terça-feira, março 21, 2017

Pêssach e a sua essência



Pêssach e a sua essência


Desde séculos, os cabalistas têm entendido que para atingir um nível de iluminação e conhecimento, temos que abandonar as explicações tradicionais dos adeptos da assim chamada corrente principal e retornar ao significado e propósito da festividade. Os sábios confiaram nas leis de causa e efeito para quebrar os muros de idéias erradas que têm prevenido tantas pessoas de tomarem proveito da riqueza e positividade que a festa de Pêssach tem para oferecer. A significação de Pêssach é resultado e efeito do mês hebraico de Nissan (provem da palavra Nes = Milagre), que é a causa primária da liberdade que é tão freqüentemente associada com esta festa especial. Portanto, não há razão para celebrar tradicionalmente Pêssach como a ocasião que marca a libertação do Povo Judeu.
Pêssach nos proporciona uma oportunidade de perceber que podemos e devemos hoje alcançar liberdade irrevogável em nossas vidas individuais.
A servidão à qual estamos sujeitos vem de várias formas: uma pessoa ou um país pode estar sobrecarregado pelo peso de dívidas. Um casamento pode ser uma fortaleza que alguns tentam deixar e na qual outros querem entrar. Podemos nos livrar da servidão da insegurança, da carência, do medo, dos litígios. As muitas faces da servidão enchem nossa vida, não reconhecida como tal. Perdemos noção do amanhã. Podemos ser escravos ao penhorar nossa esperança.
Quando há esperança no coração, mesmo num momento difícil e triste, um melhor amanhã surge no horizonte, levantando o espírito e sustentando os passos.
Estamos cegos para os aspectos e as situações nas quais não precisam ser necessariamente partes do quebra-cabeça de nossas vidas. Porque não enxergamos os verdadeiros horizontes. Pêssach nos libera das ataduras de nossa capacidade de enxergar.
Às vésperas do primeiro Pêssach da História, quando D'us prometeu que a redenção viria, Ele usou a seguinte expressão: "Farei um pedut entre Meu povo e os egípcios" (Shemot VIII:19). Há divergências entre os comentaristas sobre a tradução de pedut, se quer dizer "separação" ou "libertação". Na verdade, veremos que é a combinação de ambas.
Mais adiante na Toráh, Rashi nos ensina que há um amanhã imediato e um a longo prazo. Em termos gerais, todos os povos sonham com a Redenção, assim como o escravo sonha com sua liberdade.
A chave que destranca as portas da cadeia mesma que nos prende longe da libertação que teve lugar no Egito há tantos anos atrás pode ser encontrada no livro do Êxodo, na Bíblia. "Esse mês será para vós princípio dos meses, seja ele para vós o primeiro dos meses do ano" (Êxodo, 12:2). Esta é a primeira menção Bíblica como o Rosh haChodashim, o primeiro, a cabeça, ou a fonte de todos os meses. As palavras chaves no versículo do Êxodo citado são "para vós". Com esta frase, o controle  e o conceito de liberdade mudou na época do Êxodo, do Egito, deixando os filhos de Israel, e com eles toda a humanidade, em controle.
Toda pessoa cuja vida seja obscurecida pela miséria busca a luz no horizonte distante, porque não compreende que livre se é quando se muda. A questão é, se está apenas preocupada com o imediato, em curto prazo, ou traçou metas maiores na vida. Será que leva também em conta o amanhã distante ou sua visão é limitada somente àquilo que enfrenta no momento? Ocorre-lhe incluir dias mais felizes para os que ainda nascerão?
Verdadeiros fundadores de nações sempre pensam mais à frente de sua geração, inspirados pela idéia de que estão estabelecendo uma república para o futuro, com base nos princípios e ideais de liberdade e justiça para todos.
Quando o Todo-Poderoso prometeu a redenção de nosso povo, não tencionava abranger apenas o futuro visível. Ele foi muito mais além; D'us tinha em mente o grande e glorioso amanhã, que garantiria a liberdade para toda a humanidade, em época de benevolência, livre de qualquer sofrimento, com todos cumprindo Sua lei.
Agora é possível entender melhor a tradução de pedut - separação e liberdade; na verdade uma coisa só. A "Separação" nos ensina que há uma diferença básica entre o conceito de liberdade apenas para romper as correntes imediatas, e a outra imagem exaltada de liberdade que pretende libertar o homem para sempre.
Esta liberdade só é eficaz quando regida pela lei e justiça, pela Toráh e seus ensinamentos eternos. Isto é válido para qualquer pessoa, em cada lugar e em todas as épocas.
Este é o mapa completo para todos os tempos ainda por vir.
Possamos expandir nossos horizontes, dedicando-nos a trazer liberdade e paz para os que estão distantes e conforto para o próximo.


