quinta-feira, outubro 30, 2014

Shema Israel: Continuação

Leitura do Shemá Israel

shema israel


  • Como vimos nas halachot (leis) sobre Keriat Shemá (Leitura do Shemá), deve-se ter kavaná (concentração e atenção) de que se está lendo os dizeres do Rei Criador do universo. Além disso, deve também haver um esforço para considerar e sentir como se a leitura das palavras fosse inaugural, apesar de serem trechos bem conhecidos, já que são lidos diariamente.

  • A pronúncia das palavras – e até de cada letra – deve ser minuciosamente correta, tanto ao recitar o primeiro versículo quanto ao ler os três capítulos que compõem a Keriat Shemá. Por exemplo, não confundir letras com pronuncias parecidas: א – ע ou כ – ח . A pessoa deve ouvir as palavras que recita, embora aquele que acabou por não proceder desta forma tenha cumprido sua obrigação. Quem, porém, apenas leu, sem emitir a voz, não cumpriu a obrigação da Keriat Shemá.

quarta-feira, outubro 29, 2014

Shema Israel

O que pensar no Shema Israel

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  • Pergunta: o que se deve pensar quando se lê o Shemá Israel?
  • Resposta: ao recitarmos o primeiro versículo da Keriat Shemá – “Shemá Israel Hashem Elokeinu Hashem Echad” –, recebemos sobre nós o jugo do reinado Divino. É preciso, portanto, ter concentração e atenção às palavras deste versículo e quem não tomou esse cuidado não cumpriu a obrigação, devendo repeti-lo. A pessoa deve ter em mente o significado simples do versículo: “Ouve Israel (receba e entenda, povo de Israel), o Eterno (o Onipresente) é nosso D’us (Onipotente e Contundente), o Eterno é Um (o único que reina sobre todo o universo, sobre os quatro pontos cardeais).

terça-feira, outubro 28, 2014

Tefiláh - Oração

Tefiláh – Oração

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“A nossa ajuda está no Nome do Senhor, Criador do céu e a terra”  (Salmo 124:8)

A palavra “Tefiláh” deriva do verbo “Pilel” que significa meditar, porque a oração deve ser fruto de meditação e não uma repetição morta de um conjunto de preces herdadas, mas, um ato de vida interior. Orar, significa erguer a alma em direção a D’us, despejar todo o próprio coração nas antigas preces, avisinhar-se à antiga chama que Israel acende em qualquer lugar. Orar significa unir a própria alma a todos os sofredores e a todos aqueles que oram da antiga estirpe, da estirpe que sofre e espera como nenhuma outra no mundo. Orar significa ter a consciência viva da própria pequenez e da grandeza daquele, para o qual o nosso espírito anseia. A oração é um “impulso” da alma que está cansada de ser pobre e pequena, que está cansada de ser prisioneira de coisas terrenas. É o grito de uma espiritualidade sedenta de unir-se à fonte da qual emana, com o espírito do Senhor, com o espírito sagrado que tudo ilumina, que tudo aquece, que tudo vivifica, que encontra sua sede no universo inteiro, assim como em cada oração que, despedaçado e humilde, vai em busca de seu Pai nos céus.

Orar significa meditar, e cada alma que medita ora. Às vezes a prece emana livremente, a alma transborda, tudo o que há nela de verdadeiramente grande, de nostalgia, de sede do Eterno, de desejo do sublime, se reveste de palavras simples e humildes, ou ressoa num gemido, ou então brilha numa lágrima. Outras vezes a alma vai em busca daqueles que oraram há séculos, há milhares de anos, e é assim que a prece une além dos vivos aos vivos, como também estes àqueles que se foram.

É nisso que está precisamente a potência intima da oração. Ela está invadida por um espírito sagrado e eterno, o seu reino é infinito, vai além dos limites do tempo e do espaço, desperta os vivos e desperta os mortos. Esse desejo de repetir, mas, não somente de repetir, mas de reviver as orações dos extintos, de tornar a sentir seus estados da alma, de provar novamente as suas supremas dores no sentirem-se pequenos e pobres, de despertar seu supremo amor, o amor de D’us, tudo faz com que alegremente, abramos o livro das antigas preces, aí reencontraremos os nossos antepassados, e nós mesmos, fundidos todos numa grande união espiritual.

