domingo, dezembro 18, 2011

Misceleneas de Chanucáh

Joias de Chanucáh

O nome Chanucá, que significa consagração, também pode ser dividido em duas palavras menores. A primeira palavra , chanú, significa eles acamparam ou descansaram; a segunda palavra simboliza o o número 25. O nome da festa contém a data do seu próprio feriado: os macabeus descansaram no dia 25 de Kislêv.

A diferencia entre Menorá e Chanukiá:

A Menorá era o candelabro usado no Templo. Tinha sete braços: três cada lado orientados para o braço central. Eles representavam os sete dias da semana e o Shabat no meio como o centro espiritual.
A menorá de Chanucá, chamada Chanukiá está composta por oito braços para as velas e um adicional chamado shamash que serve para acender aos demais.

Especialidades de Chanucá

Experimente látkes
5 batatas
1 cebola
2 ovos
sal e pimenta a gosto
2 colher de farinha de trigo
óleo para fritar
Ralar as batatas e a cebola. Misturar com os ovos e farinha de trigo. Temperar com sal e pimenta.
Retirar um pouco de massa e fritar em óleo quente até dourar.
Pensamento talmúdico

“ Cuida –te quando fazes chorar uma mulher, pois D”us conta as suas lágrimas. A mulher foi feita da costela do homem , não dos pés para ser pisada, nem da cabeça para ser superior, mas sim do lado para ser igual...debaixo do braço para ser protegida e do lado do coração para ser amada!”.

Alegre-se em Chanucáh veja:


domingo, dezembro 11, 2011

Cantar e alegrar-se em Chanucáh

Queridos amigos, com muitos de vocês compartilhei muitos Chanucás (acho que se deve dizer assim), com alegrias, com musicas, danças, e muita diversão, hoje muitos estamos longe no físico, porem não no sentimento.

Que vocês acham de imaginar-nos em um abraço virtual, e cantar esta canção que deve ser a essência do judaísmo?

Que nosso próximo Chanucáh estejamos muito mais unidos para cantar e divertir-nos, que possamos reinaugurar nosso pequeno Santuário, e fazer de nossas vidas, uma elevação e uma santidade.  




Festa das Luzes–Chag HaUrim

Chanucáh

Uma menoráh de Chanucáh tem oito braços numa fila reta de igual altura. O shamash (vela auxiliar), usado para acender a menoráh, é colocado mais alto ou à parte das outras. Uma menoráh que funcione com eletricidade pode ser usada como decoração de Chanucáh, mas não cumpre a mitsváh (conexão com D’us) de acendimento da menoráh.

Parte da mitsváh de Chanucáh é a divulgação do milagre de Xacoca, portanto colocamos a menoráh no batente oposto à mezuzáh, ou numa janela, claramente visível do lado de fora. Velas podem ser usadas, mas devido ao seu papel no milagre de Chanucáh, uma menoráh com azeite é especialmente significativa.
Na primeira noite de Chanucáh, reúna a família para o acendimento da menoráh. Antes de acender, recite a bênção apropriada. Utilize o shamash para acender a primeira vela, no extremo direito da menoráh.

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Na segunda noite, acenda uma vela adicional à esquerda da vela acesa na noite anterior. Repita o mesmo processo a cada noite de Chanucáh, onde a vela a ser acesa é sempre a nova, procedendo da esquerda para a direita. As velas devem arder durante pelo menos meia hora.
Se uma vela apagar durante o período em que deveria estar ardendo, deve ser reacendida. Na noite seguinte, os pavios e o azeite restantes podem ser reaproveitados.
A luz da Chanukiyá é sagrada e não pode ser utilizada para outro fim, como leitura ou trabalho.

Acendimento na véspera e após o Shabat

Na tarde de sexta-feira, acendemos as velas de Chanucáh pouco antes das velas de Shabat. (No Shabat, o sagrado dia de repouso, é proibido acender uma chama). A Chanukiyá não pode ser tocada ou removida depois de seu acendimento na sexta-feira até sábado após o anoitecer. No sábado, as velas de Chanucáh somente são acesas após o final do Shabat, depois que a prece de Havdaláh é recitada.

Luzes, velas, ação!

