia a maior congregação Karaíta, que imigrou na maioria para Israel.

Na Rússia, existem milhares, na Criméia e também na Lituânia e Polônia. Há ainda uma comunidade pequena em Istambul e uma menor no Iraque mas, sempre estão saindo para Israel.

Os Karaím que ainda vivem na Europa falam o idioma tártaro, por isso, acredita-se que estes descendem dos Karazes, o reino turco-tártaro que se converteu ao Judaísmo nos anos 800 da Era Comum.

O Estado de Israel recolheu os Karaím para que eles pudessem imigrar. Em Israel existem vários caraítas.

O casamento com outros judeus é proibido pelos rabinos e os divórcios caraítas não são reconhecidos, mas, já existe uma pequena mistura.

Os shomroním

Este grupo, “samaritanos” chamam-se “shomroním” em hebraico.

Em Israel, eles moram em Cholon e Nablus. Eles usam a mesma Bíblia Hebraica, só que, em vez de Jerusalém, o monte Guerizím é o centro de sua devoção.

Neste monte, eles celebram Pêssach à noite numa bela cerimônia que dura a noite toda com sacrifícios de carneiros, que cozinham e comem e com serviços religiosos especiais.

Eles usam a Toráh e tem sua tradição oral particular diferente da nossa e dos Karaím. São reconhecidos em Israel como judeus, mas, o casamento com outros, é proibido pela Lei judaica.

Sabatianos ou Doenmeh

No século XVII, surgiu um falso Messias na Turquia, Shabetái Zvi e grande quantidade de judeus passou a segui-lo.

No ápice de sua influência, mais da metade dos judeus da Europa acreditou nele.

Depois, Shabetái converteu-se ao Islamismo e poucos ficaram com ele. Este grupo também convertido, manteve um judaísmo secreto entre si mesmos.

Viveram em Salônica, na Grécia e hoje vivem na Turquia. Por fora, são mulçumanos, mas, por dentro, são judeus. Usam o ladino e o hebraico. Este ramo ainda não foi reconhecido.

Os Franquistas

Um dos seguidores de Shabetái foi Jacob Frank, que se tornou chefe de um grupo de judeus sabatianos na Europa Oriental. Converteu-se ao catolicismo; alguns o seguiram, mas, não todos.

Os que ficaram fora da conversão, viveram como judeus secretos, mas, existiram só até o século passado, depois, perderam-se no meio católico da Polônia.

Marranos e Cristãos Novos

Hoje sabemos que existem grandes grupos de judeus marranos vivendo em Portugal, particularmente em Guarda e Belmonte.

Já o Brasil após o seu descobrimento, tornou-se a maior concentração de marranos e cristãos novos. Noutras palavras, maior concentração destes descendentes.

Essas pessoas nunca deixaram de considerar-se judias, casam entre si e conhecem pouco o hebraico.

Hoje, estão sendo enviados missionários judeus para lá, a fim de levá-los ao judaísmo pleno e para que possam emigrar para Israel.

Chuetas

Estes vivem em Maiorca e são católicos romanos. São descendentes de judeus conversos e moram em bairros separados na cidade de Maiorca.

Casam entre si e são desprezados de uma forma ou de outra por seus vizinhos cristãos. Não se conhece prática judaica entre eles; seguem o catolicismo fielmente, pelo menos é o que se sabe.

Estes grupos fazem parte dos “Outros” a que nos referimos.

Agora, a nossa parte.

Comecemos com os sefaradím. Sefarád ou Espanha é o berço dos judeus sefaradím e também Portugal. As comunidades judaicas de fala árabe, persa, turca, que não são descendentes dos judeus espanhóis e portugueses estão incluídos no grupo sefaradita.

Muitos sefaradím descendem de judeus do exílio babilônico e, mais tarde, após a destruição do 2º Templo, muitos judeus saíram de Israel.

Hoje, existem sefaradím em todas as partes do mundo, na Europa, na Ásia, na África e América. Os judeus de língua árabe, sírios, libaneses, egípcios e iraquianos não são na maioria descendentes dos espanhóis, mas, são chamados sefaradím. Estes judeus falam árabe.

Os judeus da África do Norte falam francês e espanhol e, na sua maioria, são de origem espanhola.

Os de fala berbere e árabe podem ser chamados sefaradím, mas, são parte do que chamamos “outros judeus”.

DIFERENÇAS ENTRE ASHQUENAZÍM E SEFARADÍM

A diferença está no pensamento. Vivem a seu modo, cada grupo tem sua própria sinagoga, sua própria escola, açougues, etc.

A comida é diferente, a língua é diferente, o ladino e o yídishe e as cerimônias religiosas tem pequenas diferenças no ritual. Falam o hebraico de maneira diversa. Divergem na maioria de dar nome aos filhos, os sefaradím usam nomes de parentes vivos, ao passo que, os asquenazím, não.

Na Festa de Pêssach, os alimentos proibidos são diferentes. Alguns.

Na teoria, os sefaradím podem ter duas esposas enquanto que, os ashquenazím, tem de seguir a monogamia. Não há grande diferença e as que existem hoje são bem simples de resolver.

Embora tenham características próprias, todos são judeus. Pode-se freqüentar perfeitamente uma sinagoga de sefaradím ou ashquenazím.

No Panamá, a maior sinagoga ortodoxa é da comunidade árabe e todos rezam lá.

Nas Filipinas, há uma única comunidade com judeus das duas congregações. Vemos assim, que ashquenazím ou sefaradím no fim dá certo.