Com o conhecimento racional e contínuo de nossas orações que contém a essência mais sublime da bondade, generosidade e boa disposição para com todos os povos, as nossas sinagogas evitariam a perda de muitos adeptos.

Reconheço que não é tão fácil à tradução dos livros de orações,comparando-a com o original em hebraico. Não é uma tradução literária para responder literariamente a seu original, porém, ela nos dá claramente uma idéia exata a do original em hebraico, tudo em não sendo traduzido com propriedade mística o sentido da mesma por não ter uma tradução possível, a fim de render serviço ao culto divino e a meus irmãos em geral.

Queridos Mitpalelim (participantes ou freqüentadores dos Serviços de Orações), que nos instantes de nossa profunda reflexão interna, provoque que a oração nos de lugar a meditar, que o sidur, o livro de orações, seja um elo com Nosso Criador e com nós mesmos.

Que D’us os Abençoe a todos, todos aqueles que buscam na simplicidade das orações, a conexão com Ele, e que seus méritos se multipliquem para que sigam iluminando

“Confia tu no Senhor; anima-te, e fortalece o teu coração; confia, pois, no Senhor” (Salmos 27:14)

sexta-feira, outubro 24, 2014

Welcome to the Shabbat Project 2014

Halajá of the Day

30 Tishri, 5775

Rosh Jodesh Mar-Jeshvan
Parashat Noaj

 

Noaj fue el padre de la tecnología moderna. No sólo porque  construyó la primera nave capaz de navegar los mares, sino también porque, según el Midrash, Noaj inventó la máquina de arar, es decir, el arado de hierro.

Como todos sabemos, este avance tecnológico, a pesar de sus muchas ventajas, no hizo que la sociedad pre-diluvio haya sido una sociedad mejor. Por el contrario. Esta nueva tecnología trajo destrucción. Una vez que los hombres aprendieron cómo trabajar el hierro, fueron capaces de producir armas mortales. La anarquía y la violencia (en hebreo bíblico "hamas") se tornaron tan prevalentes que HaShem decidió recomenzar la civilización humana...
La tecnología moderna es realmente increíble. Entre ayer a la noche y esta mañana, mi esposa Coty y yo recibimos docenas de fotos digitales en nuestros correos electrónicos y whatsapps. Hemos visto con nuestros propios ojos, casi en tiempo real, cómo decenas de miles de mujeres judías, desde Argentina hasta Montreal, desde Australia hasta Shanghai, desde Sudáfrica hasta Rusia, literalmente en todo el mundo judío, preparaban sus JALOT para este Shabbat tan especial.

La tecnología es increíble. No puedo dejar de pensar que el éxito de este extraordinario Shabbat Project internacional, iniciado por el distinguido Gran Rabino de Sudáfrica, el rabino Warren Goldstein, fue en parte posible gracias a Facebook, Whatsapp, y Youtube, que ayudaron a que la idea de observar un Shabbat todos juntos se transforme en una idea "viral". La misma tecnología que tanto se utiliza para cosas negativas (ultra-materialismo, odio, violencia y promiscuidad) fue utilizada estas semanas por el pueblo judío para difundir y promover la observancia Global del Shabbat.

Pero hay más que eso. La administración positiva de la tecnología moderna no depende sólo de promover los contenidos correctos. Nosotros los judíos tenemos una herramienta secreta que nos protege contra los efectos-secundarios negativos de la tecnología (sobre todo, de su dependencia): "El Shabat".

Me voy a explicar. Piense por ejemplo en los smartphones. La tecnología celular se ha convertido en algo peligrosamente adictivo. En las escuelas, los profesores y los educadores no tienen la menor  idea de cómo evitar que los estudiantes se distraigan de forma permanente con sus teléfonos celulares. Los padres ven con impotencia cómo sus niños pequeños prefieren tomar en sus manitos los iphones y ipads, en lugar de las manos de sus mayores. "La ansiedad de la separación" (separation anxiety) un concepto que se solía usar en psicología  para definir la angustia que sufren los niños cuando se separan de sus padres, define hoy el trauma de los adolescentes cuando se separan accidentalmente de sus celulares! Nadie sabe cómo evitar esta dependencia  tecnologica.