Primeiro, acende-se o shamash, depois pronuncia-se as seguintes bênçãos:
1. Baruch Atá A-do-nai, E-lo-hê-nu Mêlech Haolam, asher kideshánu bemitsvotav, vetsivánu lehadlic ner shel Chanucáh.

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Bendito és Tu, A-do-nai, nosso D'us, Rei do Universo, que nos santificou com Seus mandamentos, e nos ordenou acender a vela de Xacoca.
2. Baruch Atá A-do-nai, E-lo-hê-nu Mêlech Haolam, sheassá nissim laavotênu, bayamim hahêm, bizman hazê.

clip_image003[1]

Bendito és Tu, A-do-nai, nosso D'us, Rei do Universo, que fez milagres para nossos antepassados, naqueles dias, nesta época.
Na primeira noite ou pela primeira vez, acrescenta-se:
Baruch Atá A-do-nai, E-lo-hê-nu Mêlech Haolam, shehecheyánu vekiyemánu vehiguiyánu lizman hazê.

clip_image004[1]

Bendito és Tu, A-do-nai, nosso D'us, Rei do Universo, que nos deu vida, nos manteve e nos fez chegar até a presente época.

Em seguida, acendem-se as velas da Chanukiyá com o shamash, da esquerda para a direita. Após acender as velas, coloca-se o shamash à esquerda da Chanukiyá de modo que fique mais alto do que as chamas da Chanukiyá, e recita-se:

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Hanerot halálu ánu madlikin al hateshuot, veal hanissim, veal haniflaot, sheassíta laavotênu, bayamim hahêm, bizman hazê, al yedê cohanêcha hakedoshim. Vechol shemonat yemê Chanucáh, hanerot halálu côdesh hem, veen lánu reshut lehishtamesh bahen, êla lir'otan bilvad, kedê lehodot ul'halel leshimechá hagadol, al nissêcha, veal nifleotêcha, veal yeshuotêcha.

Nós acendemos estas luzes em virtude das redenções, milagres e feitos maravilhosos que realizaste para nossos antepassados, naqueles dias, nesta época, por intermédio de Teus sagrados sacerdotes. Durante todos os oito dias de Xacoca, estas luzes são sagradas, e não nos é permitido fazer qualquer uso delas, apenas mirá-las, a fim de que possamos agradecer e louvar Teu grande nome, por Teus milagres, Teus feitos maravilhosos e Tuas salvações.

domingo, novembro 20, 2011

Nossa Herança

O Legado Eterno

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Em torno de 1995 um judeu que trabalhava como executivo de propaganda teve uma idéia. E se o The New York Times – considerado o jornal mais importante do mundo – publicasse semanalmente o horário de acendimento das velas do Shabat? Certamente alguém teria de pagar pelo espaço. Mas imagine o orgulho e a conscientização judaica que resultariam de uma menção tão importante do Shabat judaico toda semana. Ele entrou em contato com um filantropo judeu e expôs a ele a idéia. Custava quase dois mil dólares por semana, mas ele o fez. E durante os próximos cinco anos, a cada sexta-feira, judeus em todo o mundo podiam ver: “Mulheres Judias: O horário para o acendimento das velas de Shabat nesta sexta-feira é…”

Por fim o filantropo teve de cortar alguns de seus projetos. E em junho de 1999, o pequeno anúncio de Shabat deixou de aparecer no New York Times, e a partir daquela semana nunca mais apareceu de novo. Exceto uma vez.

Em 1º de janeiro de 2000, o The New York Times publicou uma Edição do Milênio, Era um tema especial mostrando três primeiras páginas. Uma tinha as notícias de 1º de janeiro de 1900.

A segunda mostrava as notícias do próprio dia, 1º de janeiro de 2000. E então a terceira primeira página… Projetando futuros eventos para 1º de janeiro de 2100.

Essa página fictícia incluía coisas como as boas-vindas ao estado americano de número 51: Cuba. Havia também uma discussão sobre se os robôs deveriam ter permissão de votar. E assim por diante. Além dos fascinantes artigos, havia algo mais.

clip_image004Ao pé da primeira página do Ano 2100, estava o horário de acendimento de velas em Nova York para 1º de janeiro de 2100.

