domingo, dezembro 29, 2013

Paixão Espiritual

Paixão Espiritual

paixão

Rabí Levi Itzjak de Berdichev foi um grande líder chassídico do séc. XVIII na Europa.  Sabe-se que seu amor por D’us era tão grande que ele vivia em um constante estado de êxtase. na sua mesa de Shabat, enquanto recitava preces a D’us, ninguém imaginava o que poderia acontecer. Ele podia jogar para o ar a taça do kidush. começar a dançar sobre a mesa, ou iniciar um longo tempo com canções.

Conta-se que Rabí Levi Itzjak desejava muito passar um shabat com Reb Baruch de Medzhibozh, outro mestre chassídico.  Mas, existia uma dificuldade: na mesa de Reb Baruch, tudo era feito de uma maneira muito digna e formal - e qualquer tipo de falta de comportamento de Rabí Levi Itzjak não seria bem recebido..

Foi feito um trato entre os dois.  Rabí Levi Itzjak sentiu que ele poderia se controlar, ficaria em silêncio e só responderia "amém" durante a refeição.

Quando o esperado momento chegou, para surpresa de muitos, tudo estava em ordem… até que o servente do Reb Baruch preguntou ao Rabí Levi Itzjak se ele preferia peixe doce ou salgado.  "Peixe?!  Se eu gosto de peixe?!  Eu amo D'us!!" - ele gritou e invadido pelo êxtase, jogou para o ae o prato de peixe.  Para a surpresa de todos, o prato caiu sobre o talit de Reb Baruch, manchando completamente.  A tensão encheu o ar, enquanto todos esperavam a reação de Reb Baruch.  Calmamente, Reb Baruch anunciou: "Estas manchas são sagradas - foram causadas por um judeu que realmente ama D'us".  Depois deste ato, Reb Baruch proibiu que as manchas fossem removidas do talit – pelo grande entusiasmo que elas representavam. E o valioso e manchado talit passou de geração em geração!

O comportamento de Rabí Levi Itzjak, apesar de parecer excepcional, realmente tem uma profunda fonte na tradição judaica.  Através da literatura judaica, os sábios enfatizam a necessidade de guiar nossa vida - especialmente a espiritual - com paixão. No incrível livro de do Rabí Kalman Shapira - "Curar a Alma", ele declara que todo ser humano está cheio de paixão; a única pergunta é em que direção enfocamos essas paixões.

Na Toráh, quando chegamos a porção semanal chamada Ki Tavo, encontramos uma grande lição.  Uma extensa passagem de mais de 53 versículos descreve todas as calamidades que recaíram sobre o povo judeu se eles agiram incorretamente.  Castigos como confusão, ansiedade, depressão ignorância, fome – e piores - poderiam recair sobre eles.  Mas, insistentemente, a Torá enfatiza que todas essas calamidades poderiam ter ocorrido somente porque “Vocês não serviram a D'us com alegria e bondade de coração.” (Deuteronomio – Devarim 28:47).

Um atendimento correto a D’us não consiste simplesmente em cumprir as mitzvot, mas também, precisa-se fazê-las com alegria!  O Sefat Emet (citando Arizal) nos diz o que se constitui na alegria correta no atendimento a D’us. Ele diz que nossa alegria pelas coisas espirituais deve ser igual (ou maior) que nossa alegria pelas coisas do mundo físico e material.  Da maneira que corres por uma pizza ou um delicioso chocolate, deves correr à sinagoga ou para estudar a Toráh.  Finalmente, é a direção na qual enfocamos nossas paixões, que realmente dirá , verdadeiramente, quem somos.

Para Meditar

poiu722dk498x

Un chico le regala a su novia una muñeca. Ella con rabia agarro la muñeca y la tiró a la calle.

Su novio llega y dice: Porque tiraste la muñeca? Ella responde: Porque no me gusto el regalo. El salió y agarro la muñeca, cuando de repente un coche lo atropello y causo su muerte.

Al día del entierro, la novia llorando agarro la muñeca, la abrazo y la apretó fuerte y la muñeca dijo: Quieres casarte con migo?. Entonces ella impresionada dejo caer la muñeca y del bolsillo de la muñeca cayeron 2 anillos, donde estaba escrito: “Ama lo que tiene, antes que la vida te enseñe Amar lo que perdiste”…

domingo, dezembro 22, 2013

Pensamentos para crescer

“O ego não deve ser destruído. Ele também é uma criação de D’us, e tudo o que Ele fez, ele fez para a Sua glória. Somente isso: que o ego precisa saber que ele é uma criação de D’us, e que tudo o que Ele fez, Ele fez para a Sua glória.”

“Falar é barato... porque a oferta supera a demanda.”

“A verdadeira felicidade é a maior de todas as formas de auto-sacrifício. Lá, naquele estado, não existe sentimentos egoístas – nem mesmo a percepção que você está feliz. A verdadeira felicidade está nalgum lugar além do “conhecimento”. Além do próprio ego. Ainda mais quando trazemos felicidade para outras pessoas.”

“As tentações aparecem, via de regra, quando são procuradas.”

“As pessoas poderão te dizer: Quando você vier para o trabalho, deixe em casa a tua espiritualidade. Não nos perturbe com o teu modo particular de viver, tua ética, sua procura pelo significado da vida... Isso é tudo legal, mas aqui nós tratamos de negócio. Aqui é o mundo real. Só existe um mundo de verdade, e ele pertence a um D’us real.”

“D'us dá o alimento a cada pássaro; apenas não o joga dentro do ninho.”

“Se todo momento tem um motivo, então o tempo é muito precioso. Pergunte a qualquer um: o que é mais importante, cinco minutos ou cinco centavos? Todos dirão que o tempo é mais importante. Mesmo assim o jogamos fora mais freqüentemente que o dinheiro. E na consciência judaica, matar o tempo é suicídio... a prestações.”

Paz ou harmonia!?

Como te manter tranqüilo quando está a

ponto de explorar.

ola-320x210

Uma das ferramentas mais importantes para dirigir a vida é ser capaz de permanecer mental e emocionalmente centrado para poder pensar claramente sobre como lutar corretamente com as coisas. Dirigir esta habilidade te permitirá permanecer pensando claramente frente as criticas, insultos, irritação, moléstia, negatividade, te permitindo tirar o melhor de ti e de sua esposa.

Todos nós experimentamos momentos difíceis quando nos encontramos com gente que critica, que se zanga e é hostil. Antes de dizer ou fazer algo em tais situações, precisamos pensar claramente para saber o que dizer ou fazer.