Os outros judeus africanos são na maioria ashquenazím, África do Sul, África do Norte, Egito e Congo.

Existem na Etiópia os judeus negros que falam as línguas semitas tigre e tigúnia e se dizem descendentes de Salomão de da rainha de Sabá, os nossos falashas.

A Índia tem quatro comunidades distintas. Os mais conhecidos são os Benê Israel de Bombaim, têm pele bem morena, falam o idioma “marata”, só diferem dos indianos na religião.

No sul da Índia há os cochim na costa Malabar. Falam o “malaiala” – idioma chavídico.

Também em Cochim há outra comunidade separada dos “pardesi” que são bem mais claros na pele, têm sinagogas separadas e cada grupo casa-se no seu meio.

Os judeus de Calcutá são os Baghdalé. Também vivem em Bombaim e são descendentes dos judeus do Iraque e falam árabe.

A Bumânia tem judeus Baghdali e Benê Israel. Na China e Hong Kong existem comunidades, são milenares e descendem das pessoas que vieram da Mesopotâmia.

Hoje na Mandahuria, Harbin, Xangari e Hong Kong existem judeus que falam yídishe, russo e árabe. Eles mesmos se denominam Yotsê Sin “os que saíram da China” e hoje estão também em Tóquio e São Francisco.

Na Europa existem outros grupos judaicos. São os Krimchaks de fala tártara – criméia (não confundir com os Karaím) e os judeus caucasianos da Geórgia. São totalmente judeus, mas, não podem ser chamados ashquenazím nem sefaradím.

Os krimchaks foram massacrados pelos alemães na segunda guerra mundial. Eles falam o tat, um dialeto persa misturado com hebraico, turco e caucasiano.

Os judeus da Geórgia falam o Georgiano. Nas Américas e no Brasil há judeus vindos de várias partes do mundo e não há grandes diferenças.

As comunidades vivem lado a lado sem problemas, graças a D’us.

O povo judeu é o nosso povo. O povo judeu é cada um de nós. Conhecemos nosso passado, vivemos nosso presente e acreditamos no nosso futuro. Mazal Tov (Boa Sorte). Shalom Uberacháh – Bênção e Paz!

Comportamento Humano

COMO NASCE UM PARADIGMA

como nasce um paradigma

Um grupo de cientistas colocou cinco macacos numa jaula, em cujo centro pôs uma escada e, sobre ela, um cacho de bananas. Quando um macaco subia a escada para apanhar as bananas, os cientistas lançavam um jato de água fria nos que estavam no chão. Depois de certo tempo, quando um macaco ia subir a escada, os outros o enchiam de pancada.

Passado mais algum tempo, mais nenhum macaco subia a escada, apesar da tentação das bananas. Então, os cientistas substituíram um dos cinco macacos. A primeira coisa que ele fez foi subir a escada, dela sendo rapidamente retirado pelos outros, que lhe bateram. Depois de algumas surras, o novo integrante do grupo não subia mais a escada.

Um segundo foi substituído, e o mesmo ocorreu, tendo primeiro substituto participado, com entusiasmo, na surra ao novato. Um terceiro foi trocado, e repetiu-se o fato. Um quarto e, finalmente, o último dos veteranos foi substituído.

Os cientistas ficaram, então, com um grupo de cinco macacos que, mesmo nunca tendo tomado um banho frio, continuavam a bater naquele que tentasse chegar às bananas.
Se fosse possível perguntar a algum deles por que batiam em quem tentasse subir a escada, com certeza a resposta seria:

" Não sei, as coisas sempre foram assim por aqui... "

Não deves perder a oportunidade de passar esta história para os teus amigos, para que, de vez em quando, se questionem por que fazem (ou não fazem) certas coisas .

" É MAIS FÁCIL DESINTEGRAR UM ÁTOMO DO QUE UM PRECONCEITO" (Albert Einstein)

domingo, janeiro 08, 2012

A vida de um Sobrevivente do Holocausto


É um herói do Povo Judeu, do Estado de Israel, exemplo para gerações futuras, vejam, por favor, e analisem.

video

É uma mensagem curta porem emotiva!!!!!
Podem ler mais em seu Livro: LULEK.
Em portugues e em todas as Livrarias do Brasil e Portugal


Un Soldado Israelí escribe una carta

Nuestro joven país, construido a partir de las cenizas del Holocausto, no le da la espalada a la humanidad.

por Aron Adler*

clip_image001

Mi nombre es Aron Adler. Tengo 25 años, nací en Brooklyn, Nueva York y crecí en Efrat, Israel. Aunque mi vida es muy ajetreada, no la considero inusual. La mayoría del tiempo soy sólo un ciudadano israelí. Durante el día trabajo como paramédico en Maguén David Adom, el Servicio Nacional de Emergencia Médica. De noche, estoy en mi primer año de abogacía. Me casé este último octubre y estoy empezando un nuevo capítulo en mi vida junto con mi maravillosa esposa Shulamit.

Unas pocas semanas al año soy convocado al ejército israelí para cumplir mi obligación como reserva. Sirvo como paramédico en una unidad de paracaidistas. Mi escuadrón está formado por otros como yo, gente que vive vidas normales y que da un paso al frente cuando la responsabilidad llama. El más grande en mi brigada tiene 58 años, padre de cuatro mujeres y abuelo de dos, hay dos banqueros, un ingeniero, un terapeuta y mi comandante de 24 años, que sigue tratando de resolver qué hacer con su vida. Durante casi todo el año somos sólo personas normales viviendo nuestras vidas, pero por 15-20 días al año somos soldados en el frente, preparándonos para una guerra que esperamos no tener que combatir.