Ninguém pagou pelo anúncio. Simplesmente foi colocado pelo jornal. O gerente de produção do New York Times – um católico irlandês – foi questionado a respeito. Sua resposta foi direto na mosca. E fala sobre a eternidade de nosso povo e sobre o poder do ritual judaico:

“Não sabemos o que irá acontecer no ano 2100. É impossível prever o futuro. Porém de uma coisa vocês podem estar certos. É que no ano 2100 mulheres judias estarão acendendo as velas de Shabat.”

*Saiu no The New York Times – by Arvore Judaica

A propósito de palabras “relevantes” en el idioma hebreo

El ser judío comprende la  observación

de determinados preceptos*

clip_image001Hay términos extranjeros que se han incorporado al lenguaje hebreo, sobre todo en temas políticos y sociales. No siempre se les da la connotación semántica exacta, pero se usan a diestra y siniestra, según sea la posición ideológica del que habla, en sentido positivo o negativo: Uno de ellos es “relevante”.
El predicado relevante se convirtió en su momento, hace varios años, en el calificativo de Arafat.
El segundo término que a mí me preocupa e interesa dilucidar es “alternativo,” como adjetivo. Hay judaísmo alternativo, medicina alternativa, sepultura alternativa, y sin duda matrimonio alternativo, etc.
Todas estas reflexiones e inquietudes me surgieron a raíz de que en el Día del Holocausto, de la Shoá, escuché y leí que hay un “toque”, una recordación alternativa y así lo organizan ciertas instituciones y grupos juveniles.
¿Por qué? ¿No los conforman los ritos ceremonias habituales que se celebran anualmente, tradicionalmente
¿A cuenta de qué será la diferencia? ¿Qué se cambiará, qué se reemplazará o suprimirá y por qué?
Por qué no podemos seguir unidos todos y rendir homenaje a las víctimas y héroes de los guetos, campos de concentración, crematorios, y a los que tuvieron la suerte de sobrevivir, con una oración, con un rito común, que nos identifique, hermanados, y nos diferencie de los no judíos.
Pero sin duda hay que ser avanzados, progresistas, diferentes de los “anticuados tradicionalistas” (no me atrevo a decir religiosos) y en lugar de Kadish, de Izcor, de “El Maale Rajamim”, leer una página de la literatura universal, una poesía, una anécdota, música clásica.
¿Por qué no? Se puede a mi juicio muy bien agregar textos, música, pero no en lugar de….
No en lugar de lo tradicional, de lo específicamente judío, que es lo que nos liga, nos integra; cada ceremonia consagrada en nuestra larga historia hace que nos sintamos solidarios con el judaísmo todo.
No olvidar que aquellos cuya memoria honramos, fueron aniquilados por ser judíos
Recuerdo que hasta Heine, que se convirtió dos veces y volvió, dijo: “Quiero tener a alguien que diga Kadish sobre mi tumba”.
A mí me gusta mucho el folklore argentino, pero no en lugar de….
Me contaron que en un sepelio en un kibutz, recitaron “Gracias a la vida que me ha dado tanto”, no Kadish, no “El Maalé Rajamim”, no Tehilim.
¿Qué se quiere demostrar? Ante quién se rebeló; sin duda es contra la religión oficial y sus rabinos. No sintieron que sólo lograron que algún pacto supremo fuera violado.