Ser centrado é um estado emocional, assim como o é estar zangado, frustrado, sobrecarregado, ou hostil. Se o casal de alguém está em um estado emocional não bom, há uma tendência muito forte para que essa pessoa também entre nesse estado emocional. Quando uma pessoa se sente frustrada e se desforra com seu casal, isto serve como uma âncora para que a outra pessoa adquira essas emoções. Se a esposa de alguém está zangada, toma muito esforço e prática manter-se em um estado emocional ótimo, nesse momento que tanto necessitamos.

O benefício de um estado emocional centrado e bom, é que conduz a pensar claramente. Decide sobre a melhor maneira de atuar.É melhor permanecer calado ou dizer algo? O que deve dizer para te permitir chegar ao estado desejado de te proteger a ti mesmo e permitir à outra pessoa acalmar-se e ser mais razoável? Tanto seu tom de voz como as palavras que diz, piorarão a situação ou terão um efeito positivo e acalmarão os ares.

Imaginemos um intercâmbio desagradável de cinco minutos quando tanto o marido como a esposa, estão zangados. Vamos supor que cada um diz algo ao outro por aproximadamente vinte segundos. Isso dá a cada um sete ou oito vezes a possibilidade de lhe disparar ao outro com asseverações desagradáveis. Entretanto, em qualquer etapa da interação cada um pode acessar a um estado positivo, pensar claramente sobre a seguinte movida e restaurar a paz.

A melhor maneira de aprender a permanecer centrado em cara de um desafio é te preparar mentalmente a ti mesmo para fazê-lo. Pensa sobre os benefícios para ti e sua família, os benefícios emocionais e espirituais, e as grandes perdas causadas para ti e sua família ao atuar da pior maneira nesses momentos. Estas são lucros e perdas que podem te beneficiar para toda sua vida ou causar dor por muitos anos.

Se alguém te pagasse uma grande soma de dinheiro para desenvolver a ferramenta de permanecer acalmado e centrado quando está enfrentado ao criticismo - as criticas -, irritação e outros estados nocivos, definitivamente estaria motivado a fazê-lo. Se essa soma te faria um dos homens mais ricos do mundo, leria todos os livros que pudesse, consultaria com os peritos, praticaria diariamente até dirigir a técnica. Viver uma vida feliz, com um matrimônio feliz te faz mais rico que a pessoa mais rica que não é feliz. Toma o tempo que necessite em amestrar a habilidade de permanecer centrado e pensar claramente frente a qualquer provocação. Desenvolver esta habilidade te economizará muito sofrimento e pode transformar situações difíceis em momentos de grande crescimento e felicidade.

Acaso às vezes pensa que seu casal está tratando de te fazer zangar a propósito? Provavelmente sim, e provavelmente é uma presunção incorreta. Apesar da veracidade de suas presunções, a pessoa que te tira de gonzo é você mesmo. Assim que te dê conta de que está fora de si, te repita a ti mesmo, "centrado e equilibrado". Fale-te com ti mesmo em formas que lhe permitam estar mais acalmado e em paz. Visualiza uma cena relaxante ou a alguém depravado e centrado, e imagine a ti sendo essa pessoa.

Na tela de sua mente visualiza qualquer nova ação ou patrão de fala que você gostaria de integrar a seu comportamento regular. Quando praticar isto as suficientes vezes, será tua parte.

PENSAR CLARAMENTE FRENTE AO CRITICISMO

Amar ao criticismo é o ideal pelo qual devemos lutar. Isto está chamado no último capítulo do Pirké Avot como um dos caminhos para adquirir Toráh. O versículo em Provérbios 9:8 diz: "Não repreenda ao parvo, pois te odiará, repreende ao sábio e te amará". O Gaon da Vilna comenta: "Uma pessoa sábia é alguém que continuamente quer crescer no Toráh".Ela aprecia se lhe diz o que está fazendo mal Sua meta é o melhorar-se a se mesmo, e ama cada oportunidade para ser uma melhor "pessoa”.

A maneira na qual alguém trata de nos corrigir é um fator chave para nossa abertura a receber a crítica. Falar com amor e compaixão podem provocar gratidão para quem dá essa crítica, pois é vista como que o se preocupa com ti. Damo-nos conta de que esta pessoa não nos está criticando por motivos pessoais, como o poder ou a arrogância. O fato de saber que esta pessoa na verdade se preocupa com nosso bem-estar nos dá sentimentos positivos que provocam que escutemos suas recomendações ou correções.

Quando alguém nos corrige, preferimos que sejam concisos e ao ponto. Algumas pessoas tendem a dar grandes discursa quando tratam de nos corrigir e todo o processo é muito estressante. Se este for um problema em seu matrimônio, lhe diga a seu casal, "Posso-te escutar melhor quando é conciso".

Se sua esposa tratar de te corrigir e o faz da maneira que o aprecia, não precisa fazer nenhum esforço especial para permanecer centrado e pensar claramente. Entretanto, se sua esposa tender a ser extremamente crítica e parece estar sempre te criticando de uma forma que não o aprecia, faz um esforço para permanecer centrado e pensar claramente. Não responda imediatamente com um contra-ataque assim como, "Você tem as mesmas ou piores falta" ou "Você não gosta quando te critico, então por que me critica?".".

Quando está em um estado relativamente acalmado pensa sobre a crítica que acaba de escutar.É válida?Está disposto a escutá-la? Provavelmente poderia ter sido sorte com menos palavras. Provavelmente o tom poderia ter sido mais amoroso e com compaixão.

Provavelmente a eleição de palavras pôde ter sido melhor. Se for algo certo, pode responder, "Obrigado por me dizer isso Tem um ponto certo". Mas no futuro preferiria se me diz isso... (em um tom mais gentil, menos palavras, mais tato)".

Se sentir que a crítica não é válida, pode responder acalmada e respeituosamente "Dou-me conta de que sua intenção foi boa, mas queria te explicar por que sua crítica não é válida".
Se seu casal segue discutindo que te merece essa crítica e seu segue sentindo que não, é sábio parar. Poderá dizer, "pensarei-o".

Date conta de que há uma possibilidade de estar equivocado, e que a crítica era válida. Como escreveu o Gaon da Vilna em seu comentário a Provérbios 26:12: "Uma pessoa que é 'sábia a seu olho' não fará mudanças positivas. Já que pensa que está bem, não está consciente de seu comportamento negativo e contraproducente; Mas se uma pessoa está consciente de seu mau comportamento, sempre há esperança de que melhorará".

Pode que sinta que o criticismo é válido, mas que agora está trabalhando para melhorar muitas outras áreas e que este ponto não está dentro de sua lista de prioridades. Provavelmente se o que está fazendo está incomodando a seu casal, seria boa idéia inclui-lo dentro da lista de prioridades.