Este año, nuestra unidad de reserva fue colocada en el límite entre Israel, Egipto y la Franja de Gaza, en un área llamada “Kerem Shalom”. Además de las cosas “típicas” para las que nos entrenamos - guerra, terrorismo, infiltración, etcétera - este año nos enfrentamos a un nuevo desafío. Varios años antes, refugiados africanos habían comenzado a cruzar la frontera con Egipto desde Sinaí a Israel para buscar asilo, huyendo de las atrocidades en Darfur. Lo que empezó con un pequeño número de hombres, mujeres y niños escapando de los cuchillos de Yanyauid y de los violentos fundamentalistas en busca de una vida mejor en otro sitio, se convirtió en una industria organizada de tráfico humano. A cambio de una gran suma de dinero, muchas veces los ahorros de toda la vida, que se le pagaba a los beduinos “guías”, les era prometido a esos refugiados ser transportados desde Sudán, Eritrea y otros países de África a través de Egipto y el desierto de Sinaí, hasta el suelo seguro de Israel.

Cada vez escuchamos más historias sobre las atrocidades que esos refugiados sufren en su camino a la libertad. Son víctimas de extorsión, violación, asesinato e incluso robo de órganos, mientras sus cuerpos son dejados para que se pudran en el desierto. Entonces, si tienes suerte, después de sobrevivir esta experiencia atroz cuya recompensa es la libertad, sólo cuando una valla de alambre de púas los separa de Israel y su destino, deben hacer una última “carrera de la muerte” y tratar de evadir las balas de los soldados egipcios apostados a lo largo de la frontera. A los soldados egipcios se les ordena disparar y matar a cualquiera que esté tratando de cruzar la frontera para salir de Egipto y entrar a Israel. Es un evento casi siempre nocturno.

Los que logran cruzar la frontera, se encuentran primero con soldados israelíes, personas como yo y los de mi unidad, cuya misión principal es defender las vidas israelíes. De un lado de la frontera los soldados disparan a matar. Del otro, saben que serán tratados con más respeto que en cualquier otro de los países que atravesaron hasta ahora.

La región en donde ocurre todo esto es altamente sensible y riesgosa desde un punto de vista de seguridad, un área atestada con terror en cada esquina. Se encuentra a sólo unos pocos kilómetros al sur del lugar donde fue secuestrado Gilad Shalit. Sin embargo, los soldados israelíes que están frente a estos refugiados no los reciben apuntándoles con un arma, sino con una mano amiga y con el corazón abierto. Los refugiados son llevados a una base militar cercana, donde les dan ropa, una bebida caliente, comida y atención médica. Finalmente, están a salvo.

A pesar de que vivo en Israel, y conozco lo que ocurre en la frontera egipcia por lo reportes que transmiten los medios de comunicación, nunca había entendido la intensidad y la complejidad del escenario hasta haberlo experimentado yo mismo.

Durante las últimas noches vi muchísimas cosas. A las 9 de la noche anterior, llegaron los primeros reportes sobre disparos oídos desde la frontera egipcia. Minutos después, los exploradores del ejército israelí divisaron grupos pequeños de personas tratando de cruzar la valla. Durante casi una hora, recogimos a 13 hombres - congelados, descalzos, deshidratados - algunos sólo vestían ropa interior. Sus cuerpos estaban llenos de heridas. Los reunimos en un cuarto, les dimos mantas, té y tratamos sus heridas. No hablo ni una palabra en su idioma, pero sus miradas decían todo, y me recordaron nuevamente por qué estoy orgulloso de ser judío e israelí. Tristemente, nos enteramos después que los disparos que escuchamos fueron fatales, matando a otros tres que estaban huyendo por sus vidas.

Durante los 350 días del año que no estoy en servicio activo, cuando sólo soy un hombre más tratando de subsistir, la gente encargada de hacer este trabajo asombroso, estas acciones admirables, la gente que presencia estos eventos, son casi siempre jóvenes soldados israelíes que acaban de terminar su escuela secundaria, y están haciendo su servicio obligatorio en el ejército israelí. Algunos tienen sólo 18 años.

La ola de refugiados es una carga pesada para nuestro pequeño país. Más de 100.000 han escapado en esta dirección, y centenares más cruzan la frontera cada mes. Los problemas sociales, económicos y humanitarios originados por el ingreso de refugiados son enormes. También hay serias consecuencias de seguridad para Israel. La oleada de refugiados africanos plantea una crisis para Israel. Israel todavía no ha encontrado una solución para lidiar con esta crisis efectivamente, balanceando los asuntos sensibles en el ámbito social, económico y de seguridad, y esforzándose por cuidar a los refugiados.

No tengo las respuestas para estos complejos problemas que necesitan ser resueltos con desesperación. No estoy escribiendo estas palabras con la intención de tomar una posición política o una postura táctica en el tema.

Israel ha dejado la política de lado para tomar el rumbo ético humanitario, como tantas otras veces.

Estoy escribiendo para contarte a ti y a todo el mundo lo que está ocurriendo aquí, en la frontera egipcio-israelí. Y para contarte que a pesar de los serios problemas causados por esta crisis nacional, esos refugiados no tienen ninguna razón para temernos. Porque ahora saben, como todo el mundo necesita saber, que Israel no le da la espalda al sufrimiento y al dolor. Israel no ha mirado para otro lado. El Estado de Israel ha dejado la política de lado para tomar el rumbo ético y humanitario, como tantas otras veces, cada vez que hay sufrimiento y desastres naturales en el mundo. Los judíos sabemos demasiado sobre sufrimiento y dolor. El pueblo judío lo ha sufrido. Hemos sido refugiados y perseguidos muchas veces, por miles de años, por todo el mundo.