Parte de la experiencia de este Shabbat es que millones de teléfonos móviles se desactivarán este viernes a la tarde. Millones de judíos descubrirán (o re-descubrirán) que cuando entramos en el modo de Shabbat, adquirimos "el poder de la desconexión".  Probablemente, el poder más importante que uno puede poseer en nuestros días.

Este sábado por la noche, no esperen que les lleguen miles de fotos de las hermosas cenas de Shabbat que este viernes al a noche se celebraran en los hogares judíos alrededor del mundo. Los aromas de este Shabbat, las imágenes de millones de familias en todo el mundo con sus invitados alrededor de la mesas de Shabbat, los sentimientos de felicidad de saber que AM ISRAEL está observando un Shabbat en conjunto, todas estas imágenes estarán muy por encima del poder de un simple video de youtube. Estas memorias serán inmortalizados por nuestros corazones y serán atesoradas por nuestro Creador, como un gran mérito (zekhut) para nuestra generación y para todos los que hicieron este Shabbat Project posible.

Este viernes, antes de la puesta del sol, digale adiós a su teléfono celular; encienda las velas, y capture con los 94,5 Megapixels de sus ojos cada imagen de lo que promete ser uno de los  Shabbatot más memorable de la historia judía moderna.

SHABBAT SHALOM!!

Rabbí Yosef Bitton

HOY, 18 MINUTOS ANTES DE LA PUESTA DEL SOL, COMENZARA UN SHABBAT MUY ESPECIAL, QUE SERA OBSERVADO POR MILLONES DE JUDIOS EN TODO EL MUNDO

https://www.youtube.com/watch?v=EvCAMzLknEQ

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Welcome to the Shabbat Project 2014

Let's keep it together!!!

quinta-feira, outubro 23, 2014

El Shabbat Project: Haciendo historia

El Shabbat Project: Haciendo historia

Cuando caiga el atardecer del 24 de octubre, cerca de un millón de personas a lo largo de todo el mundo participarán de esta extraordinaria iniciativa.

 

Shabat Shalom buen fin de semana

Paula Abdul y Mayim Bialik, la estrella de la serie de televisión The Big Bang Theory, se han unido a premios nobel, estrellas deportivas, un ex candidato a la vicepresidencia de Estados Unidos y a miles de judíos de todas las nacionalidades, etnias y niveles de observancia quienes, en menos de una semana, se unirán en 340 ciudades a lo largo del mundo para lo que podría ser el Shabat más extraordinario de la historia judía...

En Melbourne, un profesor de sociología de la Universidad de Monash ha realizado un estudio en profundidad de la comunidad judía local para focalizar mejor los esfuerzos, mientras que una veintena de comités y subcomités intentan asegurar que la iniciativa llegue hasta incluso el último judío del estado de Victoria, Australia. Se estima que cerca del 50% de los 60.000 judíos que constituyen la comunidad local formarán parte de la iniciativa.

En Buenos Aires, donde toda organización judía, escuela o sinagoga de la ciudad se ha adherido al proyecto, se espera que más de 10.000 personas asistan al gigantesco Concierto de la Unidad de Havdalá que se ha organizado con la ayuda del gobierno argentino, el cual será transmitido por televisión nacional.

En Miami, un equipo de expertos ha perfeccionado una revolucionaria receta para una jalatón que se realizará el jueves por la noche y que se espera atraiga a miles de personas, mientras que los alumnos universitarios han invitado a cientos de compañeros de todas partes, desde Florida a Miami Beach, para el colosal shabatón; y el rabino local de Jabad instaló una carpa gigante junto a su sinagoga ofreciendo una generosa comida de Shabat para todas las personas del área que quieran respetar este Shabat.

En Canadá, donde incluso el Primer Ministro Stephen Harper apoya la iniciativa, han aparecido afiches en todas partes de Toronto, mientras que un gigantesco cartel de luces de neón fue instalado recientemente en el Times Square de Nueva York.