Também há situações nas quais seu casal está criticando suas ações em áreas que considera sem importância, pois uma mudança nisso não fará nenhuma diferença na vida de ambos. Se seu casal estiver aberto a deixar de fazer estes comentários que lhe fazem zangar, só lhe diga que preferiria não escutar estas críticas no presente. Se seu casal não esta aberta a deixar de fazê-los, toma consciência de que essencialmente estes comentários não lhe podem ferir se não deixar que lhe incomodem.

Escute a um marido corrigindo constantemente o que sua esposa dizia.
A esposa dizia: "Faz uma semana fomos à casa de meus pais para jantar".
"Não foi, uma semana". Faz nove dias" - corrigiu o marido. A esposa dizia: "Paguei vinte dólares pelo presente que levamos". "Não foram vinte dólares, foram $18.50" - corrigiu o marido. A esposa dizia: "Retornei-lhe a chamada ao dia seguinte". "Foi dois dias depois" - corrigiu o marido.

Finalmente, a esposa se encheu das lágrimas e disse: "Corrige-me tudo o que digo!".
"Não tudo. Só seus enganos" - disse o marido.

"Aí vem de volta!". Não posso suportá-lo. Quando abro minha boca para dizer algo em sua presença, já estou nervosa porque se que está preparado para me corrigir. A maioria das coisas que me corrige são insignificantes e irrelevantes".

Este patrão é muito comum e qualquer cônjuge pode ser igual de crítico a respeito de discrepâncias menores.

Algumas pessoas discutem: "Se a gente não corrigir os enganos pequenos, então enganos maiores formarão raiz. É especialmente importante para mim que meu casal seja verdadeiro. Os enganos são falsidades e só quero verdades em minha casa".

A prioridade da Toráh é que a paz entre marido e mulher tome precedência sobre a verdade, se esta causará ressentimento não necessário. Na Toráh encontramos que D's distorceu a verdade para acautelar uma falta de paz entre o Abraham e Saráh. Com mais razão, é permissível evitar corrigir um engano corriqueiro e inconseqüente para proteger a harmonia do lar.

Se a pessoa que criticar se recusa a ser menos crítico, é importante para a pessoa que está recebendo as correções poder dirigir o criticismo com dignidade e objetividade.

Se seu casal te seguirá corrigindo, dirige atitudes positivas e humorísticas.
Enquanto te prepara mentalmente a escutar correções, imagine um grande grupo de gente te respirando. Adicione-lhe música. Em sua imaginação segue praticando até que seja capaz de desensibilizarte e assim te liberar da dor.

Halajáh diária.

Comer antes de la Tefilá

Un hombre adulto no puede comer antes de decir Shajarit (Oración Matutina). Sin embargo un niño menor de Bar Mitzvá puede desayunar antes de la Tefilá, tanto en día de semana como en Shabat. Si pero un adulto puede tomar algo, o comer algo muy pequeño, si tiene la duda que la Tefilá de Shajarit de Shabat o Iom Tov (días festivos) puede terminar después del mediodía. Ya que es prohibido ayunar en Shabat o Iom Tov.

Durante la semana, se puede tomar un breve, café, té, o un jugo, y mucho más si tiene que tomar un remedio o medicamento. Siempre y cuando se recite previamente las Bircot Hashajar, las bendiciones matutinas.

(Yalkut Yosef Tefila 15) 

 

Cabello

Se le prohíbe a un hombre arrancarse o pintarse las canas del pelo, pero pintarse todo el pelo de blanco es permitido. En caso de verse raro y que eso le provoque vergüenza, por ejemplo: si tiene la mitad del pelo blanco y la mitad negro, o si es un joven que es posible que no consiga Shiduj (pareja) por eso, hay quien permite pintarse el pelo de negro.

(Shuljan aruj Yoré Dea 182:6, Lebush Maljut 4:22)

Consejos de Shalom Bait

Es de suma importancia que la persona mantenga buena relación con la familia de su cónyuge, principalmente con sus suegros. Es bueno decirles a sus suegros elogios sobre su hija (y ella a sus suegros sobre su hijo) esto ayuda mucho para mejorar la relación con ellos y fortalece la relación de la pareja.

No ver a una Persona Enojada

No se debe mirar a los ojos de aquél que está enojado, para no avergonzarlo, y además perjudica al que lo ve, ya que al verlo a los ojos provoca que se olvide su estudio de Torah.

(Sefer Jasidim 1026)

La Humildad

1. Dar Tzedaká (caridad) anónimamente y estudiar Torah desinteresadamente provoca humildad en la persona.

2. La humildad perdona el pecado de inmoralidad.

3. La humildad es una Segulá para tener hijos.

(Jida Kaf Ajat 33, Moed Lejol Jay 244,23, Habait Hayehudi T6, 279)

Ponerse de Pie cuando entran los

Padres

Debe el hijo ponerse de pie al ver llegar a sus padres a algún lugar y no debe sentarse hasta que el padre o la madre se sienten o se paren en su respectivo lugar.

(Yalkut Yosef 2, 628, 1)

domingo, dezembro 15, 2013

A História de Shabat

Consertando uma Sola Gasta

Toráh klafmonumento zapatos budapest (5)

Alguns anos atrás, em Flatbush, Nova York, um senhor de fala suave, que sempre sentava no fundo da sinagoga, disse ao seu rabino que desejava doar um 'Sefer Toráh' para a Sinagoga.  O senhor, Shimshon Blau (nome fictício), falou ao Rabino que contratara um escriba  para escrever  um 'Sêfer Toráh' para ele e que agora o trabalho estava quase completo.

O Rabino ficou incrédulo. O Sr. Blau não era uma pessoa de muitas posses e o custo de um 'Sêfer Toráh' novo poderia chegar a mais de trinta mil dólares.

O Rabino entrou em contato com o escriba e constatou que o senhor Blau realmente tinha pago pequenas somas em dinheiro durante os últimos anos para a confecção de um Sêfer Toráh. Recentemente, ele tinha feito o último pagamento. O 'Sêfer Toráh' seria concluído em poucos dias.

No Shabat, o rabino anunciou as boas notícias para a congregação. Todos se dirigiram ao Sr. Blau para desejar mazal tov e agradecer pela generosa dádiva à sinagoga.

Planos foram feitos para a “Hachnassat Sêfer Toráh” - a festa em comemoração pelo recebimento dos novos rolos da Toráh.

Algumas semanas depois, num domingo ensolarado, a comunidade se reuniu na casa do Sr.Blau. Todos o acompanharam quando ele carregou o Sêfer Toráh pela rua até a sinagoga. Ele ia andando embaixo de uma chupá, enquanto os demais presentes cantavam e dançavam ao seu redor. Uma refeição especial foi oferecida na sinagoga em honra à ocasião.