Hoy, cuando los refugiados africanos cruzan nuestras fronteras en busca de libertad y una vida mejor, y algunos por miedo a perder la vida, es notable cómo Israel se encarga de ellos, a pesar de la enorme presión que eso pone en nuestro país en muchos niveles.

Nuestro joven y próspero país judío, construido a partir de las cenizas del Holocausto, no le da la espalda a la humanidad. Aunque ya lo sabía, esta semana lo volví a vivir en primera persona. Estoy enmudecido por la emoción y el inmenso orgullo de ser miembro de esta nación.

Con amor por Israel,

*Aron Adler, escribiendo desde la frontera entre Israel, Gaza y Egipto. – Publicado en AishLatino.com

quinta-feira, janeiro 05, 2012

O valor dos livros

Longa Vida Para os Livros

Rabino Chefe da Inglaterra,

Professor Jonathan Sacks

clip_image002clip_image003Certa vez, quando David Blunkett era Secretário de Estado para a Educação, ele mencionou que estava dedicando o ano escolar vindouro a uma campanha pela educação. Perguntou-me se eu teria algum ditado judaico sobre instrução. Respondi que o início do ano acadêmico quase sempre coincide com as Grandes Festas Judaicas, o Ano Novo e o Dia da Expiação. Durante toda aquela época rezamos a D'us para que “nos inscreva no Livro da Vida”. Quando os judeus pensam em vida, pensam num livro. Para nós, ler é viver.

Então fui surpreendido com o forte apelo de Caitlin Moran feito em agosto daquele ano para que as bibliotecas locais fossem poupadas do programa de corte de gastos do governo. “Bibliotecas”, disse ela, são “catedrais da mente; hospitais da alma; parques temáticos da imaginação. Numa ilha fria, chuvosa, são os únicos espaços públicos abrigados onde você não é um consumidor, mas sim um cidadão. Um ser humano com cérebro e coração, com desejo de ser elevado, em vez de um consumidor com um cartão de crédito.”.

Que frase linda e verdadeira. É impossível exagerar até que ponto os judeus são – a frase vem do Alcorão – um “povo do livro”. Tenho argumentado que o Judaísmo tomou a forma que tem por causa de uma das maiores revoluções na tecnologia da informação, a invenção do alfabeto em oposição aos sistemas baseados em sinais da escrita cuneiforme mesopotâmica e dos hieróglifos egípcios.

Desde o início, o Judaísmo se tornou uma religião na qual a educação era o ato fundamental. Ensina teus filhos, diz Moshe muitas e muitas vezes.

Para entender aqueles sistemas a pessoa tinha de memorizar centenas de símbolos, o que significa que apenas uma minoria podia fazê-lo. O resultado foram às elites literatas e as sociedades hierárquicas. O primeiro alfabeto, Proto-Semítico, que apareceu no Deserto do Sinai há 38 séculos, tinha pouco mais de vinte símbolos. Pela primeira vez nascia a possibilidade de uma sociedade de instrução universal. Isso foi o que Profeta Ishaiahu (Isaias) quis dizer quando declarou: “Todos os seus filhos serão instruídos sobre o Eterno e grande será a paz de seus filhos.”.

Desde o início, o Judaísmo se tornou uma religião na qual a educação era o ato fundamental. Ensina teus filhos, diz Moshe muitas e muitas vezes. “Ensina-os”, diz nossa prece mais sagrada, o Shemáh, “quando estiveres sentado em casa ou viajando numa jornada, quando te deitares e quando te levantares.” O Talmud considera o estudo como um ato religioso ainda mais elevado que a prece.

O objeto mais sagrado no Judaísmo é um livro, o Rolo da Toráh. A reverência que prestamos a ele é impressionante. Ficamos em sua presença como se fosse um rei, dançamos com ele como se fosse uma noiva, e se, D'us não o permita, for profanado ou danificado sem chance de recuperação, nós o enterramos como se fosse um parente falecido.

De alguma forma essa reverência se transferiu para os livros em geral. Descartes disse “Penso, logo existo.” Os judeus dizem: “Aprendo, portanto eu sou.” Essa reverência pelo estudo continuou com os judeus por mais que tenham se tornados afastados da religião.

Há muitos tipos de pobreza que devemos tentar eliminar, mas o empobrecimento intelectual talvez não seja o mais profundo e debilitante de todas as pobrezas.

Sergey Brin, cofundador do Google, certa vez disse que vinha “de uma daquelas famílias de judeus russos que esperavam que até o encanador tivesse um Ph.D.”

Então eu repito a descrição de Caitlin Moran sobre os livros como portões – “cada livro que se abre era tão empolgante quando Alice colocando seu anel de ouro na porta.” Um livro notável é uma jornada que amplia a vida da mente. É uma ideia que jamais devemos perder. As bibliotecas são um elemento essencial de uma boa sociedade. Elas democratizam o conhecimento, dando-nos igual acesso ao legado da humanidade. Há muitos tipos de pobreza que devemos tentar eliminar, mas me pergunto se o empobrecimento intelectual talvez não seja o mais profundo e debilitante de todas as pobrezas.