En una reunión, un Tishá Beav, un grupo de profesores discutía sobre la importancia del “toque”, de los actos, costumbres y ceremonias y su importancia en la vida de un pueblo, de una comunidad. Una de las participantes contó: “Yo soy laica, no religiosa. Me casé en Chipre en acto civil. Pero después de un tiempo decidí hacer jupá, porque quise que mi casamiento tenga algo en común con un judío de China, de Buenos Aires, de Nueva York. Pues comprendí que el rito consagrado es lo que nos une, nos identifica, a la vez que nos distingue”.
Esta es la importancia, la trascendencia de la ceremonia, del oficio, de la plegaria.
Respeto y entiendo al agnóstico, al laico que así se manifiesta, así lo vive, pero que a su vez respeta las normas y las tradiciones básicas de la comunidad en que vive y de la que se considera parte. Es un contrato colectivo de auto respeto.
Conocí muchos y conozco que quisieron sepultura laica, o donación de órganos a la ciencia y aún cremación y lo hicieron en los lugares pertinentes.
Fueron a cementerios laicos, donde no se exigían todos los ritos prescriptos. Personalmente determinaron qué sí y qué no.
¿Qué es el Kadish? ¿Qué dice y qué representa?
Es una oración en arameo, que se pronuncia al final de determinados oficios religiosos y en sufragio del alma, generalmente de padres, también hijos y otros parientes, recitado al lado de la tumba y luego durante los 11 meses siguientes.
Al comienzo de la Edad Media, el Kadish se incluyó en diversas oraciones de recordación. En los siglos XII y XIII se comenzó a recitar en el momento de la sepultura y pedir la Santificación del nombre del difunto y del Creador, oración que dice el hijo o los hijos varones.
En otras traducciones se expresa: “Dios no protestó contra tu decreto, sino que estoy decidido a vivir como mi padre, dedicándome a la gloria de tu nombre, cuya santificación será programa de mivida, que me propongo ser leal a mis deberes”.
El escritor Shmuel iosef Agnón en su “Prólogo al Kadish” dice: “Rey de carne y sangre sale a la guerra, a lo mejor ni siente la falta de algunos de los que cayeron, ya que son muchos sus súbditos. Pero nuestro Rey, nuestro Dios, que quiere la vida y la paz para el Pueblo Elegido, no porque somos muchos nos quiere; por el contrario, somos pocos, cada uno equivale a una legión entera”; por lo tanto decimos “Santificado sea su nombre”.
Y así lo decimos, por cada individuo según la tradición judía, en los cementerios judíos al dar sepultura a los difuntos.
Traemos esta cita de Agnón por su sentido patriótico israelí, no sólo religioso, que yo me permito interpretar como expresión de solidaridad y lealtad a la tradición judía, a Israel y homenaje a los que cayeron en su defensa.
Quiero terminar con un concepto que siempre afirmo a pesar de la oposición de la mayoría. Considero que ser judío (a diferencia de israelí o aún hebreo), tiene una connotación religiosa que se manifiesta, por lo menos, en el cumplimiento de las mitzvot básicas: Brit Milá, Bar Mitzvá, Jupá, Kadish, Kvurá.
Que las conmemoraciones alternativas no lo sean en desmedro de ser judío.