También se instalarán carteles en cientos de buses Egged y en transitadas carreteras y avenidas a lo largo de Israel, donde el quipo local ha lanzado recientemente la aplicación de teléfonos inteligentes #Keeping it Together, la cual incluye todo lo que uno necesita saber para respetar Shabat y está programada para poner el teléfono de los usuarios a dormir durante la duración de Shabat. Mientras tanto, la cadena israelí de supermercados Rami Levy estará ofreciendo "jalá por un shekel y vino por cinco shekels" esta semana.

Hasta ahora, más de 60.000 palabras de material de apoyo han sido adaptadas a versiones Ashkenaz, Sefard y Arí, y han sido traducidas al inglés, hebreo, ruso, español, alemán, francés, italiano y portugués. La reciente impresión de la "Guía no oficial" para respetar Shabat y del "Kit de herramientas" (el cual probablemente viste en tu sinagoga local durante Iom Kipur) fue probablemente una de las más grandes de la historia judía.

La página del proyecto ha recibido 14 millones de visitas en lo que va del año y el viernes pasado más de 8.000 personas trataron de inscribirse al mismo tiempo, haciendo colapsar el servidor. Cuando caiga el atardecer del 24 de octubre, cerca de un millón de personas a lo largo de todo el mundo participarán de esta extraordinaria iniciativa.

Judíos de todos los tipos —religiosos y seculares, jóvenes y ancianos, provenientes de todas las esquinas del mundo— se han unido para experimentar un Shabat juntos.

De una manera sin precedentes, ganadores de premios nobel, escritores, políticos, deportistas, músicos y celebridades se han unido a reverenciados rabinos para dar su apoyo y expresar públicamente su compromiso con la causa. Hong Kong y Tokio se han unido a la iniciativa, al igual que Lima y Manila, Addis Ababa y Abuja, Vilna y Venecia. Estas ciudades se han unido a más de 50 ciudades en Israel, a más de 100 ciudades de Estados Unidos y a las más de 340 ciudades de 35 países del mundo.

Bienvenidos al Shabbat Project.

Primero Sudáfrica, ahora el resto del mundo

El concepto es simple: judíos de todos los tipos —religiosos, seculares, tradicionalistas, jóvenes y ancianos, provenientes de todas partes del mundo— unidos para experimentar un Shabat juntos, en completa conformidad con la ley judía.

El Shabbat Project fue introducido en Sudáfrica en el 2013 con efectos realmente sorprendentes. En el Shabat en el cual se realizó, cerca del 70% de los 75.000 judíos del país respetaron Shabat, la mayoría de ellos por primera vez en sus vidas. Pero quizás lo más significativo fue que la iniciativa acercó a la gente en formas nunca antes vistas.

Luego del evento, muchos escribieron desde distintas partes del mundo pidiendo replicar la iniciativa en sus propias ciudades y comunidades. Y de esta forma nació el Shabbat Project internacional.

Ha sido descrito como un "experimento sin precedentes en la historia judía moderna", y como "la iniciativa de unidad judía más ambiciosa que se haya intentado", cuyos preparativos finales están siendo febrilmente coordinados por cerca de 1.500 voluntarios en 340 ciudades a lo largo del orbe.

"El Shabbat Project es una oportunidad para el mundo judío de respetar un Shabat juntos, desde el viernes 24 de octubre justo antes del atardecer hasta el anochecer del sábado, cuando hayan salido las estrellas de la noche del 25 de octubre", dijo el rabino en jefe de Sudáfrica, Dr. Warren Goldstein, quien ideó el Shabbos Project el año pasado en Sudáfrica y cuyas ideas y visión han permitido que el proyecto se torne en una iniciativa mundial en el 2014. "La belleza de esto es que es sumamente práctico y manejable. Es sólo un Shabat. Es algo que todos pueden hacer".

El Shabbat Project no se trata sólo de realizar un acto simbólico para reconocer el Shabat, sino que se trata de respetarlo en su completitud. Para Goldstein, la autenticidad lo es todo.

Respetándolo juntos

El lema del Shabbos Project, "Respetándolo juntos", encapsula los dos ideales de la iniciativa: unidad y bienestar.