John Donne escreve que “Toda a humanidade é de um autor, e é um volume.” Ele relacionou isto com a morte: “Quando um homem morre, um capítulo não é arrancado do livro, mas traduzido num idioma melhor.” No Judaísmo, preferimos pensar sobre a vida. Cada um de nós é uma letra no livro de D'us. Como uma letra, não temos um significado por nós mesmos, mas juntados a outros em famílias, comunidades e nações, formamos sentenças de parágrafos e nos tornamos parte da história de D'us.

Isaac Bashevis Singer disse certa vez: “D'us é um escritor e nós somos seus coautores.”

Que jamais venhamos a perder nosso amor pelos livros e pela vida.

*********************************************

  • Este escrito teve algumas correções e também se ajeitou alguns conceitos, isto foi feito pelo Rabino Prof. Ruben Najmanovich, com a colaboração de Lawrence Kilshaw

Pensamentos a respeito do Shabat (em espanhol)

Prontamente estes mesmos artigos serão publicados em Português.

Muito Obrigado!!!

Shabat - Heschel 1 Vers. Impr.

Shabat - Heschel 2 Vers. Impr.

Shabat - Heschel 3 Vers. Impr.

quarta-feira, janeiro 04, 2012

O Judaísmo e a Ciência – 3ª Parte

¿Quién dijo que la Tierra es

redonda?

¿tierra redonda?

Cualquier ser humano medianamente informado sabe que en la antigua Grecia dominaba la convicción de que la Tierra tenía forma plana; y que tres ballenas de tamaño cósmico le servían de apoyo al espacio. Otras civilizaciones sostenían que no era sino sobre elefantes que nuestro "planeta" descansaba. Así también, nadie dudaba de que los terremotos se debían al movimiento eventual de esos pilares y sostenes zoológicos. Intolerable por su "falta de lógica" se consideraba a la idea de una tierra esférica, un planeta "flotante" (con todo lo que ello implica).

Luego de las travesías de Colon, inmovible en su certeza de la redondez terrestre, reconocieron los hombres de ciencia que toda la sabiduría anterior, basada en la contraria teoría (anteriormente expuesta), era equivocada. Sin embargo, el común de la gente, la mayoría, continuaron viviendo bajo la sombra del error. A lo largo del tiempo la esferidad de la tierra acabo por afirmarse, y recibió en las últimas generaciones el indiscutible sello de la ciencia. (Si aun caben dudas, de más esta decir que sobran pruebas que desmienten la hipótesis de un plano planeta basado sobre animales).

Sin embargo hay que reconocer que en la antigüedad, a causa de la carencia de tecnología, conocimientos e instrumental, no había razón para no suponer que la tierra era plana (o cualquier otra ocurrencia). Mas todavía si se tiene en cuenta que la idea de un planeta redondo implicaba el engorroso inconveniente de hombres, en cierto lugar del mundo, parados cabeza abajo (Newton, por supuesto, aun no había nacido).
...Pero; en el Zohar Hakadosh, pilar de la Cabaláh, escrito hace más de 2000 años, estaba ya registrada la aseveración de la real forma del planeta tierra y la gravedad, y con lujo de detalles.
Dice en Zohar, Vaikrá daf (pagina) 10a:

"El mundo gira y, a su vez, tiene forma esférica. Sobre él, sus habitantes están de pie y cabeza abajo. Y todas las criaturas de la Tierra, que viven en distintos puntos de ella, tienen apariencias distintas: en color de piel, rasgos faciales, etc. El sol determina cambios climáticos en cada zona [estaciones], y además alumbra una parte mientras la otra permanece en la oscuridad. Hay lugares iluminados siempre y que no se encontrará en ellos noche sino en períodos de tiempos cortos [los polos]. Porque así está escrito en los Salmos (Tehilim - Salmos 139): "Te agradezco por las luminarias y son sorprendentes Tus obras". Y este secreto es transmitido por la sabiduría de la Toráh".

De este fragmento del Zohar se desprende algunas ideas considerables:


1. Una tierra esférica.
2. Habitantes en toda la extensión de su territorio.
3. La fuerza de la gravedad.
4. Diferenciación de razas de acuerdo a sus características físicas.
5. Relación entre hábitat natural y características físicas.
6. Distinción entre noche y día unitemporales.
7. Sectores en que reina la luz durante gran parte del año incesantemente, o sea, los polos terrestres.

Los Sabios de Israel no ignoraban entonces que este modo de pensar era suyo propio y que resultaría extraño a los sabios de las demás naciones; es por eso que al final del párrafo definieron estas consideraciones en calidad de secreto. Además, señalan que el origen de estos conocimientos no es resultado de investigaciones sino de una transmisión bíblica, recibida en el Monte Sinaí, por D's, el creador y arquitecto del planeta y el cosmos y todo lo existente; lo que vemos y lo que nos está oculto; lo que sabemos y lo que aun no hemos descubierto.

¿Cuántas estrellas hay en la constelación Pléyades?

En esta constelación distanciada a 300 años luz de la tierra, distinguimos, a simple vista en una noche clara y despejada, seis estrellas. Una visión muy aguda permite ver siete y tal vez ocho. Por eso consideraron los astrónomos durante muchas generaciones que las pléyades eran ocho estrellas.

Sin embargo en el año 1609 gracias al telescopio diseñado por Galileo Galilei comenzó a pensarse que el numero de estrellas de tal constelación era un tanto mayor.

En los últimos años, con la ayuda del radiotelescopio se descubrió que está compuesta de más de cien (ver "Ejercito Celestial" pag. 134, astrónomo Dr.N.Vidal y Enciclopedia Judaica, pag. 674.).