Alguns dias depois, o rabino perguntou ao Sr. Blau se havia alguma razão em particular para ele ter oferecido o Sêfer Toráh.

No início ele ficou hesitante em falar, mas acabou consentindo em contar essa história de tirar o fôlego, porque era melhor contar sua história e ver se agora conseguiria passar as noites dormindo, pois fazia 52 anos que ele não dormia uma noite completa!

E contou sua história:

Shimshon Blau tinha apenas 16 anos quando os nazistas o levaram, com seus pais e sua irmã, de Lodz, sua cidade na  Polônia, para um campo de concentração. Pouco depois de sua chegada, foi separado da família e nunca mais ouviu falar deles. 

Shimshon foi colocado em um barracão de trabalho escravo. Ele sofria humilhações diariamente. Certa noite, quando estava deitado, um soldado nazista entrou no alojamento para checar os prisioneiros. Ele foi andando de cama em cama. De repente, olhou para os pés de Shimshon, viu suas botas de couro e gritou: "Estas botas agora são minhas.”

Shimshon ficou chocado. As botas tinham sido dadas por seus pais pouco antes da família ser capturada pelos nazistas. Era sua última conexão com eles, pois não possuía retratos, cartas... Nenhuma memória que pudesse guardar para um momento particular, para lhe dar forças. As botas se tornaram uma preciosa lembrança da sua família. Ele gritou incontrolavelmente. O cruel ato nazista foi a lâmina que cortou o último laço com seus pais. Ele chorou por horas e acabou dormindo. Na manhã seguinte, saiu do alojamento descalço e encontrou o soldado que tinha roubado suas botas. Desesperado, correu para o soldado e implorou:

-  Por favor, dê-me um par de sapatos. Eu não tenho nada para calçar e vou congelar até a morte....

Para sua surpresa o soldado  respondeu:

- Espere aqui que voltarei em 5 minutos com sapatos para você.

Shimshon tremia de frio, enquanto esperava. Em alguns minutos, o nazista voltou com um par de sapatos e o entregou para o surpreso, mas agradecido adolescente, que voltou para a sua barraca e sentou na cama para colocar seus novos sapatos. Eram feitos de madeira, como tamancos. Ele sabia que teria que usá-los, independente de como tinham sido feitos ou quão desconfortáveis fossem.

Quando estava prestes a colocar seus pés dentro dos sapatos, olhou dentro  e engoliu seco. O interior era feito com um pedaço de pergaminho de um Sêfer Toráh.

Shimshon congelou de terror e pensou em como os nazistas podiam ser tão cruéis! Como ele poderia pisar nas palavras que D'us ditou  para Moshé escrever para todas as gerações? Mas infelizmente não tinha escolha, não possuía nada mais para calçar. Ou ele calçava aqueles sapatos ou seus pés congelariam e ele morreria. Hesitante e sentindo-se culpado, ele os calçou.  

Agora, anos depois, Shimshon contou:

- Cada passo que eu dava, sentia como se estivesse pisando num Sefêr Toráh de D'us. E eu jurei que, se um dia saísse vivo do campo não importando se ficasse rico ou pobre, eu teria um Sêfer Toráh e devolveria a D'us a honra que eu tomara dele pisando na sua Toráh. Foi por isso que doei este Sêfer Toráh para a sinagoga.

********

Em sua sinceridade, Shimshon sentia que estava pisando na Toráh de D'us. Quem  pode culpá-lo?

Mas e nós? Nós devemos nos perguntar:

“Será que de alguma maneira, nós também não pisamos na Toráh de D’us”?

Será que, sem querer e ás vezes mesmo querendo, nós não violamos preceitos básicos da Toráh - o que é, na essência, pisar nas suas palavras?"

     Shimshon Blau com certeza retificou o seu ato e nós devemos tentar almejar o mesmo!

**********

Fonte: "Healing a Trampled Sole" no livro "Reflexions of the Maggid"

domingo, novembro 24, 2013

Chanucáh: Não deixar-se “surpreender”, pela escuridão das coisas vãs.

Mensagem do Rabino

chanuca 2013

Ano após ano, quando chega a época de Chanucáh, as luzes são acesas em cada lar judaico celebrando os acontecimentos na época dos chashmonaim, quando estes se rebelaram contra o jugo do império greco-sírio de Antiocos (175 a.EC). Decidido a helenizar todo seu império, o dominador direcionou seu poder despótico contra o espírito de Israel. Os judeus, ao derrotar as forças de Antiocos e com a retomada do Templo Sagrado, iniciaram um processo de purificação espiritual. Era indispensável, antes de mais nada, reacender a Menorá, símbolo da luz espiritual de Israel, criada por D'us. A cada ano, em Chanucáh, comemoramos a preservação do espírito de Israel.

O esforço da vida é captar a luz para iluminar a escuridão. É empenhar-se em cultivar tudo que é bom neste mundo e dirigir todos os recursos para sobrepujar e transformar a negatividade do "lado obscuro" da Criação. Este processo era exemplificado pelo acendimento da Menoráh no Templo Sagrado. Diariamente, óleo da mais pura qualidade era colocado em cada lamparina, acesa pelos Cohanim antes do anoitecer. Colocada dentro do Santuário a luz da Menoráh irradiava um brilho Divino que passava através das paredes do Templo e iluminava a escuridão do mundo exterior. As sete chamas emanavam para o mundo uma verdadeira Luz Sagrada.

A Menoráh do Templo simboliza a criação do universo. Suas sete lamparinas aludiam à perfeição, dentro da ordem natural refletida nos sete dias da semana. Aludem, também, às sete sefirot, que são os sete traços mais importantes do caráter humano. Ei-los: chessed: o amor e a benevolência para com o próximo; guevurá: o autocontrole e temor a D'us; tiferet: compaixão; netzach: vitória; hod: humildade e devoção; yessod: comunicabilidade e malchut: receptividade.

No deserto, D'us ordenou a Moisés atirar o ouro no fogo e logo apareceu “milagrosamente” a Menoráh Sagrada. Forjado numa única peça de ouro, o candelabro de sete braços simbolizava as almas que se originam de uma única fonte. Todas as lamparinas são igualmente "parte da Centelha Divina", cada qual com sua personalidade única. Todas se voltam ao centro da Menorá, como as almas se empenham em direção a um mesmo objetivo.
O óleo significa a essência destilada. Nítido e separado ao mesmo tempo, penetra em tudo à sua volta. O óleo sobe à superfície, enquanto os outros líquidos permanecem estáticos e não se espalham; o óleo, como a alma, se expande, penetrando, afetando e tocando tudo. Ao profanar o óleo sagrado da Menorá do Templo, os gregos tentaram destruir a essência da alma judia.