"Respetarlo juntos significa respetar nuestras vidas juntos", explica Goldstein. "Obviamente hay buena comida, descanso y relajo que uno espera en Shabat, pero hay mucho más que eso. Shabat nos renueva, no sólo en un sentido físico, sino que también en un sentido emocional y espiritual, de forma que emergemos el sábado por la noche como seres humanos renovados que están listos para enfrentar la nueva semana con todos sus desafíos y oportunidades".

"Respetarlo juntos" es una alusión a los poderes restaurativos únicos —la oportunidad de tener un profundo rejuvenecimiento físico, emocional y espiritual— que ofrece el experimentar Shabat de forma plena. Esto es especialmente relevante en el mundo moderno, en el cual la sociedad es constantemente bombardeada por la tecnología y en el cual lo realmente importante por lo general es relegado a un segundo plano.

"Shabat puede mantenernos unidos en una sociedad en la que todo parece estar intentando separarnos".

"Una tranquilidad e intimidad únicas permean nuestros hogares en Shabat", dice Goldstein. "Nadie tiene que contestar el teléfono o salir corriendo. Nadie se distrae por las pantallas repletas de información y entretenimiento que saturan nuestro mundo. Nos sumergimos en un increíble e ininterrumpido paraíso de amor y conexión, el cual nos permite apreciar y enfocarnos en lo que tenemos en nuestras vidas".

Goldstein cree que Shabat tiene un poder y resonancia especial para nuestros tiempos.

"Shabat nos permite dejar de lado momentáneamente las distracciones, demandas y presiones de la vida cotidiana, ofreciéndonos el tiempo y espacio para renovar nuestro interior y para revisar y reforzar nuestras relaciones más importantes", dice Goldstein. "Shabat puede mantenernos unidos en una sociedad en la que todo intenta separarnos".

"Va a ser genial"

Mayim Bialik, la neurocientífica y actriz que ha sido nominada tres veces a los premios Emmy por su rol en The Big Bang Theory, ha escrito extensamente sobre la importancia de pasar tiempo cara a cara con la familia cuando no estamos trabajando, específicamente sobre la lección de Shabat en relación a designar un día a la semana que esté libre de los atavíos de la tecnología.

Durante las últimas semanas, Bialik se ha transformado en una orgullosa y activa embajadora del Shabbos Project. En una reciente publicación, Mayim hizo un llamado a sus miles de fanáticos alrededor del mundo a "probar un Shabat", asegurándoles que "va a ser genial de la forma más pacífica, tranquila, restauradora y unificadora posible".

La animadora de televisión estadounidense y jueza en los programas de televisión American Idol y X Factor, Paula Abdul, también se ha unido a otros cantantes internacionales (incluyendo a la ganadora de un premio Grammy Lisa Loeb y al cantante Alex Clare) para apoyar a la causa.

"Shabat es muy importante para mí porque de cierta forma es mi Club Med en la vida", reflexionó Abdul en una reciente entrevista. "Sé que cuando llega Shabat, puedo ser yo, sin paparazzis y sin invasiones a mi privacidad. Siempre puedo mirar con ansias hacia el final de la semana y decir 'gracias a Dios tengo Shabat'".

"Vivimos en un mundo en el que las redes sociales y nuestros trabajos nos sacan de las zonas de confort más básicas del ser humano, como lo son estar con la familia, disfrutar de la compañía humana y conectarnos con Dios sin interrupciones del teléfono o de la televisión".

Abdul llama al Shabbos Project "una iniciativa fenomenal... que puede traer a todos de vuelta a su felicidad interior, uniendo a los judíos y preservando nuestras tradiciones, nuestras familias y nuestra santidad".

El boxeador Dmitry Salita es otro campeón del Shabbos Project.

"Shabat te da la oportunidad de tomar un profundo respiro de aire fresco y te ayuda a entender que hay otra dimensión en la vida fuera de las tareas y responsabilidades cotidianas", dice el campeón de peso mediano de la WBA e IBF, quien ha apoyado al proyecto junto a otros famosos deportistas como el jugador de baloncesto Tamir Goodman (el "Jordan judío") y el ex jugador del equipo de fútbol americano Miami Dolphins y ganador del Super Bowl, Alan Veingrad.