En el Talmud, Tratado de Berajot 58b dice lo siguiente:

"Cómo son las Jimhá (pléyades). Dijo Shmuel: como cien estrellas [la conforman]. Hay quienes dicen que están concentradas y muy cercanas unas de otras, pero hay quienes opinan que están dispersas".

(Consultar también la exegesis de Rashi).

El Talmud fue escrito hace aprox. 1500 años. Como es de suponer, en aquella época aun no habían telescopios, por lo menos, no oficialmente. (vean articulos anteriores a este0

Los investigadores de astronomía no judíos no aceptaban de manera totalmente las palabras del Talmud; incluso intentaban refutarlas con todos los medios posibles. Sin embargo los Sabios del Talmud se mantuvieron firmes en su posición. Esto es porque tenían la convicción de que los conocimientos que poseían provienen del Creador del universo, que incluye también a las pléyades, y quién mejor para decir qué y cuántas cosas hay en el universo, que su propio Creador...

Este conocimiento lo recibieron los Sabios de Israel de boca de sus mayores y estos de sus mayores ininterrumpidamente hasta Moshe Rabenu que lo recibió de D´s en el Monte Sinaí.

terça-feira, janeiro 03, 2012

O Judaísmo e a Ciência – 1ª Parte.

¿Quién inventó el telescopio?

judaismo e telescopio

Impresionante. Por medio de un tubo hueco con un mínimo de dos vidrios preparados especialmente y colocados de manera correcta se logra observar claramente objetos que se encuentran a grandes distancias y que, a simple vista, siquiera son divisorios. Obviamente nos referimos al telescopio.
Según nuestros registros (los que quienes han escrito la historia nos quisieron legar) dicho sorprendente instrumento fue inventado por el famoso y censurado científico italiano Galileo Galilei (1563-1642).

Algo sabido y reconocido es que el pueblo judío brindo a la humanidad numerosos distinguidos astrónomos y estudiosos y conocedores del cosmos, muchos de ellos rabinos y sabios de la Tora, quienes obtuvieron sus conocimientos estelares en las fuentes bíblicas y talmúdicas.

Uno de los mayores exponentes, a modo de ejemplo, es el gran Tanaita, Presidente del Sanedrín (parlamento y suprema corte rabínica de Israel), Raban Gamliel de Yavne. La Mishnáh en el tratado de Rosh Hashanáh comenta que era una persona por demás versada en astronomía, que poseía en su altillo una especie de "observatorio" con cuadros y gráficos de los distintos cuerpos celestes y sus alternativas posicionales, según la época del año.

Cabe la pregunta> ¿Como sabia Raban Gamliel todo esto? ¿De donde obtuvo las imágenes y mapas de planetas distantes, la luna y las estrellas? Difícilmente haya tenido acceso a alguna moderna enciclopedia o atlas de astronomía, o halla navegado por el web site de la NASA y accedido a las fotos de última generación obtenidas por el radiotelescopio "Hubble"...

El Talmud, en el Tratado Eruvin, hoja 43b, nos comenta lo siguiente:

"Raban Gamliel tenía un tubo hueco con el que, cuando miraba a través de él, podía ver a distancia de dos mil codos tanto por mar como por tierra. Con el mismo tubo le era posible averiguar tanto la profundidad de un valle como la altura de una palmera".

Al referirnos a Raban Gamliel: ¿no estaremos hablando del verdadero inventor del telescopio, 1600 años antes de lo registrado...?

segunda-feira, janeiro 02, 2012

O Judaísmo e a Ciência – 2ª Parte.

El Talmud y las vacunas

Talmud y Vacunação
Uno de los descubrimientos científicos que trajo la salvación a millones y millones de personas en el mundo, a tal punto de convertirse en la primera causa de salvación de vidas, es aquel al que llego el Dr. Louis Pasteur: el método de inmunización y erradicación de enfermedades virales por vacunación, es decir: las vacunas. Este método, introduce la curación de enfermedades virales por intermedio de la misma bacteria que la provoca.

El Dr. Pasteur comenzó, como es sabido, sus experimentos con la curación de la rabia. Al haber tenido un rotundo éxito, aun por sobre sus expectativas, paso a implementar el trata amiento en otras enfermedades, también exitosamente.
Ahora bien, en el libro "Meboh Shearim", cuyo autor es Ben Doro, amigo del Dr. Pasteur, trae un comentario a modo de anécdota de haber oído que al ser el doctor Pasteur un gran amigo del Rabino Dr. Israel Ravinowicz, recibió de este las ideas básicas para sus posteriores investigaciones.
El asunto seria así: El Rabo Dr. Israel Ravinowicz - habitante de Paris- comenzó, como es sabido, a traducir el Talmud al francés y su traducción llego a manos del Dr. Pasteur, despertando de lo allí leído su genio y posterior desarrollo científico.
Lo que leyó se encuentra en el Tratado Yoma, pagina 84a:
"Quien fue mordido por un perro loco (rabioso) hay que darle de comer del hígado del perro".
El Dr. Foster, sorprendido, a partir de allí comenzó a experimentar, con los resultados por todos conocidos.
Si la leyenda acerca de la amistad entre el Rabí Dr. Ravinowicz y el Dr. Pasteur es cierta o no, y que si de la traducción de uno nació la iniciativa de investigación del otro, es verdad: no lo sabemos.
Lo que sí es cierto e indiscutible es que nuestra sagrada Toráh, en el Talmud, nos enseña la formula contra la rabia, y de allí, el secreto de las vacunas.
Ante cualquier duda, consulte a su medico... o a su rabino...

domingo, janeiro 01, 2012

Una Carta Abierta al Escupidor de Beit Shemesh - ¿Cómo te atreves?