quinta-feira, março 16, 2017

Leyes de Pesaj: Las primeras cuatro



Leyes de Pesaj

1. Se comienza a estudiar las leyes de la fiesta de Pesaj treinta días antes de que ésta comience. También en el día de Yom Tob mismo hay que estudiar las leyes pertinentes al Jag que se está celebrando. (Shuljan Aruj y Mishna Brura 429,1)
2. Hay opiniones que sostienen que esta ley –que hay que empezar a estudiar las leyes del Jag treinta días antes de él empezar-  se aplica en todos los Jaguim y hay otras opiniones que dicen que esta ley solo se aplica en Pesaj debido a que Pesaj incluye muchas halajot de cosas que solo pueden ser hechas antes que comience el Jag. Sin embargo, en el resto de los Jaguim es suficiente empezar a estudiar sus leyes solo algunos días antes que empiecen. (Mishna Brura ahí)
3. No se dice "tajanun" en todo el mes de Nisan. Además, según el Shuljan Aruj está prohibido anunciar ayunos en público y de acuerdo al Rama incluso personas que quieren ayunar no pueden hacerlo. Esta prohibición se extiende incluso para aquellos que acostumbran a ayunar en el día que falleció el padre o la madre. Las únicas excepciones son ayunos por "taanit jalom" (que se realiza cuando la persona tiene un mal sueño) y "taanit bejorot" (el ayuno de los primogénitos que se hace en la víspera de Pesaj). (Shuljan Aruj y Mishna Brura 429,2)
4. La razón de esta costumbre es porque la mayor parte de los días del mes tienen "kedusha" (santidad) y no se dice en ellos "tajanun" ni se ayuna: el primero de Nisan fue levantado el "mishkan" (tabernáculo) en el desierto y a partir de ese día comenzaron los "nesiim" (príncipes) de cada tribu a traer korbanot (sacrificios). Durante doce días cada nasii (príncipe) trajo un korban (sacrificio), y el día que traían el korban era considerado como un Yom Tob. Luego viene el 14 de Nisan, que es la víspera de Pesaj y los siete días de Pesaj, y por cuanto estos días festivos constituyen la mayoría del mes, acostumbramos a no decir "tajanun" ni ayunar durante el resto del mes también. Sin embargo, hay otra opinión que sostiene que acostumbramos a no decir "tajanun" ni a ayunar en los días posteriores a Pesaj por lo que acontecerá en el futuro, ya que el tercer Bet Hamikdash será construido en el Yom Tob de Pesaj y su inauguración será hecha después de Pesaj durante siete días (Shuljan Aruj, Mishna Brura y Kaf Hajaim ahí).

domingo, março 12, 2017

LA ETERNIDAD DE PURIM



SOBRE LA ETERNIDAD DE PURIM


Pregunta: ¿Es correcto que las festividades, a excepción del día de Purim quedarán nulas en el futuro? Acaso la Torá no es Eterna, así como todos sus preceptos?

Respuesta: El Talmud Yerushalmi afirma que todas las palabras de los profetas así como los escritos en el futuro quedarán nulos, a excepción de lo escrito en los cinco libros de Moshe. Pero tampoco la Meguilat Esther se anulará en el futuro, como aprende el Talmud de los versículos. E incluso el festejo de Purim permanecerá aun cuando todos los demás festejos caducarán (Midrash Mishle).

Y escribe el RaMbaM (Leyes sobre la Meguiláh, al final): Todos los libros de los profetas y los escritos quedarán nulos en la época del Mashiaj, a excepción de la Meguilat Esther, la cual permanecerá como los cinco libros de Moshe y como las leyes orales de la Torá las cuales nunca se anularán. Y aun cuando el recuerdo de todas las desgracias de Israel se anulará, los días de Purim (que comenzaron con una angustia) nunca se anularán, como está escrito: Y los días estos de Purim no pasarán de los judíos y su memoria no se removerá de su simiente.

El Raaba”d (Rabí Abraham ben David s. XI) disiente del RaMbaM y considera que aún los libros de los profetas no quedarán nulos en el futuro, pues también ellos contienen enseñanzas de la Torá oral. Sino la intención del citado Midrash es que aun cuando el precepto de leer públicamente los libros de los profetas (después de cada porción semanal de la Torá) se derogue, la lectura de la Meguiláh en público no se anulará. Y ya numerosos comentaristas interpretaron la afirmación del RaMbaM en el mismo sentido que el Raaba”d.

El Rashb”a (Rabí Shelomo ben Aderet s. XIV) en una de sus responsas (cap. 93) escribe que la intención del mencionado Midrash es que existe un compromiso por parte del Eterno, y es que aun cuando –D-os no lo permita- las festividades pueden anularse debido a los pecados del pueblo de Israel, ya que no existe ningún compromiso por parte de D-os de que el pueblo guardará eternamente las festividades, con respecto a Purim poseemos la certeza de que en ninguna generación se anulará totalmente la festividad de Purim, pues, como afirma el versículo arriba citado Su memoria no se erradicará de su simiente.