Um pavio sem óleo produz luz fraca. Uma vida sem Toráh e mitzvot, apesar de arder pelo desejo de se relacionar com D'us, é incapaz de sustentar sua chama. Podem-se experimentar breves momentos de experiência espiritual, mas, faltando o óleo da genuína substância Divina, rapidamente desaparecem e falham ao tentar introduzir uma luz resistente no mundo. Quando o pavio é inserido no óleo e é aceso, o pavio absorve, transmite e transforma o óleo em uma luz firme e estável.

Com a destruição do Templo Sagrado não há mais como acender a Menoráh do Templo. A Menoráh que acendemos em Chanucáh, e que chamamos de chanuquiá, tem oito braços e não sete. Na época do Templo, quando a Divindade era revelada, sete lamparinas eram suficientes para iluminar o mundo, mas após a destruição do Templo, para clarear a escuridão do exílio, deve-se empregar uma luz que transcenda a ordem natural. Tal luz é produzida pelas oito chamas que são acesas em Chanucáh. O número oito reflete a luz que não está presa por limitações.

Enquanto a Menoráh do Templo era acesa durante o dia e no interior do Santuário, a Menorá de Chanucá é acesa à noite e colocada perto de uma janela onde possa ser vista de fora.

As luzes da chanuquiá são sagradas. Não é permitido fazer uso delas, somente olhá-las, afirmando assim a supremacia da Luz Divina sobre as limitações humanas. Colocada em lugar visível, a Menoráh de Chanucáh ensina que deve-se espalhar a luz da Toráh para todos. É acesa após o anoitecer (com exceção do Shabat), durante oito dias, a partir do dia 25 de Kislev. Sua luz nos lembra que, mesmo nos momentos mais obscuros da existência, a luz da sabedoria pode brilhar intensamente; e também que a redenção é possível de ser alcançada bastando acender mais uma chama. A alma, também se eleva quando conseguimos acender um objetivo mais de nosso crescimento, de nossa elevação, de nossa auto-estima, valorizando e reavaliando dia após dia nossos objetivos.

Chanucáh é a comemoração do maior objetivo que existe em um ser humano, não deixar-se “surpreender”, pela escuridão das coisas vãs.

Vayeshev: “Bienaventurados los que habitan en Tu morada.”

"Y Yaakov se estableció (vayeshev) en la tierra de la residencia de su padre (megurei aviv)" (Génesis 37:1)

No es lo mismo alquilar un departamento que comprarlo. Cuando uno compra, uno se pone a pensar en remodelarlo, muchas veces incurriendo en grandes gastos; compra alfombras y muebles de la mejor calidad; invierte en una cocina bien moderna con mármol negro, etc., etc. Pero cuando uno alquila, uno se arregla con un poco de pintura nueva y nada más.

Cuando uno compra la propiedad, se establece. Cuando alquila, simplemente reside. Si se te ocurrió hacer dinero escribiendo un diccionario de sinónimos de la Lengua Sagrada, te recomendaría que no abandonases tu actual empleo. En hebreo no existen los sinónimos. Si te fijas en un diccionario de inglés, probablemente encontrarás 'establecerse' y 'residir' como sinónimos. Pero en hebreo cada palabra tiene un significado singular y especifico. La parshá de esta semana se llama "vayeshev", "y se estableció". El verbo lishev connota permanencia; "lagur", residir, denota una residencia temporaria. "Y Yaakov se estableció (vayeshev) en la tierra de la residencia de su padre (megurei aviv)".

Yaakov se estableció en el sitio en el que su padre meramente había residido. Yitzjak se dio cuenta, como ninguna otra persona, de que este mundo no es más que un simple corredor, y que estamos todos de paso camino al palacio del Rey. Eso no significa que a Yaakov le hubiera interesado excesivamente este mundo, sino que su falta de conexión con el mismo no era comparable con el caso de su padre. Yaakov quería establecerse tranquilamente en el lugar en el que su padre Yitzjak había sido un mero residente. Y como resultado de ello, fue sometido a la (tremenda) pérdida de Yosef, su hijo predilecto.

Yosef inició su carrera como un soñador en gran escala: primero vio el sol, la luna y las estrellas que se inclinaban ante él. Después su carrera se vio reducida, cuando interpretó los sueños del jefe de coperos del Faraón, quien se olvidó de Yosef no bien fue liberado de la prisión.

Igual que en Egipto, así fue siempre con la historia de los judíos en el exilio. Los tataranietos de Israel sueñan con grandezas, tanto en Rusia, Alemania o América. Queremos cambiar el mundo. Nos adherimos a todos los "-ismos" que aparecen.

Díganme cualquier movimiento idealista de los últimos doscientos años, y les mostraré un judío, si no varios, que estuvieron detrás del telón, o adelante. ¿Cómo es que nosotros, los judíos, nos permitimos tener estos sueños? Porque nos empezamos a sentir cómodos en nuestra lugares de residencia. Sentimos que nos hemos establecido, no simplemente de paso.

Fíjense en cada uno de estos movimientos, desde la revolución bolchevique en Rusia hasta el Movimiento de los Derechos Civiles de la década del sesenta en los EE. UU. Desde los hippies hasta los yuppies. Todos tienen algo en común: el "jefe de los coperos" se olvida de nosotros. El movimiento sufre de una amnesia total y absoluta en cuanto a la persona que lo inició. Al igual que el “jefe de los coperos – el sar hamashkim” omite la figura prominente del “que interpreta los sueños”.

El judío reza tres veces al día. Probablemente, la plegaria más difícil sea Minjá, el rezo de la tarde. A la mañana, el día acaba de comenzar. Antes de que el mundo se llene de ruido y bullicio, tenemos espacio en la mente para contemplar lo Eterno y lo Permanente. De noche, el mundo se aquieta y podemos hacer un alto y hablarle a D-os en paz y con tranquilidad. Pero en medio de la tarde, cuando estamos sumergidos en los asuntos mundanales, es preciso de una enorme fuerza de voluntad para salir por un lapso de este mundo y dirigirnos a D-os. Tal vez ese sea uno de los motivos por el cual iniciamos el servicio de Minjá, el servicio instituido por Yitzjak, con las palabras "Afortunados son los que se establecen en Tu Casa – Ashre Ioshve Beteja Od Ielaleuka Selá". Feliz de aquel que sabe que su residencia permanente es la casa de D-os, en el mundo espiritual, y que nuestros sueños, se hacen realidad, cuando damos la oportunidad de “establecerlos” en el mundo terrenal asociados al regocijo de serenidad que encuentra nuestra alma.