"Shabat es una oportunidad para enfocarnos en otro conjunto de responsabilidades", dice él. "Es un tiempo para estar con los amigos y la familia, un tiempo para enfocarnos en nuestra relación con ellos y con Dios. Es un tiempo para desconectarnos de las siempre apremiantes cargas de la vida diaria. En Shabat no puedes contestar tu teléfono o encender tu televisión; pero esto es en realidad lo que hace que la experiencia sea tan santa y especial".

El senador estadounidense Joe Liberman también ha aparecido públicamente brindando su apoyo a la iniciativa.

"Me sorprendí muchísimo cuando me enteré de lo que sucedió el año pasado en Sudáfrica, con esta idea de reunir a la mayor cantidad de judíos posible de todos los niveles de observancia y no observancia para que se comprometan a dejar todo de lado por 25 horas y respetar este Shabat juntos...", dijo el autor de El regalo del descanso (2011), un recuento de la travesía espiritual de Liberman por los pasillos del poder y un conmovedor testamento de cómo Shabat enriqueció no sólo su vida personal sino que también su carrera profesional.

"Al ver los videos quedé atónito con el profundo sentimiento de comunidad que se generó en la gente como resultado de esta experiencia. Estoy muy excitado de que Goldstein y su equipo estén haciendo esto... creo que el pueblo judío necesita el Shabbos Project en este momento de nuestra historia".

Liberman obviamente está haciendo alusión al significado de "respetarlo juntos", la experiencia unificadora de literalmente respetar Shabat juntos, como un sólo pueblo judío, y como individuos, familias y comunidades a lo largo de todo el mundo, de forma simultánea.

Hasta ahora, la gente pareciera estar respondiendo al factor de la unidad más que a cualquier otro. Es más, uno de los aspectos únicos del Shabbos Project es que todas las diferencias —las denominaciones, afiliaciones, ideologías y diferencias políticas— son puestas de lado.

Y el mensaje no puede venir en un momento más propicio.

"En este momento", dice Goldstein, "luego de la Guerra de Gaza, y de la presión que sintieron los judíos en todo el mundo por causa de ésta, el Shabbos Project nos ofrece una oportunidad única en la historia para engendrar un nuevo tipo de unidad e identidad judía. Los judíos a lo largo del mundo estaremos haciendo esto juntos. El poder de esa experiencia compartida es inimaginable".

El Shabbos Project internacional tendrá lugar en todas partes del mundo en el Shabat de parashat Noaj, el 24/25 de octubre del 2014. Para más información o para inscribirte, visita http://es.theshabbosproject.org.

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Agradecemos la valiosisima colaboración de: Simón Apfel

Vídeo Inspirador para o shabat

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Queridos Amigos

Um vídeo lindíssimo sobre o que é vivenciar o shabat,

Assista o vídeo abaixo para entrar no clima de shabat (legendas em português).

https://www.youtube.com/watch?v=ojA-CpgURy0#t=232

Aproveite e participe do Shabat Mundial comparecendo cada um a sua sinagoga

Não deixem passar a oportunidade

Shabat Shalom

terça-feira, outubro 14, 2014

Hoshaná Rabbáh:


Hoshaná Rabbáh
 


·  Hoje à noite entraremos no sétimo dia de Sucot. Esse dia chama-se Hoshaná Rabá, quando se costuma rodear a “bimá” (mesa de leitura da Torá) das sinagogas com as aravot (plural de aravá), a espécie das quatro de Sucot que mais necessita de água para crescer. O costume baseia-se no fato de este ser o principal dia de julgamento do mundo, no ano que se inicia, com relação à água – essencial para a vida humana e demais seres vivos.

·  Os Sábios escreveram e o Zôhar se estendeu em confirmar que é em Hoshaná Rabá que se encerra de fato o processo judicial carimbado em Yom Kipur. Neste dia, escrevem-se as páginas de sentenças de cada pessoa que são levadas pelos anjos para a aplicação dos decretos nelas contidos. Assim, este é sem dúvida um dia propício para se fazer Teshuvá (arrependimento e conserto).