¿Cómo te atreves?

¿Cómo te atreves a escupirle a una niña de 8 años y aterrorizarla mientras camina hacia la escuela? No me importa cómo esté vestida, escupir, el abuso verbal y las amenazas de violencia no pueden ser toleradas.

¿Cómo te atreves a llamarte judío jaredí, temeroso de D's? Tus despreciables actos son diametralmente opuestos al judaísmo. Eres un matón, un pandillero cuya conducta, en las palabras de la declaración de la Agudat Israel de Estados Unidos, “está más allá de los límites del comportamiento decente y moral ¡judío!”.

¿Cómo te atreves a ponernos en una situación en la que necesitamos declarar fuerte y claro que condenamos tus abominables actos? No compartimos tu misma teología; nos molesta tener cualquier asociación contigo que necesite nuestra clara denuncia.

¿Cómo te atreves a vestirte como un judío religioso y crear un masivo Jilul Hashem, una profanación del nombre de Dios, en donde los mal informados judíos y no judíos de todo el mundo creen las distorsiones de los medios que dicen que de alguna manera representas a los judíos religiosos de Israel? Eres como un ladrón con kipá que cena puerco, él no puede llamarse a sí mismo un judío ‘religioso’. Te rehúsas a escuchar el liderazgo rabínico, y tus acciones están causándole un daño irreparable al pueblo judío.

¿Cómo te atreves a rechazar el camino de la Toráh de “ama a tu prójimo” para, en cambio, erigir barreras de odio e intolerancia?

¿Cómo te atreves – con tus acciones censurables – a desmotivar a los judíos que tienen curiosidad por aprender sobre su legado judío?

¿Cómo te atreves a rechazar el camino de la Toráh de “ama a tu prójimo” para, en cambio, erigir barreras de odio e intolerancia?

Me encantaría tener la oportunidad de sentarme contigo y explorar con calma los temas para llegar a un enfoque diferente que cumpla con los dictámenes de la Toráh, "Sus caminos son caminos placenteros y todas sus sendas son paz" (Proverbios 3:17).

Juntos podríamos aprender del siguiente ejemplo del gran Rosh Ieshiváh de Mir, el rabino Nosson Tzvi Finkel, de bendita memoria, y de su rebetzin:

Una pareja israelí no religiosa estuvo casada por 12 años y no podían concebir. Estaban perturbados, y decidieron aconsejarse con el renombrado Rosh Ieshiváh. Era un caluroso día de verano y la pareja golpeó a su puerta. La mujer estaba vestida con su típico atuendo de verano, es decir, no estaba vestida con recato.

La Rebetzin Finkel abrió la puerta y recibió a la pareja. “!Que bueno que hayan venido a conocer a mi marido!”. Luego se dirigió a la mujer y le dijo con calidez: “Sabes, mi marido es un gran erudito – él estudia todo el día. Cuando entro a hablar con él, por respeto, utilizo un chal. Por qué no vienes conmigo y vemos si tengo uno para ti también. Creo que incluso tengo una hermosa joya que le hará juego, y después, iremos juntas a hablarle”.

Entraron a su estudio y le contaron al rabino por qué habían venido. Al rabino Finkel le resultaba muy difícil hablar debido a los efectos debilitantes del Parkinson. Él juntó fuerzas y le dijo a la mujer: “Tú y yo tenemos mucho en común. Ambos sabemos lo que es el sufrimiento”. Comenzó a sollozar, junto a su esposa. Luego la pareja comenzó a llorar también.

El rabino Finkel habló con la pareja por un rato, consolándolos. Luego anotó sus nombres, prometiendo rezar por ellos.

Sin gritos, sin amenazas, sin escupitajos. Sólo amor, respeto y compasión de un judío por el otro.

Maimónides escribe (Leyes del Desarrollo de Carácter – Hiljot Deot, 6:7. De su Libro Mishné Toráh) que la única manera de acercar a la gente es con amor. Así es como D’s se relaciona con nosotros, y así es como Él quiere que nos relacionemos con los demás.

Abandona tu odio y elige el camino de la Toráh de calidez y entendimiento. ¿Te atreves?. Puede ser que así seas un temeroso del Criador (Irat Shamaim). El verdadero hombre de fe, es aquel con dulzura, enseña, acepta al otro, por mas diferencias que existan, y ayuda a crecer en espiritualidad, en valores, y principalmente hace de cada día, una honra al Criador, los escupitajos, insultos y agresiones, no son parte de la educación que la Toráh transmite, recuerda, si es que has estudiado, el episodio de Hillel, Shamai y el Prosélito, que Shamai frente a una pregunta, para el sin sentido, lo expulso de su casa con agresión, pero Hillel, frente a la misma pregunta de la misma persona, le dijo que toda la Toráh es enseñarnos a no hacerle a otro lo que no nos gustaría que nos hagan.

Por favor, cambia, deja de profanar la Toráh y el nombre de D’s, aprende de Hillel, y ama a tu prójimo, porque tu puedes ser próximo prójimo.

SOBRE SER JUDEU – Mel Brooks

Sobre ser judeu - sem piadas

Por: Mel Brooks

 

moses_brooks


Posso estar irado com D'us ou com o mundo, e estou certo de que grande parte das minhas comédias é baseada em fúria e hostilidade… Isso vem de uma sensação de que como judeu e como pessoa, eu não me encaixo na média da sociedade americana.