Shabat Shalom

domingo, novembro 10, 2013


La Janukiá

 

Los elementos básicos de una Janukiá casher son ocho soportes para el aceite o las velas, y un soporte adicional, separado del resto, para la vela shamash, (acompañante).
Las luminarias de Janucá pueden ser velas, o mechas sumergidas en aceite. Ya que el milagro de Janucá ocurrió con el aceite de oliva —la pequeña vasija de aceite que duró ocho días —la Janukiá de aceite es preferible a la de vela, y el aceite de oliva es el ideal para encender las luminarias de Janucá. Las mechas de algodón son preferibles porque producen una llama más clara.
 
Siempre que compramos un artículo para hacer una mitzvá, intentamos que sea lo más hermoso dentro de nuestras posibilidades. Así pues, si es posible, consiga una Janukiá de plata. Embellecer la mitzvá es nuestra manera de demostrar nuestro aprecio a D-os y cómo llevamos a cabo sus mandamentos.
 
Las ocho velas de la Janukiá deben estar en línea recta, no en zigzag o con algunas luces más altas que otras. Si es un Janukiá de aceite, los vasitos deben contener bastante aceite para iluminar por el tiempo requerido —por lo menos 30 a 60 minutos en día de semana, entre una hora y una hora y media el viernes por la tarde (véase para los detalles encendido). Si usa velas, éstas deben ser bastante grandes como para iluminar el tiempo requerido.
 
Las menorot eléctricas son utilizadas para exhibición, y son un medio maravilloso para difundir el milagro de Janucá. Pero para cumplir con la mitzvá, las luces de Janucá deben ser llamas verdaderas de cera o aceite como en el Santo Templo.
Encendiendo la Janukiá

 
1. Acomode las velas en la Janukiá. Asegúrese de que haya bastante aceite, o de que las velas sean lo bastante grandes, como para que iluminen hasta media hora después del anochecer (o, si se enciende después de anochecer, media hora).

2. La primera noche, fije una vela en el extremo derecho de la Janukiá. A la noche siguiente agregue una segunda vela a la izquierda de la primera, y después agregue una vela cada noche de Janucá avanzando de izquierda a derecha.
 
3. Reúna a toda la familia alrededor de la Janukiá.

4. Encienda el shamash, la vela piloto; sosténgalo con la mano derecha (a menos que sea zurdo, en ese caso lo sostiene con la izquierda).

5. De pie, recite las bendiciones apropiadas.

6. Encienda las velas. Cada noche, encienda la vela nueva (en el extremo izquierdo) primero y continúe encendiendo de izquierda a derecha. (Agregamos velas a la Janukiá de derecha a izquierda, y encendemos de izquierda a derecha.). 

7.  El orden de colocación y encendido de las velas es el siguiente, parados  frente a la Janukiá, se van colocando de derecha a izquierda, y se encienden de izquierda a derecha, conforme van pasando los días. 

8.   En el momento de encender la Janukiá, se debe prender una vela (fuera de las de Janucá) y con ella prender todas las demás y al finalizar encender el shamash, antes de prender las velas se debe decir las siguientes bendiciones: 

La primera noche se recitan 3 bendiciones:


I.  Baruj ata A-donai E-lohenu Melej Haolam asher kideshanu vemizvotav vezivanu lehadlik ner Janucá.
 

II.  Baruj ata A-donai E-lohenu Melej Haolam sheasa nisim laavoteinu bayamim hahem bazman haze. 

III. Baruj ata A-donai E-lohenu Melej Haolam sheejeyanu vekiyemanu veiguianu lazman haze. 

A partir de la segunda noche solo se dice I y II
 

ברכות להדלקת נרות חנוכה
 


בָּרוּךְ אַתָּה יְיָ אֱלֹהֵֽינוּ מֶֽלֶךְ הָעוֹלָם, אֲשֶׁר קִדְּשָֽׁנוּ בְּמִצְוֹתָיו וְצִוָּֽנוּ

לְהַדְלִיק נֵר שֶׁל חֲנֻכָּה.

בָּרוּךְ אַתָּה יְיָ אֱלֹהֵֽינוּ מֶֽלֶךְ הָעוֹלָם, שֶׁעָשָׂה נִסִּים לַאֲבוֹתֵֽינוּ

בַּיָּמִים הָהֵם בַּזְמַן הַזֶּה.

בערב הראשון מוסיפים גם "שהחיינו":

בָּרוּךְ אַתָּה יְיָ אֱלֹהֵֽינוּ מֶֽלֶךְ הָעוֹלָם, שֶׁהֶחֱיָֽנוּ

וְקִיְּמָֽנוּ וְהִגִּיעָֽנוּ לַזְּמַן הַזֶּה.

מן הערב השני ואילך מתחילים להדליק מהנר הנוסף,

משמאל לימין.

אחר ההדלקה יאמר:

"הנרות הללו" וישירו "מעוז צור ישועתי".

הַנֵּרוֹת הַלָּלוּ אֲנַחְנוּ מַדְלִיקִים עַל הַנִסִּים

וְעַל הַנִּפְלָאוֹת וְעַל הַתְּשׁוּעוֹת וְעַל הַמִּלְחָמוֹת,

שֶׁעָשִֽׂיתָ לַאֲבוֹתֵֽינוּ בַּיָּמִים הָהֵם בַּזְּמַן הַזֶּה,

עַל יְדֵי כֹּהֲנֶֽיךָ הַקְּדוֹשִׁים.

וְכָל שְׁמוֹנַת יְמֵי חֲנֻכָּה הַנֵּרוֹת הַלָּלוּ קֹֽדֶשׁ הֵם,

וְאֵין לָֽנוּ רְשׁוּת לְהִשְׁתַּמֵּשׁ בָּהֶם, אֶלָּא לִרְאוֹתָם בִּלְבָד,

כְּדֵי להוֹדוֹת וּלְהַלֵּל לְשִׁמְךָ הַגָּדוֹל
עַל נִסֶּֽיךָ וְעַל נִפְלְאוֹתֶֽיךָ וְעַל יְשׁוּעָתֶֽךָ.
 
מעוז צור ישועתי
 


מָעוֹז צוּר יְשׁוּעָתִי  לְךָ נָאֶה לְשַׁבֵּֽחַ,

תִּכּוֹן בֵּית תְּפִלָּתִי וְשָׁם תּוֹדָה נְזַבֵּֽחַ,

לְעֵת תָּכִין מַטְבֵּֽחַ מִצָּר הַמְנַבֵּֽחַ,

אָז אֶגְמֹר בְּשִׁיר מִזְמוֹר חֲנֻכַּת הַמִּזְבֵּֽחַ.