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* Autor: Rajel Hendler

Conhecendo nossas orações

KIDUSH PARA O ANOITECER DE SEXTA-FEIRA
Kidush
O costume de recitar o “Kidush” na sinagoga data da época talmúdica, quando judeus forasteiros e pobres, estes últimos impossibilitados de beber vinho e de ter uma comida formal em suas casas por motivo de Shabat, abrigavam-se ao lado da sinagoga. Mesmo assistindo ao Kidush na sinagoga, devemos recitar as correspondentes bênçãos sobre o vinho e o pão, antes da seuda (refeição), no local onde se realizará a comida formal.
Segura-se na palma da mão direita um cálice de vinho (contendo pelo menos 86 ml) e recita-se o Kidush, de pé, em voz alta. Bebe-se (pelo menos 45 ml – Melô Loguemav) o vinho, no final do Kidush, sentado. Pode-se fazer Kidush sobre o pão (em vez de vinho): lavam-se as mãos (vertendo água de um copo três vezes sobre a mão direita e três sobre a esquerda) antes do Kidush, recita-se a bênção "AI Netilát ladáim" e, sem qualquer interrupção por conversa, recita-se o Kidush em seguida.

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Shabat Mekudash[1]
Veiehi erev, vaiehi boker[2]

IOM hashishí, vaiechúlu hashamáim vehaárets vechol tsevaám. Vaiechál Elohím baióm hashevihí melachtó asher asáh, vaishbót baióm hashevihí micol melachtó asher asáh. Vaievárech Elohím ét iom hashevihí vaiekadêsh otó, ki vó Shabát micol melachtó asher bará Elohím lahasót.
SAVRÍ Maranán:
Sobre o vinho:
BARUCH atáh Adonai, Elohênu mélech haolám, borê perí haguefen.
Sobre o pão:
BARUCH atáh Adonai, Elohênu mélech haolám, hamotsí léchem min haárets.
BARUCH atáh Adonai, Elohênu mélech haolám, asher kideshánu bemitsvotáv verátsa bánu, veShabat kodshó beahaváh uveratsón hinchilánu, zicarón lemahasê bereshít, techiláh lemikraê kódesh, zêcher litsiát mitsráim. (Ki vánu vachárta, veotánu kidáshta micol haamím). VeShabat kodshechá beahaváh uveratsón hinchaltánu. Baruch atá Adonai, mekadêsh haShabat.
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Sábado Consagrado¹
Era noite e era manhã²
IOM O sexto dia: E foram concluídos os céus e a Terra e tudo aquilo que contêm. E havendo D’us finalizado no dia sétimo a obra que fizera, descansou no sétimo dia de toda Sua criação, que Ele tinha feito. E abençoou o Senhor o dia sétimo, e o santificou; porque nele descansou de toda a Sua obra, que o Senhor criara e fizera.
SAVRÍ Com a permissão dos presentes (Congregação responde Lechaim)
Sobre o vinho:
BARUCH Bendito és Tu, ó Senhor, nosso D’us, Rei do universo, Criador do fruto da videira.
Sobre o pão:
BARUCH Bendito és Tu, ó Senhor, nosso D’us, Rei do universo, que fazes brotar o pão da Terra.
BARUCH Bendito és Tu, ó Senhor, nosso D’us, Rei do universo, que nos santificaste com Teus mandamentos, com Teu amor e bondade paternal, concedeste-nos Teu sagrado Shabat, e sua santidade, em lembrança da obra de Tua Criação. A primeira das sagradas festividades, recordando-nos a libertação do Egito. (Porque Tu nos escolheste e nos santificaste dentre todas as nações.) E com amor e prazer nos concedeste o repouso sabático. Bendito és Tu, ó Senhor, que santificas o Shabat.

[1] Sefaradim iniciam com Shabat Mekudash
[2] Ashquenazim iniciam com Vaiehi Erev, Vaiehi Boker

0ração de Agradecimento: TEFILÁ DE AGRADECIMENTO

TEFILÁ DE AGRADECIMENTO



El que recita esta oración de corazón estará colaborando en la transformación de "Midat Hadin" (atributo Divino de justicia) en "Midat Harajamim" (atributo Divino de misericordia), y tendrá el mérito ver milagros revelados del Creador del Universo.
Dedicado al de éxito del Pueblo (Am) Israel

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Rey de los reyes, D-os Todopoderoso, Rey del Universo, Dueño del Universo,
¡Gracias!

Gracias por las millares y cientos de miles de veces que me ayudaste, que Me apoyaste, que Me salvaste, que Me Alegraste, que Me curaste, que Me cuidaste, que Me animaste.
¡Gracias por estar siempre conmigo!

Gracias por concederme fuerza para cumplir con los preceptos, a realizar el bien, fuerza para orar.

Gracias por todas las veces que Me ayudaste y yo no supe Te agradecer.
Gracias por todo el bien que Me haces a cada instante.
Gracias por cada aliento que Me dejas respirar.

Y gracias, Rey de los reyes, también por todo lo que me falta, gracias por las veces que me es difícil, gracias por las veces que estoy triste, pues todo esto es para mi propio bien, mismo que no siempre sea consciente de esta realidad….

En mi corazón sé que todo lo que Tú me envías es lo mejor para mí, y que fue creado especialmente para mí a través de la exacta Supervisión Divina, como solamente el Rey de los reyes puede hacer.

Gracias por las dificultades, porque sólo así, puedo aprender a apreciar lo bueno. Sólo después de estar en la oscuridad se puede disfrutar de la luz.

¡Gracias por la maravillosa vida que Me concedes!

Creador del Universo, pido perdón desde el fondo de mi corazón, por las veces y oportunidades que no aprecie lo que Tú me otorgaste y en vez de agradecer, solamente me queje.

No soy más que polvo y cenizas y Tú dominas todo el Universo.

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Recomendamos que Tefiláh es para ser leído una vez al día, y si es posible en la mañana. Hatslajáh (suerte)