Sentir-se diferente, sentir-se alienado, sentir-se perseguido, sentir que a única maneira de você lidar com o mundo é rindo – porque se você não ri, vai chorar e nunca parar de chorar – isso provavelmente é responsável por os judeus terem desenvolvido tanto senso de humor.

O povo que teve o maior motivo para chorar aprendeu, mais que qualquer outro, a rir.

Baseado nas conquistas dos indivíduos judeus, nos ganhadores do Prêmio Nobel e nos heróis da cultura moderna, bem como na quantidade de atenção que os judeus recebem da mídia, você jamais acreditaria nas respostas certas: há pouco mais de 13 milhões de judeus no mundo, o que compreende menos de 1/4 de 1% da população mundial!!!

Você acha que é apenas uma coincidência? Vinte e um por cento dos ganhadores do Prêmio Nobel foram judeus, embora eles formem menos de um quarto de um por cento da população do mundo. Escolha qualquer área, e você verá que os judeus se destacaram nela.

Pense nos nomes de muitas figuras dos tempos atuais, responsáveis pelas maiores conquistas intelectuais da história – MARX, FREUD, EINSTEIN – e encontrará prova do veredicto bíblico: "Certamente este é… um povo sábio e inteligente." Simplesmente não há maneira de negar isto.
Os judeus são realmente inteligentes. Deve haver um motivo – e posso dar-lhe três:

HEREDITARIEDADE, AMBIENTE e UM SISTEMA ÚNICO DE VALORES.

HEREDITARIEDADE – Os historiadores têm destacado uma fascinante diferença entre judeus e cristãos. No Cristianismo, bem como em muitas outras religiões, a santidade foi identificada com ascetismo, grande espiritualidade com a prática do celibato.

Durante séculos as mentes mais notáveis entre os cristãos foram convidadas a entrar para a igreja e se tornarem sacerdotes.

Isso efetivamente condenou sua herança genética de inteligência a um fim prematuro.

Os judeus, por outro lado, levaram muito a sério o primeiro mandamento da humanidade – serem frutíferos e se multiplicarem. O sexo nunca foi visto como pecaminoso, mas sim como uma daquelas coisas criadas por D'us que Ele certamente deve ter tido em mente quando declarou, ao rever Sua obra: "Veja, tudo era muito bom."

Entre os judeus, os mais inteligentes foram encorajados a se tornarem líderes religiosos. Como rabinos, eles tinham de servir como modelos para seus congregantes como procriadores e "pais de seus países." A inteligência foi passando de geração em geração, e os judeus de hoje ainda estão colhendo os benefícios de seus ancestrais.

AMBIENTE – Se desafio e reação são as chaves para a criatividade e realização, não admira os resultados para a mente; eles têm sido desafiados mais que qualquer outro povo na terra. A escola da dureza é um maravilhoso professor. Os judeus não tiveram escolha exceto aprender a serem melhores que os outros, pois as probabilidades eram sempre contra eles.

UM SISTEMA ÚNICO DE VALORES – Ainda não abordamos o motivo mais importante de todos. Os judeus são inteligentes porque foram criados numa tradição que valoriza a educação acima de tudo, que considera o estudo a maior obrigação da humanidade, e que identifica o intelecto como a parte de nós "criada à imagem de D'us." Ser analfabeto era impensável no mundo judaico, não apenas porque era um sinal de estupidez, mas, principalmente, porque era um pecado.

Os judeus são obrigados por lei a ler a Toráh inteira todo ano, dividindo-a em seções semanais. O costume largamente seguido era quando uma criança completava três anos de idade, devia escrever com mel as letras do alfabeto hebraico, e fazer a criança aprendê-las enquanto as lambia, comparando seu significado com o sabor da doçura.

Os judeus estudavam o midrash, e lhes é ensinado: A Espada e o Livro vieram juntos do Céu, e o Eterno disse: ‘Guarde o que está escrito neste livro ou seja destruído pelo outro’.

O Tevye filosófico, aquela deliciosa criação do escritor yidish Shalom Aleichem e estrela de Um Violinista no Telhado, explicou que os judeus sempre usam chapéus porque nunca sabem quando serão forçados a viajar.

O que ele não disse, que provavelmente é mais importante, é que eles sempre asseguram de ter algo debaixo dos chapéus e dentro da cabeça – porque as posses físicas podem ser tiradas deles, mas aquilo que acumularam na mente sempre vai permanecer como a maior "mercadoria" que um judeu possui.

E você achava que Mel Brooks era apenas um homem engraçado.

****************************

*Mel Brooks, nome artístico de Melvin Kaminsky (Nova York, 28 de junho de 1926), é um ator e cineasta americano de origem judaica. Uma das poucas pessoas que receberam um Oscar (prêmio do cinema), um Grammy (prêmio de música), um Emmy (prêmio de TV), e um Tony (prêmio de teatro). Os maiores em cada categoria.

    Algumas de suas frases célebres:

  • "Mau gosto é simplesmente dizer a verdade antes que devessem ser ditas."
  • "Olha, eu não quero parecer filosófico, mas vou dizer que se você estiver vivo tem que bater os braços e pernas, tem que pular muito, pois a vida é exatamente o oposto da morte, e, portanto, você deve pelo menos pensar barulhento e colorido, ou você não está vivo. "
  • "Aquele que hesita é pobre."
  • "Humor é apenas mais uma defesa contra o universo."