Dinero inesperado

Dinero1

Cada día tu padre depositará $86.400 dólares en tu cuenta bancaria. Lo que sea que quede en la cuenta al final del día, se borrará automáticamente.

*********************************************

Estás sentado en tu casa y recibes una llamada telefónica de tu padre. Tiene una sorpresa para ti.

Él dice que te ama muchísimo, y que ha decidido que te depositará todos los días $86.400 dólares en tu cuenta bancaria. ¡$86.400! ¡Es un montón de dinero para recibir todos los días!

Tú esperas por el truco, y no tarda en llegar. La condición es que lo que sea de dinero que quede en la cuenta al final del día será borrado de la misma; no podrá ser utilizado. Nunca tendrás ese dinero de vuelta.

Eso no está nada de mal, piensas, ¡solamente tendré que gastarlo todo, todos los días! ¡No desperdiciar ni un centavo! Cuelgas el teléfono con una sensación de “gracias”, corres por un lápiz y papel, te sientas y empiezas a planear. Tú sabes que para asegurarte de que cada dólar sea aprovechado a su máximo, tendrás que idear algo para asignar apropiadamente el dinero.

Lo primero es lo primero. Caridad. Tú sabes que cada judío está obligado a dar entre el 10% y el 20% de sus ganancias a caridad. Siendo una persona generosa (quien resulta tener $17.000 para repartir diariamente) decides repartir el 20% de tus ganancias a caridad cada día. Eso te deja el 80% del dinero.

Vamos a ver, piensas. Lo próximo serán mis necesidades. Del 80%, probablemente puedo llegar a utilizar un 40% para cosas que yo necesito: comida, renta, auto, ropa, etc. OK.

Queda el 40%

Bueno, tú ponderas, existen esas pequeñas cositas con las que uno tiene que lidiar, mejorías que hacer, cosas que arreglar, las-no-tan-esenciales-pero-todavía-justamente-necesarias. Tú decides que el 20% de tus ganancias deben estar destinadas a aquellas cosas.

Del 20% que queda, te permites un 10% sólo para entretención. Este 10% será utilizado en regalos especiales, aparatos electrónicos, etc. Después de todo, no es un crimen disfrutar. (¡Y de todas maneras no puedes ahorrarlo!)

El último 10%, decides, debe ser para asuntos de contingencia. Después de todo, uno nunca sabe qué gastos extras pueden surgir. Y si no surge nada, lo utilizaras para más regalos. Pero lo más importante, cada uno de los dólares debe ser gastado. ¡De otra manera sería una pérdida de dinero!

Ya está. Lo tienes todo resuelto, cada dólar dedicado a un propósito, cada centavo con un foco directo. Ahora verdaderamente puedes aprovechar al máximo esta oportunidad.

Los segundos cuentan

Cada día nuestro Padre en el Cielo deposita exactamente 86.400 en nuestra cuenta. 86.400 segundos dentro del periodo de 24 horas. ¡Qué regalo! ¡Qué oportunidad!

¿Qué estas haciendo con esos 86.400 segundos?

El “truco”, por supuesto, es que al final de cada día, todo se ha ido. Si no utilizaste ese tiempo sabiamente —y desperdiciaste una hora— eso es 3.600 segundos que se fueron para siempre. Nunca te encontrarás con esos momentos otra vez.

La mayoría de nosotros nos esforzamos por utilizar cada dólar de la mejor manera posible. Pero cuando se trata del precioso regalo del tiempo, ¿podemos decir realmente que lo estamos utilizando apropiadamente?

Siguiendo el modelo de nuestros ambiciosos planes para los $86.400, deberíamos estar donando 20% de nuestro tiempo en ayudar a otros. Deberíamos gastar 40% del tiempo para lo que debe ser hecho, incluyendo dormir y comer. Por lo menos el 20% de este atesorado regalo de tiempo debe ser utilizado para “reparaciones”, es decir, debe ser dedicado a la auto mejoría, al crecimiento personal, ya sea leer un libro que te motive o ajustar nuestras metas para desarrollarnos espiritualmente. 10% debe ponerse de lado para el entretenimiento y la relajación (con el propósito de recargar energías para las cosas importantes) y el último 10% para contingencia: un embotellamiento inesperado, un evento familiar, etc.

En realidad, 100% de nuestro tiempo debe estar enfocado en convertirnos en mejores personas y en mejorar nuestra relación con Dios.

Todo se trata de tener un foco correcto. Haz tu propio plan  y mantente en el camino. Corre y agarra ese lápiz y ese papel. Piensa en grandes metas y divídelas en pequeños pasos graduales. Ten objetivos específicos por hora. Y como cualquier administrador de recursos responsable, fija metas diarias, semanales, mensuales, semestrales, anuales y a largo plazo.

Asigna los 86.400 sabiamente. Y continúa.

Rav Noaj Weinberg zt’’l, solía decir que todo comienza con una decisión, un compromiso. El recomendaba recitar en voz alta: “la vida es una oportunidad. Yo quiero utilizar mi mente, y estar constantemente avanzando hacia mi meta”.

No desperdicies ni un centavo, ni un nanosegundo. Puede sonar como demasiado, o puede parecer muy intenso, pero recuerda, si se escapó, se escapó para siempre. Cuando estés soñando despierto piensa: “¿Qué estoy haciendo ahora, y como podría utilizar este momento más efectivamente?”.

¿Por qué desperdiciar tus momentos ahogándote en arrepentimiento sobre el pasado o preocupándote por el futuro? Es como tener que pagar una multa de $10 por cada dólar que no gastaste. Es ridículo.

Cada momento puede ser utilizado al máximo. Hay tanto bien que podemos hacer, si nos mantenemos concentrados. Perdón por el cliché pero resulta ser muy cierto: Cada momento es un regalo. Aprovecha tu “presente”.

A Honra dos Outros

 

a honra dos outros

"Jaques era um jovem impulsivo, explodia de raiva diante da menor provocação." Porém, como não era um garoto de má índole, sempre se sentia envergonhado e se esforçava para se desculpar e consolar aqueles a quem tinha magoado.

Um dia, seu professor viu-o pedindo desculpas a um colega depois de uma explosão de raiva. Aproximou-se dele, entregou uma folha de papel e disse:

- Por favor, amasse esta folha.

Curioso com aquele pedido estranho, Jaques obedeceu e transformou a folha em uma bolinha, devolvendo ao professor.

- Agora - o professor voltou a dizer - deixe-a como estava antes.

Por mais que Jaques tentasse, não conseguia deixá-la como antes. O papel continuava amassado e cheio de pregas. Então, o professor ensinou-lhe algo para toda a vida:

- O coração das pessoas é como este papel. “As marcas que neles deixamos são tão difíceis de apagar quanto estes amassados que foram deixados aqui”

Aprenda a ter cuidado com os sentimentos dos outros. “Antes de ofender alguém, lembre-se do papel amassado, que nunca mais volta à forma anterior.”

domingo, novembro 03, 2013

El rabino y el delincuente

Esta historia sucedió en el año 2012, y fue relatada una semana después del fallecimiento del Rav Ovadia Yosef Z”L.

*************************************************

El rabino y el delincuente

por Elisha Edri

Rav Ovadia Yosef

Una historia real sobre el poder del amor.

Mi vecino Eliahu vive sólo a unas cuantas casas de mí en la ciudad de Hispin, y trabaja con jóvenes inmigrantes etíopes y rusos en un programa del ejército. El año pasado en un día cálido de septiembre, el tipo de día que no quiere dar paso al entrante otoño, Elisha venía de vuelta después de cumplir con su servicio de reservista en Tzeelim.

El autobús iba lleno, pero a mitad de camino, en la estación de bus de Afula, muchísima gente se bajó. Entonces, un hombre mayor de barba blanca, sombrero negro y largo abrigo negro, se subió al bus y se sentó a su lado. Él notó que aquel hombre era alguien muy distinguido, como un dayán (juez) rabínico o algo así. El rabino vio la kipá sobre la cabeza de Elisha e inmediatamente comenzó a hablarle sobre la parashá de la semana. De ahí pasaron a daf yomi (Talmud), y luego a algunos temas de halajá (ley judía). El tiempo pasó volando y ya se acercaban a Tiberias —el destino final del rabino— cuando de pronto el rabino le preguntó a Elisha a qué se dedicaba. Elisha le contó sobre los jóvenes con los que trabajaba y le dijo cuán alejados estaban la mayoría de ellos de la Torá y del judaísmo tradicional.

El rabino se quedó en silencio durante un instante y después de una pausa dijo: “El próximo mes me retiro de mi posición como dayán. He trabajado allí durante 25 años. Pero no pienses que siempre he sido así. Yo no crecí en un hogar religioso”, dijo con una sonrisa. “Mis padres eran sobrevivientes del Holocausto, y no tenían la habilidad emocional para darme la atención que yo necesitaba. Prácticamente crecí en la calle. Estuve a punto de convertirme en un delincuente, ya que me juntaba con la gente incorrecta incluso desde antes de mi Bar Mitzvá”.

“Cerca de mi casa había una sinagoga, y al lado de ésta había un campo de fútbol donde pasaba el tiempo con mis amigos. A veces la pelota caía en el patio de la sinagoga, y una vez incluso rompimos una de las ventanas de la sinagoga, pero escapamos antes de que nos atraparan. Un Shabat, cuando yo tenía casi 15 años, pateé la pelota tan fuerte que no cayó simplemente en la entrada de la sinagoga, sino que le dio directamente al rabino cuando iba saliendo y le voló el sombrero. Mis amigos y yo nos reímos de buena gana al ver cómo su sombrero se transformaba en un platillo volador”.

“El rabino levantó su sombrero, caminó hacia mí, pero antes de que alcanzara a abrir la boca, yo le dije con atrevimiento: ‘Shabat Shalom. ¿Su señoría quiere hacer kidush para nosotros o prefiere unirse a nuestro juego?’. Él no se puso nervioso. En cambio, me miró y preguntó: ‘¿Dónde están tus padres?’. Yo le respondí burlonamente ‘están muertos’”.

“El rabino me dijo: ‘Ven conmigo’. Para mí era como un juego. No sé por qué, pero fui con él. Pensaba en las bromas que haría con mis amigos cuando regresara. Llegamos a su casa. Él entró y yo lo seguí. Hizo kidush y me dio algo de beber. Luego me preguntó: ‘¿Tienes hambre?’. ‘Me estoy muriendo de hambre’, le respondí. El rabino le hizo una seña a su esposa y me hicieron un lugar en la mesa y me trajeron comida. Comí como si fuera una persona que no ha visto comida en toda una semana. El rabino comió muy poco. Él simplemente me vio comer y dijo unas pocas palabras. Años más tarde entendí que probablemente yo me había comido también su porción”.

“Cuando terminé de comer, él me preguntó: ‘¿Estás cansado?’. ‘Estoy exhausto’, le respondí. El rabino me dio una cama y yo inmediatamente me dormí. Cuando me desperté era Motzei Shabat. El rabino me preguntó: ‘¿Qué quieres hacer ahora?’. ‘Me encantaría ir al cine a ver una película, pero no tengo dinero’, le respondí. ‘¿Cuánto cuesta una entrada?’, me preguntó. ‘Una lira y media’, le dije. El rabino me dio una lira y media y se despidió de mí, pero no sin antes decirme: ‘Vuelve mañana’”.

Tan sólo debes amarlos como si fueran tus propios hijos, y entonces tendrás éxito.

“Volví al día siguiente, y al siguiente, y al siguiente. Comí y obtuve dinero para el cine día tras día. Eventualmente descubrí que había otros 12 niños como yo, a quienes el rabino había tomado de la calle y que iban a comer a su casa. Comencé a apegarme mucho a él. Él comenzó a enseñarme sobre judaísmo, y yo no quería ser malagradecido, así que lo escuchaba. Aprendí sobre lavarse las manos antes de comer, sobre los rezos y sobre las leyes de Shabat. Él me compró un par de tefilín y se sentó a estudiar conmigo jumash, mishná y halajá. Gracias a él yo eventualmente fui a una Ieshivá, recibí mi ordenación rabínica y, como puedes ver, me convertí en un dayán. Él me casó, casó a mis hijos y fue el sandak en el brit de mi nieto”.

Y cuando estaban llegando a Tiberias, el anciano finalizó su historia.

“Así que no te des por vencido en tu labor”, le dijo a Elisha. “Mira dónde comencé yo y en qué me convertí. Tan sólo debes amarlos; ámalos como si fueran tus propios hijos y entonces tendrás éxito”.

La gente comenzó a prepararse para bajar del autobús y Elishá consiguió hacer una última pregunta antes de que se despidieran. “¿Cuál era el nombre del rabino que te acogió?”.

“¿Por qué me preguntas cuál era su nombre? Él aún está vivo y muy activo, gracias a Dios, a pesar de que tiene 92 años de edad”, le dijo. “Su nombre es Rav Ovadia Yosef”.

********************************

CERCANO A CUMPLIR LOS 30 DÍAS DE FALLECIMIENTO DE ESTE TSADIK Z”L. sHLOSHIM 30 DÍAS (6.11.2013)